A prefeitura de Senador Amaral (MG) declarou o "Morango do amor" como patrimônio cultural imaterial após vencer concurso gastronômico, buscando reconhecimento estadual para aumentar recursos. A cidade, com 21 milhões de pés de morango, destaca-se na produção agrícola e no turismo rural.

A prefeitura de Senador Amaral, localizada no sul de Minas Gerais, declarou o “Morango do amor” como patrimônio cultural e imaterial do município. O doce, que se destacou no Festival de Inverno da cidade, foi escolhido como o melhor do concurso gastronômico deste ano. Senador Amaral é reconhecida como um dos principais polos produtores de morango do estado, com uma produção significativa que inclui 21 milhões de pés de morango cultivados em uma área de 420 hectares.
De acordo com dados da Secretaria de Agricultura do município, a colheita anual chega a cerca de 32 mil toneladas. O reconhecimento do “Morango do amor” como patrimônio cultural foi impulsionado por um esforço da Secretaria de Cultura e Turismo, que coletou informações sobre a importância histórica e econômica do morango para a região. O secretário de Cultura e Turismo, Evanil Emiler, ressaltou a relevância da produção de morangos para a economia local.
O secretário destacou que a cidade se tornou referência na produção de morangos em Minas Gerais, com grande parte da população envolvida em atividades que vão do cultivo à comercialização em feiras e eventos de turismo rural. As características geográficas de Senador Amaral, que se encontra a uma altitude de 1.505 metros, juntamente com o solo e clima favoráveis, contribuem para a qualidade da fruta.
A iniciativa da prefeitura visa também buscar o reconhecimento estadual do “Morango do amor” como patrimônio, o que pode resultar em mais recursos para o município através do ICMS cultural. Esse reconhecimento é visto como uma forma de valorizar a cultura agrícola local e fomentar o desenvolvimento econômico da região.
Além do impacto econômico, a valorização do “Morango do amor” pode estimular a realização de festas típicas e feiras que promovem a cultura local, gerando renda e fortalecendo a identidade da comunidade. A união de esforços entre a população e as autoridades pode ser fundamental para garantir o sucesso dessas iniciativas.
Em tempos de valorização da cultura local, é essencial que a sociedade civil se mobilize para apoiar projetos que promovam a tradição e a economia regional. A força da comunidade pode ser decisiva para garantir que o “Morango do amor” continue a ser um símbolo de orgulho e prosperidade para Senador Amaral.

A rede pública de educação do Distrito Federal enfrenta um aumento alarmante de violência nas escolas, com esfaqueamentos e agressões entre alunos e professores. A Secretaria de Educação intensifica ações de prevenção e colaboração com a Polícia Militar.

Funcionária da Caixa Econômica Federal teve autorização para reduzir jornada de trabalho em 25% para cuidar de filhos autistas. Decisão destaca a proteção dos direitos das pessoas com deficiência. A Caixa deve cumprir a nova jornada em até oito dias, sob pena de multa diária de R$ 300.

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou a expansão da Linha 1 do Metrô-DF, com novas estações e aquisição de trens, visando dobrar a capacidade de transporte em cinco anos. Apesar disso, persiste um déficit de servidores.

A aposentada Nilza de Barros Aureliano, de 83 anos, superou uma grave hemorragia estomacal com a ajuda de doadores de sangue, inspirando sua neta a se tornar doadora em homenagem à avó. Nilza recebeu até 12 bolsas de sangue por dia durante sua internação, e sua neta, Giovanna, destaca a importância da doação, agradecendo aos doadores que salvaram a vida da avó.

A Câmara Municipal do Rio manteve o veto do prefeito Eduardo Paes ao "Dia da Cegonha Reborn", que homenagearia artesãs de bonecos realistas, enquanto derrubou outro veto, criando o projeto "Praia limpa é lixo zero". A decisão gerou descontentamento entre as artesãs, que defendem a importância de seu trabalho para a saúde mental.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) participou do Seminário Internacional de Monitoramento do Desenvolvimento na Primeira Infância em Brasília, promovido pelo Ministério da Saúde. O evento, que contou com representantes de vários países, visou fortalecer a cooperação na América Latina e aprimorar políticas públicas para o desenvolvimento infantil. A OPAS destacou a importância de medir o desenvolvimento infantil, já que cerca de treze por cento das crianças enfrentam atrasos, especialmente em contextos de vulnerabilidade.