Um projeto global, Recetas, investiga a prescrição social baseada na natureza para combater a solidão e melhorar a saúde em seis países. A iniciativa busca transformar o cuidado em saúde, reduzindo a dependência de medicamentos.

A relação entre natureza e saúde mental tem sido amplamente estudada, revelando que o contato com ambientes naturais pode reduzir a solidão e melhorar o bem-estar. Um projeto chamado Recetas está investigando a prescrição social baseada na natureza em seis países, com o objetivo de aliviar a solidão e promover a saúde através de atividades ao ar livre e conexão social.
Kye Aziz, um solicitante de asilo da Indonésia que vive em Melbourne, Austrália, nunca se considerou um amante da natureza. No entanto, após participar de um piquenique e de atividades de jardinagem prescritas como parte de um tratamento social, ele começou a perceber a natureza de uma nova forma. Aziz relatou que, ao estar ao ar livre e interagir com outras pessoas, sentiu-se em casa, destacando a solidão que pode acompanhar a vida na cultura ocidental.
A ciência por trás dessa transformação é respaldada por estudos que mostram que o contato com a natureza pode reduzir a pressão arterial, estabilizar o sistema nervoso e diminuir hormônios do estresse. O conceito de "biofilia", proposto pelo naturalista Edward Wilson, sugere que temos uma conexão inata com a natureza, que pode ajudar a superar padrões de pensamento autodestrutivos, como a solidão.
O Recetas, que começou em 2019, é um experimento global que combina atividades ao ar livre com interação social. Pesquisadores de Barcelona, Praga, Marselha, Helsinki, Melbourne e Cuenca estão envolvidos no estudo, que já está em fase de testes. Se bem-sucedido, o projeto pode transformar o modelo de cuidado em saúde, tornando-o mais centrado nas pessoas e menos dependente de medicamentos.
Pesquisas anteriores indicam que prescrições sociais, como aulas de culinária e oficinas de arte, podem diminuir a sensação de solidão. Um estudo da Universidade de Exeter mostrou que atividades na natureza não apenas aumentam a felicidade, mas também reduzem custos com cuidados médicos. O Recetas é um dos maiores estudos focados nos efeitos das prescrições sociais baseadas na natureza sobre a solidão.
Além de promover a saúde, a natureza também evoca memórias afetivas. O pesquisador Nerkez Opacin, que trabalha com solicitantes de asilo da comunidade LGBTQIA+, destaca como a natureza pode despertar nostalgia e sentimentos de pertencimento. Atividades ao ar livre, como observação de pássaros e caminhadas, têm sido fundamentais para ajudar os participantes a se sentirem conectados e acolhidos. A união da sociedade pode ser um passo importante para apoiar iniciativas que promovam a saúde mental e o bem-estar coletivo.

O Sebrae lançou o programa Sebrae Delas, que oferece capacitação gratuita para mulheres empreendedoras, com mais de 11 mil vagas em cursos e o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, já premiando cerca de 200 mulheres.

O Ministério da Saúde inicia o envio de mensagens via WhatsApp para alertar 270 mil pacientes com hipertensão sobre a continuidade do tratamento. A ação visa reforçar a adesão a medicamentos essenciais.

Em 2022, o Brasil registrou quase 39 mil casos de violência contra crianças, com a negligência sendo a forma mais comum. A autora relata sua superação e o reconhecimento tardio do pai.

Sarah Simpson, coach de imagem corporal, enfrentou um incidente viral ao ser confundida com uma grávida durante uma aula de ioga, gerando debates sobre preconceitos corporais. O episódio destaca a persistência de padrões de beleza prejudiciais e a importância da autoaceitação.

A primeira etapa do Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, foi inaugurada após mais de 30 anos de espera, com presença do governador Ibaneis Rocha e entrega de kits esportivos. O parque, que conta com diversas áreas de lazer e esportes, simboliza a luta da comunidade por melhorias na qualidade de vida. O investimento foi de R$ 8 milhões, e a segunda etapa já foi autorizada.

O pickleball, esporte em ascensão no Brasil, atrai jogadores acima de 50 anos e promove saúde e sociabilidade. A Confederação Brasileira de Pickleball busca popularizar a modalidade em escolas.