São Paulo confirmou um caso de sarampo em 2025, totalizando cinco no Brasil. O paciente, um homem de 31 anos, já está recuperado e não apresentou sintomas graves. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) destaca a importância da vacinação, que atingiu cobertura de 98,7% em 2024. Casos esporádicos também foram registrados no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, todos classificados como importados. Apesar do aumento global de infecções, o Brasil mantém o certificado de país livre do sarampo, mas alerta para a vigilância contínua.

O Estado de São Paulo confirmou um caso de sarampo em 2025, o quinto registrado no Brasil neste ano. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) informou que o paciente, um homem de 31 anos residente na capital paulista, já está recuperado e não apresentou sintomas graves, não necessitando de internação. A origem da infecção ainda está sendo investigada, e o último caso autóctone no estado ocorreu em 2022.
A SES-SP destacou que todas as medidas de controle e prevenção foram iniciadas em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP) e o Ministério da Saúde (MS). A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra o sarampo, e em 2024, a cobertura vacinal com a tríplice viral atingiu 98,7% em São Paulo, o maior percentual desde 2016.
O imunizante é disponibilizado gratuitamente na rede pública a partir do primeiro ano de vida, com a primeira dose recomendada aos 12 meses e a segunda aos 15. A SES-SP também enfatizou que pessoas de 12 meses a 59 anos podem receber a vacina, sendo recomendadas duas doses até 29 anos e uma dose para aqueles entre 30 e 59 anos que não foram vacinados.
O Brasil havia recuperado o certificado de país livre do sarampo, rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) em 2024, após surtos em 2018 e uma cobertura vacinal abaixo do ideal. Desde 2022, a maioria dos casos registrados no país é de origem importada, com indivíduos contaminados retornando do exterior. Recentemente, foram confirmados casos esporádicos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, todos classificados como importados.
Em março, o Ministério da Saúde confirmou dois casos esporádicos em São João de Meriti, no Rio de Janeiro, envolvendo crianças de uma mesma família. Outro caso foi registrado em Itaboraí, também no Rio de Janeiro, e um quinto caso foi identificado no Distrito Federal, de uma mulher de 35 anos que havia viajado para a Ásia e Pacífico Ocidental. As autoridades de saúde adotaram medidas de vigilância para conter a disseminação do vírus.
Embora os quatro casos esporádicos não sejam suficientes para que o Brasil perca o certificado de eliminação do sarampo, o alerta é importante, especialmente diante do aumento global de casos da doença. A Europa registrou em 2024 o dobro de casos em relação ao ano anterior, e os Estados Unidos enfrentam surtos em regiões com baixa cobertura vacinal. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a vacinação e a conscientização sobre a importância da imunização.

Estudos recentes mostram que o exercício físico é crucial não apenas na prevenção, mas também no tratamento do câncer, embora menos de 10% dos médicos prescrevam essa prática. O oncologista Paulo Bergerot destaca a necessidade de sensibilização e formação na área.

O câncer de pele é o mais comum no Brasil, mas apresenta alta taxa de cura. O Dr. Paulo Hoff alerta sobre o aumento do câncer colorretal e a importância de exames preventivos para reduzir a mortalidade.

Com a chegada do frio, o Distrito Federal registrou 4.079 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, com 79% das ocorrências em crianças. O rinovírus e o VSR são os principais responsáveis pela alta.

A Fundação Hemocentro de Brasília alerta sobre a queda nas doações de sangue, que atingiram 121 por dia em agosto, 33% abaixo do ideal. Para reverter a situação, coletas externas ocorrerão em 14 de setembro no Assaí Atacadista.

Mutirão de vacinação nas escolas ocorrerá de 14 a 25 de outubro, visando aumentar a cobertura vacinal, especialmente contra o HPV, com R$ 150 milhões em recursos.

O Ministério da Saúde anunciou a inclusão de dois novos tratamentos hormonais para endometriose no SUS: o DIU-LNG e o desogestrel, após recomendação do Conitec. A implementação depende da atualização de protocolos.