O governo de São Paulo lançou o programa SuperAção, que busca tirar 35 mil famílias da pobreza até 2026, oferecendo R$ 150 mensais e atendimento individualizado, sem rivalidade com o Bolsa Família. A secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém, destacou que o SuperAção complementa iniciativas existentes, enquanto o governador Tarcísio de Freitas enfatizou a importância de um programa que vai além da simples transferência de renda.

O governo de São Paulo lançou o programa SuperAção, que tem como objetivo tirar trinta e cinco mil famílias da pobreza até dois mil e vinte e seis. A iniciativa oferece um auxílio mensal de R$ 150,00 e um atendimento individualizado, sem competir com o Bolsa Família, segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém. Ela destacou que o programa federal é um "programa importante", mas o SuperAção "oferece mais" às famílias.
O governador Tarcísio de Freitas afirmou que o lançamento do programa não está vinculado a interesses políticos, especialmente em um momento em que ele é cotado para uma possível candidatura à Presidência em dois mil e vinte e seis. Ele enfatizou que o foco do SuperAção é atender as necessidades das famílias, sem considerar a divisão política entre esquerda e direita.
O SuperAção pretende atender famílias que estão abaixo da linha da pobreza, com renda per capita inferior a R$ 280,00 por mês, além de outras que têm renda acima desse limite, mas inferior a meio salário mínimo. O programa, que conta com um orçamento inicial de R$ 500 milhões, busca integrar diversas políticas públicas estaduais e ações sociais dos municípios.
Uma das inovações do programa é o acompanhamento individualizado das famílias por agentes estaduais, que visitarão mensalmente até vinte famílias cada um. Essa abordagem visa entender as necessidades específicas de cada família e oferecer suporte para que consigam se qualificar e encontrar emprego, conforme explicou Rosalém.
O governador também mencionou que, embora programas de transferência de renda sejam essenciais, eles não são suficientes por si só. O SuperAção busca fechar lacunas deixadas por outras iniciativas, promovendo uma rede de proteção social que permita a autonomia das famílias atendidas. O projeto será enviado à Assembleia Legislativa de São Paulo para aprovação.
Com a implementação do SuperAção, a sociedade civil pode se mobilizar para apoiar iniciativas que visem a inclusão social e o desenvolvimento das famílias em situação de vulnerabilidade. A união em torno de projetos sociais pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas que buscam uma oportunidade de mudança.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Waldez Góes lançaram o Defesa Civil Alerta, que começará a operar em junho, enviando alertas gratuitos para 36 municípios do Nordeste. A tecnologia garante avisos mesmo em modo silencioso, visando aumentar a segurança em áreas de risco.

O governo do presidente Lula anunciou um investimento recorde de R$ 89 bilhões para o Plano Safra da Agricultura Familiar em 2024/2025, visando fortalecer a segurança alimentar e a renda no campo. Com juros acessíveis, o número de contratos cresceu 26%, refletindo avanços na produção e na redução de preços de alimentos.

A taxa de pobreza no Brasil caiu de 21,7% em 2023 para 20,9% em 2024, mas o avanço é lento e a geração de empregos deve ser limitada em 2025, segundo o Banco Mundial. Apesar da redução, 45,8 milhões de brasileiros ainda vivem com menos de US$ 6,85 por dia. O governo enfrenta desafios orçamentários que podem dificultar a continuidade de programas sociais eficazes.

O Índice de Progresso Social (IPS) de 2025 no Brasil é de 61,96, ligeiramente inferior ao de 2024. A dimensão "oportunidades" apresentou o pior desempenho, evidenciando desigualdades regionais.

A inclusão digital dos idosos é essencial, com smartphones adaptados que oferecem maior acessibilidade. Ajustes como aumento de contraste, comandos de voz e funções de emergência promovem segurança e conforto.

A RBCIP, UFMS e GWE assinaram um acordo para construir uma usina de Hidrogênio Verde em Campo Grande, prevendo até 500 mil empregos até 2050 e investimentos de trilhões na cadeia de hidrogênio limpo.