Raí, ex-jogador da seleção brasileira, destaca a seleção como símbolo nacional e defende a educação e a luta contra o racismo, elogiando Vinicius Júnior como herói e ativista. Durante sua visita ao Brasil, Raí enfatizou a importância do vínculo entre a seleção e o povo, abordando a responsabilidade social dos atletas e a necessidade de uma formação qualificada no futebol.

Raí, ex-jogador da seleção brasileira e do São Paulo, destacou a importância da seleção como símbolo nacional durante sua recente visita ao Brasil. Em entrevista, ele abordou temas como racismo, desigualdade e a relevância da educação. Raí enfatizou que a seleção deve ser um reflexo do povo e que os jogadores têm a responsabilidade de usar sua visibilidade para inspirar mudanças sociais. “A seleção tem de ser de todos. Ela é um símbolo do País”, afirmou, ressaltando a necessidade de um vínculo afetivo entre a população e a equipe nacional.
O ex-atleta também expressou preocupações sobre a formação de novos talentos no futebol brasileiro. Ele acredita que o papel do treinador vai além de conquistar títulos; é fundamental que ele também forme atletas completos, com visão de jogo e tática. Raí criticou a falta de organização e a defasagem na formação de jogadores no Brasil, comparando com a cultura de formação existente em outros países. “Acho que o Brasil ficou muito tempo atrás”, disse, apontando a urgência de melhorias nesse aspecto.
Raí, que recentemente concluiu um mestrado em Ciências Políticas, tem se dedicado a causas sociais por meio da Fundação Gol de Letra, que já beneficiou 40 mil crianças e jovens em comunidades vulneráveis. Ele acredita que a educação é uma ferramenta poderosa para transformação social. “A ideia de devolver para a sociedade o que a gente recebeu vem de berço”, compartilhou, refletindo sobre sua criação e os valores que aprendeu com seu pai.
Durante a entrevista, Raí também comentou sobre os ataques racistas sofridos pelo jogador Vinicius Júnior na Europa. Ele classificou esses incidentes como inaceitáveis e destacou a importância do ativismo de Vini. “Ele é um herói. Um garoto negro, jogando no Real Madrid, enfrentando essa batalha”, elogiou Raí, ressaltando que a luta contra o racismo no esporte deve ser uma prioridade. Para ele, a visibilidade de atletas como Vini pode impactar gerações e mudar percepções.
Raí defendeu que a política está presente em todas as esferas da sociedade, incluindo o esporte. “Não se posicionar também é uma escolha política”, afirmou, enfatizando a responsabilidade dos atletas em usar sua plataforma para promover mudanças. Ele acredita que a visibilidade conquistada por jogadores deve ser utilizada para abordar questões sociais e inspirar ações positivas.
Com a crescente conscientização sobre racismo e desigualdade, iniciativas que promovem a educação e a inclusão social são mais necessárias do que nunca. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que visam transformar a realidade de jovens em situação de vulnerabilidade. A mobilização em torno dessas causas pode gerar um impacto significativo e duradouro.

Um estudo da Mercer revela que preocupações financeiras fazem profissionais perderem em média 6 horas de trabalho por mês, contribuindo para o aumento do burnout no Brasil, onde 42% da população adulta está inadimplente.

Estudo do Imperial College London revela que crianças de famílias de baixa renda apresentam telômeros mais curtos, indicando envelhecimento biológico acelerado e maior risco de doenças crônicas. A pesquisa, com mais de mil crianças europeias, destaca a urgência de políticas públicas para reduzir desigualdades desde a infância.

Carlos Eduardo Prazeres, após a perda do pai em um sequestro, fundou a Orquestra Maré do Amanhã, que, em 15 anos, impactou mais de quatro mil crianças e planeja construir um teatro para 400 pessoas. O projeto busca transformar a realidade de jovens na favela da Maré, promovendo educação e cultura, enquanto enfrenta desafios como a violência local. A iniciativa já possibilitou intercâmbios internacionais e formação profissional, com apoio de diversas empresas e leis de incentivo.

O projeto Manas Digitais, da UFPA, promove a inclusão feminina na tecnologia, agora com a TacaCode Hub, que oferece educação corporativa e mantém foco em mulheres de baixa renda. A iniciativa já formou diversas profissionais na área.

O número de empresas abertas por mulheres no Rio de Janeiro cresceu 18,5% em 2025, representando 45% dos novos negócios. A Jucerja destaca o impacto positivo das políticas públicas no empreendedorismo feminino.

A série "Vale Tudo" destaca a luta de Heleninha Roitman, interpretada por Paolla Oliveira, contra o alcoolismo, refletindo a realidade de muitos. O Alcoólicos Anônimos (AA) observa um aumento significativo de mulheres após a pandemia.