O governo do presidente Lula anunciou um investimento recorde de R$ 89 bilhões para o Plano Safra da Agricultura Familiar em 2024/2025, visando fortalecer a segurança alimentar e a renda no campo. Com juros acessíveis, o número de contratos cresceu 26%, refletindo avanços na produção e na redução de preços de alimentos.

Pelo terceiro ano consecutivo, o governo do presidente Lula anunciou um novo recorde no Plano Safra da Agricultura Familiar, com investimentos de R$ 89 bilhões para o período de 2024/2025. Este montante expressivo reafirma o compromisso do governo com a segurança alimentar e a geração de renda no campo, refletindo os resultados positivos obtidos nos anos anteriores. Além do valor recorde, as taxas de juros foram mantidas acessíveis, especialmente para a produção de alimentos essenciais, mesmo em um cenário econômico desafiador.
Os juros para cultivos como arroz, feijão, mandioca, frutas, legumes e verduras permanecem em apenas 3% ao ano, e a produção de ovos foi incluída nesta linha especial. Para os produtores agroecológicos, a taxa é ainda menor, de 2% ao ano, evidenciando o apoio à transição ecológica e à bioeconomia. Nos últimos dois anos, o número de contratos cresceu 26% e o valor financiado aumentou 21%, totalizando 1,67 milhão de acordos firmados.
O avanço foi especialmente notável no Nordeste, onde o número de contratos quase dobrou e o ticket médio por produtor subiu de R$ 6 mil para R$ 35 mil. Essa ampliação do acesso ao crédito fortalece a capacidade produtiva dos agricultores familiares em todas as regiões do Brasil. O aumento na produção também contribuiu para a deflação nos preços de alimentos, com destaque para reduções no tomate, arroz, ovos e frutas, ajudando a conter a inflação.
Um dos focos do projeto é garantir que os agricultores familiares tenham acesso à mecanização das lavouras. O Brasil possui um agronegócio altamente tecnológico, e o objetivo é levar esses avanços para a agricultura familiar, reduzindo as desigualdades e proporcionando condições dignas de trabalho e renda. Isso também incentiva a permanência da juventude no campo, promovendo o cooperativismo como uma alternativa para acesso a assistência técnica e compra em escala.
O Programa Mais Alimentos disponibilizará R$ 12 bilhões para a compra de máquinas e equipamentos de pequeno porte, com juros de apenas 2,5%. Além disso, novas modalidades de crédito foram criadas para conectividade e acessibilidade, e o teto para reforma e construção de moradias foi ampliado. O Plano Safra agora anunciado é uma ferramenta de transformação social, fortalecendo a economia local e garantindo alimentos de qualidade a preços acessíveis.
O Brasil, que alimenta o mundo, começa nas mãos dos pequenos agricultores, e o governo seguirá trabalhando para oferecer cada vez mais apoio e reconhecimento a esses produtores. Em momentos como este, a união da sociedade pode fazer a diferença, ajudando a impulsionar iniciativas que promovam o desenvolvimento e a dignidade dos agricultores familiares.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciou a ampliação das obras da transposição do Rio São Francisco, visando dobrar a oferta de água no Nordeste. O projeto inclui novas barragens e sistemas de dessalinização, reforçando a segurança hídrica e o desenvolvimento econômico da região.

Neste ano, 31,3 mil mulheres se alistaram nas Forças Armadas do Brasil, após a abertura do alistamento voluntário. O Ministério da Defesa implementa medidas para garantir segurança e adaptação nos quartéis.

O Ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, firmou parceria com a Confederação Nacional de Transporte para expandir o programa Saúde nos Portos, atendendo 1.500 trabalhadores em 20 portos. A iniciativa visa promover saúde, segurança e qualidade de vida, além de ações durante a COP30.

No próximo domingo, o Instituto Liberta projetará dados alarmantes sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes nas fachadas da Câmara e do Senado, visando sensibilizar a sociedade e parlamentares. A ação destaca que, a cada hora, cinco crianças são vítimas de estupro no Brasil, e que 78% dos crimes desse tipo envolvem menores.

Mais de 100 pessoas assinaram um manifesto contra a decisão do ICMBio e da Funai, que mantém os Guarani Mbya em uma reserva biológica no Paraná. O Fórum de Povos Tradicionais de Guaraqueçaba repudiou a medida, destacando a fragilidade da proteção ambiental.

Preta Gil e Leila Diniz, ícones da luta pela liberdade feminina, desafiaram padrões sociais ao exibir seus corpos e afirmar suas identidades. Ambas enfrentaram preconceitos e censura, mas deixaram um legado de aceitação e empoderamento.