O projeto InovaSAM, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, foi selecionado para o CoLabs 2025, visando criar um sistema inteligente de monitoramento de leitos para saúde mental. A iniciativa, coordenada por Keyla Almeida e apoiada por Fernanda Falcomer, utiliza inteligência artificial e big data para otimizar a gestão de leitos e melhorar a assistência aos pacientes.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), através da Subsecretaria de Saúde Mental (Susam), anunciou que o projeto InovaSAM foi selecionado para o CoLabs 2025, um programa nacional de aceleração e mentoria em inovação. O resultado foi divulgado em 8 de julho e o projeto está entre os 20 escolhidos entre mais de 50 inscrições de instituições dos três Poderes e das esferas Federal, Estadual e Municipal.
O InovaSAM visa desenvolver um sistema inteligente para monitorar o tempo de permanência de pacientes com transtornos mentais nas unidades de saúde mental do DF. A iniciativa é coordenada pela especialista em saúde Keyla Almeida, com o apoio da subsecretária da Susam, Fernanda Falcomer. Falcomer destacou que o projeto utiliza tecnologias modernas para melhorar a gestão pública e a atenção psicossocial.
O sistema InovaSAM permitirá a coleta de dados precisos sobre a disponibilidade de leitos para saúde mental na rede distrital. Keyla Almeida explicou que a proposta utiliza inteligência artificial (IA) e big data para extrair informações úteis das bases de dados públicas, como as da SES-DF e do Ministério da Saúde. O objetivo é oferecer respostas em tempo real sobre a taxa de ocupação de leitos, aprimorando o fluxo de assistência aos pacientes.
O CoLabs é um programa que oferece apoio metodológico e técnico para equipes que buscam desenvolver competências em inovação para enfrentar problemas públicos complexos. As equipes selecionadas participarão de uma jornada de aproximadamente 12 meses com o suporte do Laboratório de Inovação em Governo (Gnova Lab) da Escola Nacional de Administração Pública (Enap).
A participação no CoLabs reafirma o compromisso da SES-DF com a inovação na gestão pública e a melhoria da atenção psicossocial no Distrito Federal. Este projeto representa uma oportunidade significativa para transformar a forma como a saúde mental é gerida na região, utilizando tecnologia para otimizar recursos e melhorar o atendimento aos cidadãos.
Iniciativas como a do InovaSAM merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem impactar diretamente a vida de muitos que enfrentam desafios na saúde mental. A união em torno de causas sociais pode proporcionar melhorias significativas e ajudar a transformar realidades.

O World Giving Report 2025 revela que países de menor renda, como a Nigéria, são mais generosos em doações proporcionais, com o Brasil na 48ª posição, destinando 0,93% da renda a causas sociais. A pesquisa destaca a relação entre generosidade e percepção de necessidade, evidenciando que a cultura e a confiança nas organizações sociais influenciam as doações.

Deputado Reimont solicita à PGR investigação sobre vídeos que sexualizam mulheres com síndrome de Down em redes sociais, visando a remoção dos conteúdos e responsabilização dos autores. A ação busca proteger a dignidade e os direitos fundamentais das pessoas com deficiência.

A morte de Juliana Marins, jovem brasileira, expõe os desafios enfrentados por mulheres negras em viagens, como racismo e machismo. Iniciativas como o Bitonga Travel buscam mudar essa realidade.

O governo de São Paulo planeja leilões de concessão de saneamento básico para 2026, com investimento de R$ 20 bilhões e adesão de 218 municípios, visando a universalização dos serviços. A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, destacou que a iniciativa faz parte do programa UniversalizaSP, que já mapeou a infraestrutura e vulnerabilidades de saneamento em diversas cidades.

O Governo de São Paulo liberou R$ 184 milhões em créditos para empresas femininas, visando reduzir a dependência financeira e a violência contra mulheres. A iniciativa oferece condições facilitadas e apoio a empreendedoras.

A cobertura vacinal infantil global estagnou entre 2010 e 2023, com milhões de crianças sem vacinas, agravada pela pandemia de covid-19, segundo estudo publicado no The Lancet. A análise revela que apenas 85 dos 204 países alcançaram 90% de cobertura para DTP, evidenciando um cenário preocupante para a saúde infantil.