Gilberto Schwartsmann, escritor e médico gaúcho, tem seu livro "Dibuk" reconhecido internacionalmente, enquanto Moacyr de Oliveira Filho lança "O desabrochar dos agapantos". No dia 30, será apresentado o Projeto Maturidade, que oferecerá aulas de artesanato em igrejas do Rio de Janeiro, promovendo inclusão e renda para a terceira idade.

O livro "Dibuk", do escritor e médico gaúcho Gilberto Schwartsmann, está ganhando destaque internacional. Com edições em francês e espanhol, a obra foi recomendada na Argentina pela revista cultural Fervor, que a incluiu entre os 15 livros mais relevantes. Inspirado por memórias familiares e personagens da infância, "Dibuk" reúne dez contos que refletem a rica cultura e experiências do autor.
Na última segunda-feira, dia 26, o jornalista Moacyr de Oliveira Filho lançou seu quinto livro, intitulado "O desabrochar dos agapantos – histórias, reflexões, vivências", pela editora Mauad. O autor, que reside em Brasília desde mil novecentos e setenta e sete, compartilha em sua obra suas paixões, que incluem o Corinthians, o samba e a política. Moacyr, conhecido como Moa, destaca a importância dessas vivências em sua narrativa.
No dia 30 deste mês, será lançado o Projeto Maturidade, uma iniciativa da Secretaria de Economia Solidária do Rio de Janeiro, com apoio do deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ). O projeto, que contará com a presença do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, tem como objetivo oferecer aulas de artesanato em trinta igrejas católicas da cidade, promovendo inclusão e geração de renda para a terceira idade.
O Projeto Maturidade visa não apenas a capacitação, mas também a valorização do saber artesanal entre os mais velhos, proporcionando uma nova perspectiva de vida e oportunidades de interação social. A iniciativa é um passo importante para fortalecer a comunidade e oferecer suporte àqueles que muitas vezes são esquecidos.
As obras de Gilberto Schwartsmann e Moacyr de Oliveira Filho, assim como o Projeto Maturidade, refletem a riqueza cultural e a necessidade de apoio a projetos que promovem a inclusão social. Essas iniciativas são fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e solidária.
Iniciativas como essas devem ser incentivadas pela sociedade civil, pois podem transformar vidas e fortalecer comunidades. A união em torno de projetos que visam o bem-estar social é essencial para garantir que todos tenham a oportunidade de prosperar e se desenvolver.
Léia Moura Oliveira Rocha, de 54 anos, superou limitações de pés tortos congênitos após tratamento inovador no HBDF, recuperando a autonomia e sonhando com novas atividades. O método adaptado para adultos, desenvolvido pelo ortopedista Davi Haje, transforma vidas sem cirurgias complexas.

Exposição no Centro Cultural Justiça Federal revela o lado pintor de Jorge Selarón, com 350 obras que retratam o cotidiano carioca. Iniciativas visam restaurar a famosa escadaria e catalogar sua produção artística.

A Caravana Sebrae Delas promoveu um evento em Maceió, reunindo mais de 12 mil participantes e destacando o crescimento do empreendedorismo feminino no estado, com quase 97 mil empresas lideradas por mulheres. A iniciativa, parte do Alagoas Summit, visa capacitar e conectar empreendedoras, enfrentando desafios como a formalização de negócios. O Sebrae oferece soluções como o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas, facilitando o acesso ao crédito.

A prefeitura do Rio instituiu o “Circuito de Desfiles da Avenida Chile — Bira Presidente” em homenagem a Ubirajara Félix do Nascimento, cofundador do Fundo de Quintal. O circuito, que celebra a memória do sambista, já era utilizado pelo bloco Cacique de Ramos e será gerido pela Riotur. Bira, que faleceu em junho de 2023, foi fundamental na valorização do samba e do carnaval de rua.

Setenta por cento das trabalhadoras domésticas no Brasil relatam cansaço crônico, evidenciando a sobrecarga e a falta de direitos. Estudo revela que a maioria não tem vínculo formal e enfrenta desigualdade salarial.

Relatório do Unicef revela que 2 milhões de jovens brasileiros estão em empregos verdes, representando 30% da força de trabalho nesse setor, mas destaca desigualdades no acesso à capacitação. A pesquisa aponta que, apesar do avanço, a formação técnica é desigual, com cursos concentrados em grandes cidades, dificultando o acesso de jovens em áreas periféricas.