São Paulo registrou um aumento alarmante de 450% nos casos de febre oropouche em 2024, com 44 confirmações até agora. O Rio de Janeiro também reportou mortes, enquanto o Brasil soma 10.076 casos.

O estado de São Paulo registrou, em 2024, 44 casos de febre oropouche, um aumento de 450% em relação ao ano anterior, quando foram notificados apenas oito casos. Os casos são autóctones, ou seja, ocorreram nas localidades onde os pacientes residem, sem histórico de deslocamento para áreas com maior incidência da doença. Uma morte está sob investigação. O mosquito responsável pela transmissão, o Culicoides paraensis, conhecido como maruim, é pequeno, medindo cerca de 1,5 mm.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, os casos confirmados estão concentrados na região de Registro, abrangendo municípios como Cajati, Juquiá e Miracatu, além do Litoral Norte, em Ubatuba. Em 2024, todos os casos ocorreram na região do Vale do Ribeira, sem registros de óbitos até o momento. A febre oropouche é uma arbovirose endêmica na América Latina, especialmente na Amazônia, mas seu avanço para outras regiões é preocupante.
Alexandre Naime Barbosa, chefe do departamento de infectologia da Unesp e coordenador científico da Sociedade Brasileira de Infectologia, destaca que o maruim tem se adaptado a ambientes urbanos, facilitando a disseminação da doença em áreas densamente povoadas. Em 2023, o Ministério da Saúde confirmou as primeiras mortes pela doença no mundo, ocorridas na Bahia, em mulheres jovens sem comorbidades, mas com sintomas semelhantes aos da dengue grave.
O aumento de casos em São Paulo, embora ainda não seja considerado alto em termos absolutos, reflete uma tendência nacional. Até o momento, o Brasil contabiliza 10.076 casos de febre oropouche em 2024, um número que já supera os casos de 2023, que foram 833. Especialistas ressaltam que a ampliação dos testes diagnósticos e a conscientização dos profissionais de saúde podem ter contribuído para esse aumento.
Pesquisadores da Fiocruz Amazônia e da Unicamp identificaram uma nova variante do vírus que causa a febre oropouche, que se replicou cem vezes mais em células de mamíferos em comparação à cepa original. Fatores ambientais e eventos climáticos extremos na Amazônia também podem ter alterado a dinâmica de transmissão do vírus, o que requer mais estudos para confirmação.
A transmissão vertical do vírus é uma preocupação crescente, evidenciada pelo caso de um bebê no Acre que nasceu com anomalias congênitas associadas à febre oropouche e faleceu após 47 dias. Os sintomas da doença incluem febre alta, dores no corpo e articulações, diarreia e náuseas. Para prevenir a infecção, a Secretaria Estadual de Saúde recomenda o uso de roupas claras, repelentes e a limpeza de terrenos. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo ações que visem a conscientização e o apoio às vítimas da febre oropouche.

Pesquisa da Universidade de Pittsburgh revela que aromas específicos podem evocar memórias positivas mais intensas que palavras, oferecendo novas perspectivas para o tratamento da depressão. O estudo destaca a conexão entre o olfato e a saúde mental, sugerindo que a aromaterapia pode ser uma ferramenta eficaz para melhorar a regulação emocional em pacientes.

Grupo de alunos da Academia Buriti, sob a orientação do professor Demétrios Júnior, realiza doação de sangue no Hemocentro de Brasília, promovendo solidariedade e saúde.

O SUS iniciou as infusões do Zolgensma, terapia gênica para AME, em crianças com menos de seis meses, após acordo com a Novartis. Brasil é o sexto país a oferecer essa opção no sistema público. O medicamento, que custa R$ 7 milhões por dose, será administrado a crianças com AME tipo 1, sem ventilação mecânica invasiva. O pagamento é vinculado ao sucesso do tratamento, com acompanhamento por cinco anos.

Preta Gil, em tratamento contra câncer no intestino, celebrou o aniversário do sobrinho Nino nos Estados Unidos, onde participa de um tratamento experimental. A artista já passou por cirurgia complexa e busca novas opções terapêuticas.

Cientistas revelam seis hábitos essenciais para prevenir a demência, incluindo estimulação cerebral e controle da pressão arterial, em um cenário onde a OMS prevê um aumento alarmante de casos até 2050.

Batimentos cardíacos intensos antes de dormir podem ser sinais de doenças cardíacas, alerta o professor Michael Miller, da Universidade de Maryland. É crucial buscar orientação médica se persistirem.