A Suécia, que no início do século XX era um dos países mais pobres da Europa, hoje é referência em desenvolvimento, enquanto o Brasil enfrenta profundas desigualdades sociais e econômicas. A proposta do PACD visa unir esforços de diversos setores para combater essas desigualdades, com a coordenação da Presidência da República e a participação de todos os níveis de governo e sociedade civil.

A Organização das Nações Unidas (ONU) e outras instituições internacionais divulgam anualmente relatórios que classificam países em diversas áreas, como social, econômica e ambiental. Os países escandinavos, como a Suécia, frequentemente se destacam nessas classificações. Historicamente, esses países eram considerados os mais pobres da Europa no início do século XX, mas hoje são exemplos de desenvolvimento e justiça social. Um modelo de sucesso que pode servir de inspiração para outras nações, como o Brasil.
O Brasil, por sua vez, enfrenta um dos maiores índices de desigualdade do mundo, abrangendo desigualdades econômicas, sociais, ambientais, de gênero e de raça. Apesar de ser uma das maiores economias globais, o país ainda apresenta uma realidade marcada por conflitos e injustiças. A situação é alarmante, com dados que indicam que a violência no Brasil supera a de muitos conflitos armados ao redor do mundo.
A Constituição Brasileira estabelece que a redução das desigualdades deve ser uma prioridade nacional. Nesse contexto, a proposta de um Programa de Aceleração de Combate às Desigualdades (PACD) surge como uma estratégia para mobilizar esforços em diversas esferas da sociedade. O programa envolveria ministérios, empresas estatais e privadas, sindicatos, sociedade civil, além do Congresso Nacional e do Judiciário, todos trabalhando em conjunto para traçar metas e planos de ação.
A coordenação do PACD poderia ficar sob a responsabilidade da Presidência da República, enquanto a gestão operacional seria conduzida pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável. Esse conselho já reúne representantes de diferentes setores, o que facilitaria a implementação de ações efetivas. Prefeitos e governadores também poderiam adotar iniciativas semelhantes em seus estados e municípios, criando uma rede de esforços para combater as desigualdades.
As desigualdades no Brasil não apenas desestabilizam a sociedade, mas também ameaçam a democracia. A falta de justiça social alimenta a insatisfação popular e pode levar ao fortalecimento de regimes autoritários. Portanto, é essencial que a sociedade civil se una em torno de iniciativas que promovam a equidade e a justiça, inspirando mudanças significativas no cenário nacional.
Neste momento crítico, a união da sociedade pode ser a chave para transformar a realidade de muitos brasileiros. Projetos que visam reduzir as desigualdades devem ser apoiados e estimulados, pois podem fazer a diferença na vida de milhares de pessoas. A mobilização social é fundamental para que o Brasil possa deixar de ser um dos campeões mundiais em desigualdade e construir um futuro mais justo e igualitário.

Brasília se consolida como um centro de tecnologia e inovação com a realização da Campus Party Brasil e do Inova Summit em junho, além do novo ciclo do programa StartBSB para apoiar até 100 startups em 2025.

Hugo Farias completou 366 maratonas consecutivas, estabelecendo um recorde mundial e gerando um estudo sobre a adaptação do coração ao esforço físico intenso, publicado na revista Arquivos Brasileiros de Cardiologia.

Mirtes Renata, mãe de Miguel Otávio, busca justiça após a morte do filho, que caiu do 9º andar por negligência da patroa, Sarí Corte Real, que permanece livre. A dor revela o racismo estrutural e a desvalorização da vida de crianças negras.

O 2º Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza ocorrerá no Rio de Janeiro, reunindo líderes como o vice-presidente Geraldo Alckmin e convidados internacionais, para discutir sustentabilidade e desenvolvimento econômico. O evento visa fortalecer o papel do Brasil na transição para uma economia de baixo carbono, promovendo justiça social e preservação ambiental.

Daiane Guimarães Alves, especialista em gestão de saúde, transformou uma rede de clínicas populares ao digitalizar processos e implementar um novo sistema de agendamento, reduzindo em 50% as ausências em consultas.

Letícia Moschioni, fundadora da Finscale, lidera uma equipe feminina e promove a inclusão no setor de fintechs, visando transformar o mercado com mais diversidade e impacto social. A consultoria já ajudou mais de 200 startups e projeta um faturamento de R$ 6 milhões até 2025.