O saneamento básico no Brasil se transforma em um motor de mudança social, com investimentos significativos de empresas como Aegea e Sabesp, visando melhorar a saúde e a inclusão. A Aegea investiu R$ 10,4 bilhões em 2024, ampliando serviços para 1,2 milhão de pessoas. A Sabesp planeja R$ 70 bilhões em cinco anos, priorizando comunidades vulneráveis.
O saneamento básico no Brasil é uma questão de grande relevância, afetando diretamente a saúde e a economia do país. Atualmente, cerca de noventa milhões de brasileiros não têm acesso à coleta de esgoto e trinta e dois milhões carecem de água potável. Em 2024, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou mais de 344 mil internações por doenças relacionadas ao saneamento inadequado, evidenciando as consequências graves dessa realidade.
A Aegea, a maior empresa privada de saneamento do Brasil, investiu R$ 10,4 bilhões em 2024, beneficiando aproximadamente 1,2 milhão de pessoas. A empresa, que atua em 760 cidades, direcionou R$ 5,3 bilhões para infraestrutura, ampliando o acesso a serviços essenciais. Adriana Albanese, diretora de Relações com Investidores e Sustentabilidade da Aegea, destacou que a inclusão sanitária traz benefícios diretos, como aumento de renda e redução da mortalidade por doenças hídricas.
A Sabesp, responsável pelo abastecimento em 375 municípios de São Paulo, planeja investir R$ 70 bilhões nos próximos cinco anos. A companhia prioriza comunidades vulneráveis e se comprometeu a ampliar o acesso à água limpa até 2029, antecipando em quatro anos o Marco Legal federal. Além disso, a Sabesp protege 49 mil hectares de Mata Atlântica e implementa soluções sustentáveis para reduzir emissões.
A Orizon, que opera aterros sanitários, também se destaca no cenário de sustentabilidade. Em 2024, a empresa produziu mais de 380 mil MWh de energia renovável e recuperou 11,5 mil toneladas de resíduos. Através do Instituto Orizon Social, mais de 50 mil pessoas foram beneficiadas em 58 municípios. A parceria com o Google para a entrega de créditos de carbono demonstra o compromisso da Orizon com a economia circular e a preservação ambiental.
Essas iniciativas mostram que o investimento em saneamento básico não é apenas uma questão de infraestrutura, mas um catalisador para a transformação social no Brasil. Cada real investido gera um retorno significativo para a economia, criando um ciclo virtuoso que impacta a saúde pública e a produtividade. O fortalecimento de políticas públicas e a colaboração entre empresas e sociedade civil são essenciais para enfrentar os desafios do setor.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a ter acesso a serviços essenciais. Projetos que visam melhorar a infraestrutura de saneamento e promover a inclusão social devem ser apoiados pela sociedade civil, garantindo um futuro mais justo e sustentável para todos.
A Câmara dos Deputados aprovou o PL 6.749/2016, que classifica homicídios e lesões contra profissionais de saúde e educação como crimes hediondos, aumentando penas e buscando proteção a esses trabalhadores. O projeto, que agora segue para o Senado, visa garantir a segurança e a dignidade desses profissionais, diante do aumento da violência no ambiente de trabalho.
O Banco do Brasil deve entregar até 30 de junho um relatório ao Ministério Público Federal sobre 114 iniciativas de reparação histórica e igualdade racial, incluindo a linha de crédito FCO Quilombo. A reunião recente destacou avanços e a necessidade de maior reconhecimento do papel do banco na escravidão, com novas discussões programadas para aprofundar ações concretas e comunicação transparente.
A música "Weightless", do Marconi Union, reduz a ansiedade em até 65%, segundo estudo do Mindlab International, comparando seu efeito ao de meditações profundas. A composição foi criada para promover relaxamento e bem-estar.
Durante a 12ª Semana Nacional de Educação Financeira, o Sicredi lançou um curso gamificado para adolescentes e impactou 6.500 jovens com 168 ações educativas. A iniciativa visa promover hábitos financeiros saudáveis.
O Palácio Gustavo Capanema reabre no dia 20 após seis anos fechado, com 60% das instalações abertas ao público, destacando sua importância cultural e administrativa. A ministra Margareth Menezes enfatizou a relevância do espaço, que também abrigará órgãos públicos.
Rayssa de Melo e Thays Moura fundaram a fintech Agree em 2022, focada em facilitar o acesso ao crédito para o agronegócio, movimentando R$ 800 milhões e mirando R$ 1 bilhão até 2025. A empresa utiliza tecnologia para otimizar processos e planeja lançar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios.