A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou um plano de segurança viária para motociclistas, visando reduzir as mortes no trânsito, que atingem duas por dia. Medidas incluem motofaixas e limite de velocidade.

A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, no dia 16 de maio de 2025, um novo plano de segurança viária focado em motociclistas. As medidas incluem a ampliação das motofaixas, com a meta de atingir 200 quilômetros até 2028, a imposição de um limite de velocidade de 60 km/h para motos em toda a cidade e restrições de circulação em vias expressas, como a Avenida Brasil e a Presidente Vargas. O prefeito Eduardo Paes (PSD) destacou a gravidade da situação, mencionando que a cidade registra uma média de duas mortes diárias no trânsito, o maior índice desde 2008.
O aumento no número de motocicletas tem contribuído para o crescimento dos acidentes. Entre 2023 e 2024, as ocorrências envolvendo motos aumentaram 24%, totalizando quase 21 mil casos. Dados da Secretaria Municipal de Saúde indicam que, nos primeiros três meses de 2025, os acidentes de trânsito subiram 43%, com 69% das vítimas fatais sendo motociclistas. A maioria dos mortos tem entre 20 e 39 anos, são predominantemente homens e, em 64% dos casos, pertencem a grupos étnicos negros ou pardos.
Além da expansão da infraestrutura, o plano inclui a assinatura de um acordo com aplicativos de entrega e locomoção. Essas empresas se comprometerão a compartilhar dados sobre velocidade, quilometragem e sinistros. Também estão previstas campanhas educativas e punições para condutores que infringirem as regras. O prefeito enfatizou a necessidade de ações imediatas para reverter a situação alarmante.
As novas motofaixas serão implementadas em locais estratégicos, como a Avenida das Américas, no bairro da Barra da Tijuca, e a Rua Mário Ribeiro, no Leblon. Para 2025, está prevista a implementação de mais 50 quilômetros. As restrições de circulação para motocicletas também afetarão trechos centrais de grandes vias, com a circulação permitida apenas nas faixas laterais.
O plano visa não apenas melhorar a segurança viária, mas também reduzir a taxa de mortes no trânsito até 2030, tomando como base os números de 2018. A urgência das medidas é evidente, e a colaboração entre a prefeitura e a sociedade civil será crucial para alcançar esses objetivos. O prefeito Paes reiterou que a situação atual é inaceitável e requer uma resposta coletiva.
Nesta conjuntura, é fundamental que a sociedade se mobilize em apoio a iniciativas que visem a segurança e a recuperação das vítimas de acidentes. Projetos que promovam a conscientização e a educação no trânsito podem fazer uma diferença significativa na vida de muitos. A união em torno dessas causas pode ajudar a transformar a realidade do trânsito na cidade.

O 37º Congresso da Abrasel em Brasília destacou inovações tecnológicas e práticas sustentáveis no setor de alimentação fora do lar. O evento, com foco em "Conexões Essenciais", promoveu discussões sobre inteligência artificial e responsabilidade socioambiental, evidenciando a modernização e a diversidade da força de trabalho.

Paulo Hoff, oncologista da Rede D'Or, destaca que 60% dos pacientes com câncer no Brasil podem ser curados, enfatizando a importância do diagnóstico precoce em seu curso na CasaFolha.

Pesquisadores brasileiros identificaram compostos químicos em esponjas marinhas que podem combater o parasita da malária, incluindo cepas resistentes. A descoberta, publicada na revista ACS Infectious Diseases, oferece esperança para novos tratamentos.

O iFood anunciou um investimento de R$ 10 milhões em projetos sociais de entregadores, ampliando o programa iFood Chega Junto. A iniciativa visa saúde, segurança e educação, em resposta à concorrência crescente.

O Ministério da Saúde, em parceria com a OPAS, lançou um chamamento público para o Laboratório de Inovação em Saúde do Programa Mais Médicos, com inscrições até 13 de junho de 2025. O objetivo é reconhecer e compartilhar práticas que melhorem o SUS.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) destacou a inclusão de gênero na gestão de desastres durante a 69ª sessão da Comissão sobre a Condição da Mulher da ONU. A participação do MIDR, que celebrou os 30 anos da Plataforma de Ação de Pequim, enfatizou diretrizes de gênero na Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, como kits de assistência humanitária para mulheres afetadas por desastres. As líderes do MIDR ressaltaram a importância de dados com recorte de gênero e maior presença feminina nas funções de Defesa Civil.