O Dia Nacional da Vigilância Sanitária, celebrado em 5 de agosto, foi marcado por uma cerimônia no DF, reconhecendo ações que resultaram em mais de 20 mil fiscalizações e quase 6 toneladas de alimentos impróprios apreendidos.
O Dia Nacional da Vigilância Sanitária, celebrado em cinco de agosto, é uma data que destaca a importância do trabalho realizado por profissionais da saúde pública. Instituído pela Lei nº 13.098 de 2015 em homenagem ao sanitarista Oswaldo Cruz, o dia serve como um convite à valorização das ações que impactam diretamente o bem-estar da população. Em 2024, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promoveu uma cerimônia especial para homenagear esses profissionais.
O evento ocorreu na sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro e contou com a presença de servidores ativos e aposentados que contribuíram para a fiscalização no Distrito Federal. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, enfatizou a relevância do trabalho da Vigilância Sanitária, afirmando que “ações diárias, muitas vezes invisíveis, salvam vidas”. Ele destacou que a Vigilância atua na prevenção de riscos à saúde relacionados a alimentos e medicamentos.
A diretora da Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa), Márcia Olivé, também ressaltou o impacto silencioso do trabalho realizado. “Nosso trabalho é pelo bem coletivo, garantindo que o alimento esteja seguro e que o remédio funcione”, disse. A Vigilância Sanitária, parte do Sistema Único de Saúde (SUS), é responsável por ações educativas e regulatórias, além de ter poder de polícia quando necessário.
Em 2024, a Vigilância Sanitária da SES-DF realizou mais de vinte mil fiscalizações, apreendendo quase seis toneladas de alimentos impróprios e quinze mil e quinhentas unidades de medicamentos e cosméticos irregulares. Foram emitidas cerca de treze mil setecentas licenças e certificados, além de três mil projetos arquitetônicos analisados e setecentos e cinquenta e nove treinamentos realizados.
O evento também homenageou profissionais que se destacaram ao longo dos anos, como Maria do Carmo, que atuou na Vigilância por trinta anos. “Ser lembrada neste momento é motivo de muito orgulho. Foram anos de entrega e amor à saúde pública”, declarou. O subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos Martins, reforçou que a Vigilância é um elo essencial da saúde pública, fazendo diferença diariamente.
O encontro foi encerrado com uma apresentação da Orquestra Sinfônica Teatro Nacional Claudio Santoro, que se apresenta semanalmente. A valorização do trabalho da Vigilância Sanitária é fundamental, e iniciativas que promovam a saúde pública devem ser apoiadas. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, garantindo que ações essenciais para a saúde da população continuem a ser realizadas.

Iniciam-se as obras do Parque Urbano no Jacarezinho, com investimento de R$ 43 milhões. O espaço contará com ginásio, skate park e complexos esportivos, promovendo lazer e esporte na comunidade.

Estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 350 mil por danos morais coletivos à população negra, após monitoramento da Polícia Militar em caminhada turística em 2020. A decisão destaca violação de direitos fundamentais.

O Instituto Cultural Vale apresentará três atrações gratuitas na Festa Literária Internacional de Paraty, incluindo a exposição "Vidas em cordel", que homenageia importantes figuras culturais. O evento promete valorizar a arte do cordel e a música clássica, além de promover diálogos sobre o cotidiano das bordadeiras.

A Cia. Repentistas do Corpo apresenta o espetáculo "Quando Tudo Começou… Um Dia Fora do Tempo" nos dias 05 e 06 de julho, às 16h, no Teatro Paulo Eiró, com entrada gratuita. A montagem, inspirada no livro de César Obeid, explora mitos da criação de diversas culturas, promovendo uma reflexão sobre a relação com a natureza e a existência. A direção é de Sérgio Rocha e o elenco conta com artistas renomados da dança contemporânea.

Carlos e Lucas, um casal de professores, celebram o Dia Nacional da Adoção com a história de sua família, formada por três irmãos adotivos, superando desafios e preconceitos. Desde 2019, eles compartilham sua jornada nas redes sociais, inspirando outros a abraçar a adoção e a diversidade familiar.

Ana Maria Gonçalves foi eleita a primeira mulher negra da Academia Brasileira de Letras (ABL) em 10 de agosto de 2023, recebendo 30 dos 31 votos. Sua eleição marca um avanço na diversidade literária do Brasil.