Roque Boa Morte apresenta a exposição "Bembé, a festa dos olhos do rei", celebrando a cultura afro-brasileira e suas tradições, resultado de sua pesquisa de mestrado na UFBA. A mostra, com 38 fotos, integra o Bembé do Mercado, destacando a ancestralidade e resistência cultural.

Roque Boa Morte, artista visual com raízes na cultura afro-brasileira, apresenta sua nova exposição fotográfica intitulada "Bembé, a festa dos olhos do rei". A mostra, que faz parte de sua pesquisa de mestrado em estudos étnicos e africanos na Universidade Federal da Bahia (UFBA), será inaugurada durante o Bembé do Mercado, um evento que celebra as tradições afro-brasileiras em Santo Amaro, na Bahia.
A exposição é composta por trinta e oito fotografias, resultado de cinco anos de investigação sobre o Bembé, uma manifestação cultural e religiosa reconhecida como patrimônio imaterial da Bahia e do Brasil. As imagens foram organizadas de forma a remeter às bandeirolas tradicionais dos terreiros, criando um diálogo visual com a arte do evento.
Roque, que vive em Nova York desde 2023, encontrou inspiração em sua mãe, Dona Katia, que usou a costura como forma de lidar com a ansiedade durante sua gravidez. Essa conexão entre mãe e filho se reflete na obra de Boa Morte, que utiliza o crochê como símbolo de ligação e ancestralidade, reforçando a importância das memórias familiares em sua arte.
O artista destaca a relevância do Bembé como um espaço de resistência e afirmação cultural, especialmente em um contexto de intolerância religiosa. Ele menciona que, apesar dos esforços de boicote por parte de grupos evangélicos, a festa continua a ser um símbolo de união e celebração da cultura afro-brasileira.
A trajetória de Roque Boa Morte é marcada por sua busca por liberdade e expressão artística. Formado em Direito, ele deixou sua carreira pública para se dedicar à arte, enfrentando desafios relacionados à sua identidade como um homem gay. Essa jornada é paralela à evolução do Bembé, que passou de um evento estigmatizado a uma celebração inclusiva e iluminada.
Com o apoio de colecionadores e a crescente visibilidade de seu trabalho, Roque Boa Morte se posiciona como um importante representante da cultura afro-brasileira. Projetos como o dele merecem ser apoiados pela sociedade civil, pois ajudam a preservar e promover a rica herança cultural do Brasil, além de fortalecer a luta contra a intolerância e a discriminação.

A cientista Mariangela Hungria, da Embrapa, foi laureada com o Prêmio Mundial de Alimentação por suas pesquisas em microrganismos que capturam nitrogênio, gerando economia de R$ 25 bilhões e reduzindo emissões de CO2.

Renata Ceribelli estreia nova temporada do quadro "Prazer, Renata" no "Fantástico", abordando vivências de pessoas com 60 anos ou mais, desafiando preconceitos sobre envelhecimento. A série propõe um olhar renovado sobre a longevidade e a diversidade de experiências, promovendo diálogos intergeracionais e a importância de combater o etarismo.
Neste sábado, Fortaleza e outras cidades do Ceará receberão uma demonstração do Defesa Civil Alerta (DCA), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ferramenta, que será ativada no Nordeste a partir de 18 de junho, enviará alertas gratuitos via celular para 36 municípios, visando a segurança durante o período chuvoso.

Jovens que saem de instituições de acolhimento enfrentam desafios ao atingir a maioridade. O projeto Jovem em Movimento oferece suporte e oficinas para facilitar essa transição e promover autonomia.

Foi inaugurada a Biblioteca Wilma Lancellotti em São Paulo, idealizada pelo padre Júlio Lancellotti, com acervo de oito mil livros e serviços de apoio à cidadania para a população em situação de rua.

O projeto "Aqui tem Memória" valoriza a cultura carioca com placas informativas e QR Codes em 47 pontos turísticos, incluindo a Igreja da Penha e a estátua do Bellini, promovendo conhecimento e preservação.