Roberta Farina, ex-executiva de marketing, agora atua como conselheira e mentora, focando em mulheres líderes e startups, após uma transição de carreira que busca ampliar seu impacto social.

Roberta Farina, com mais de 20 anos de experiência em marketing em multinacionais como Nestlé e P&G, decidiu recentemente mudar sua trajetória profissional. Em busca de novos desafios, ela se tornou conselheira e mentora, focando em apoiar mulheres líderes e startups. Essa transição não foi motivada por uma crise, mas por um desejo de ampliar suas contribuições e colaborar com diferentes empresas.
Após deixar sua posição executiva, Roberta assumiu o cargo de conselheira na Brasilata, uma das principais empresas de embalagens metálicas da América Latina. Além disso, ela se tornou mentora do programa Winning Women, da EY, que visa fortalecer a presença feminina em posições de liderança. Roberta destaca que sua nova função permite direcionar sua energia de maneira diferente, contribuindo para a construção de negócios relevantes.
A trajetória de Roberta no marketing começou na infância, quando ela já demonstrava interesse pelo mundo dos negócios. Sua paixão pelo marketing se consolidou após um estágio na área, levando-a a construir uma carreira sólida em empresas renomadas. Ao longo de sua carreira, ela liderou equipes e projetos significativos em toda a América Latina, mas a maternidade aos 40 anos a fez repensar suas prioridades e a carreira.
Com o objetivo de se aprofundar em temas relevantes para o futuro da liderança, Roberta participou de programas avançados da EXAME e Saint Paul. O Advanced Boardroom Program for Women (ABP-W) e o SEER: Programa Avançado para CEOs, Conselheiros e Acionistas foram fundamentais para estruturar sua transição. Ela afirma que esses programas a ajudaram a se reconectar com temas importantes e a ampliar sua visão como ser humano.
Atualmente, Roberta também se dedica a acompanhar startups e empreendedoras com alto potencial. Sua missão é ajudar a fortalecer mulheres líderes e construir negócios impactantes. Ela considera a mentoria uma troca enriquecedora, onde aprende ao ouvir os sonhos de outras mulheres e as ajuda a encontrar seus próprios caminhos. Sua nova rotina exige uma escolha criteriosa de projetos, priorizando aqueles que estão alinhados com seus valores pessoais.
Com essa nova fase, Roberta busca um equilíbrio entre sua vida profissional e pessoal, dedicando-se à família e ao estudo de temas como adaptabilidade e colaboração. Ela acredita que a construção de uma agenda fora do ambiente corporativo é desafiadora, mas essencial para gerar impacto positivo. Em um mundo onde a união é fundamental, iniciativas que promovem o fortalecimento de mulheres e negócios relevantes merecem apoio e atenção da sociedade.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência em 27 cidades devido a desastres naturais, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. As prefeituras podem solicitar ajuda para atender às necessidades emergenciais da população afetada.

A Cidade Estrutural inicia, em 7 de julho, o projeto Vigília Cultural, que oferece oficinas gratuitas de crochê, com transporte e material inclusos, visando fomentar o empreendedorismo local. Serão seis turmas em três turnos, com aulas presenciais e conteúdo disponível no YouTube.
Na 15ª Reunião de Ministros da Saúde dos BRICS, foi proposta uma parceria para eliminar doenças socialmente determinadas até 2030, inspirada no Programa Brasil Saudável. O Brasil busca avançar na equidade em saúde.

Mulheres dominam o mercado de influenciadores digitais no Brasil, mas enfrentam desigualdade salarial. Pesquisa revela que, apesar de 87% dos criadores serem mulheres, elas ganham em média 20% menos que os homens. A disparidade é acentuada por estigmas de gênero e a predominância masculina em cargos de gestão.

Sonia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas, receberá o título de doutora honoris causa da Uerj, a primeira honraria desse tipo a uma pessoa indígena no Brasil, em reconhecimento ao seu ativismo e contribuição cultural. A cerimônia será aberta ao público no Teatro Odylo Costa Filho, no dia 28.

Projeto de lei propõe centros de apoio 24 horas para mulheres vítimas de violência no DF. A iniciativa, do deputado Hermeto (MDB), visa oferecer atendimento especializado e acolhimento imediato, atendendo a uma demanda urgente na região. Os centros serão instalados em áreas com altos índices de violência, com equipes multidisciplinares disponíveis a qualquer hora.