Sebastião Salgado, renomado fotógrafo, anunciou sua aposentadoria da fotografia documental após cinquenta anos, devido a sequelas de malária e problemas na coluna. Sua trajetória foi acompanhada pelo Estadão, destacando exposições e projetos impactantes.

O fotógrafo e documentalista Sebastião Salgado anunciou sua aposentadoria da fotografia documental em 2024, após cinquenta anos de carreira. A decisão foi motivada por sequelas de malária contraída na Indonésia e problemas na coluna resultantes de um acidente em Moçambique. Salgado, que teve sua trajetória acompanhada pelo Estadão ao longo de mais de quatro décadas, é conhecido por suas obras que retratam a condição humana e a relação do homem com a natureza.
Desde sua primeira exposição em São Paulo, em 1983, na galeria Fotoptica, até projetos como "Gênesis", Salgado se destacou por sua capacidade de contar histórias através de imagens. Em entrevistas, ele sempre enfatizou a fotografia como uma linguagem universal, capaz de transcender barreiras culturais e linguísticas. "Qualquer um que veja uma de minhas obras vai compreendê-la", afirmou em uma de suas falas marcantes.
Em 1992, o Grupo Estado promoveu um evento inédito, onde Salgado apresentou mais de quinhentas imagens de sua carreira. Essa foi uma oportunidade para fotógrafos brasileiros trocarem experiências com um dos mestres do fotojornalismo. O evento foi um marco na divulgação de seu trabalho no Brasil, que até então não havia sido mostrado em tal proporção.
O projeto "Gênesis", que ocupou oito anos de sua vida, foi finalizado em 2013 e trouxe à tona a importância da preservação ambiental. Salgado documentou comunidades que mantêm laços primordiais com a natureza, ressaltando a desconexão que a vida urbana impõe. Ele relatou ter enfrentado desafios emocionais ao registrar cenas brutais, como as de Ruanda, que impactaram sua saúde mental.
Além de seu trabalho fotográfico, Salgado também se dedicou a projetos de reflorestamento, como o Instituto Terra, que busca restaurar áreas degradadas em Minas Gerais. Em 2021, ele compartilhou detalhes sobre suas iniciativas de recuperação ambiental, mostrando seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.
A aposentadoria de Salgado marca o fim de uma era na fotografia documental, mas seu legado continua vivo. Vítimas de problemas ambientais e sociais podem precisar de apoio para superar desafios. Projetos que visam a preservação do meio ambiente e a promoção da justiça social devem ser estimulados pela sociedade civil, garantindo que a mensagem de Salgado permaneça relevante e inspiradora.

Mães de crianças com necessidades especiais no Rio de Janeiro protestarão na Prefeitura por melhores condições de inclusão escolar após vídeo de menino autista desassistido viralizar. Elas exigem profissionais qualificados e apoio educacional.

Humorista Leo Lins foi condenado a oito anos e três meses de prisão por discursos discriminatórios, enquanto Tatá Werneck destaca a importância de consultoria LGBTQI+ em seu programa "Lady Night". A condenação de Leo Lins gerou debates sobre liberdade de expressão. Tatá Werneck, ao contratar a pedagoga Ana Flor, enfatiza a responsabilidade de respeitar a comunidade LGBTQI+.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciará R$ 1 bilhão em microcrédito rural para o Norte e Centro-Oeste, visando apoiar agricultores familiares em regiões vulneráveis. A iniciativa, parte do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado e do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, busca promover trabalho e renda por meio de financiamento e orientação técnica. A coletiva ocorrerá no dia 9 de julho, às 15h, na sede do ministério.

O saneamento básico no Brasil se transforma em um motor de mudança social, com investimentos significativos de empresas como Aegea e Sabesp, visando melhorar a saúde e a inclusão. A Aegea investiu R$ 10,4 bilhões em 2024, ampliando serviços para 1,2 milhão de pessoas. A Sabesp planeja R$ 70 bilhões em cinco anos, priorizando comunidades vulneráveis.

Juliana Aragão, filha adotiva de Renato Aragão, enfrenta discriminação e dificuldades financeiras, trabalhando como motorista de Uber e sem apoio do pai. Ela denuncia calote na venda de um apartamento.

Ana Cristina, paciente com obesidade severa, enfrenta preconceito e dificuldades no SUS para obter cirurgia bariátrica, enquanto especialistas alertam sobre a escassez de tratamentos adequados.