A Anebaps finalizou seu primeiro BID público nacional, escolhendo o Lab-to-Lab Pardini para análises clínicas, com o objetivo de aumentar a eficiência e reduzir custos em clínicas associadas. A parceria promete melhorar a qualidade dos serviços de saúde no Brasil, beneficiando milhares de pacientes.
A Anebaps (Associação Nacional das Empresas de Benefícios e Atenção Primária e Secundária) finalizou seu primeiro processo de licitação pública nacional, conhecido como BID, para a contratação de análises clínicas. O objetivo é fornecer serviços a clínicas e centros médicos associados, buscando aumentar a eficiência operacional, reduzir custos e melhorar a qualidade dos diagnósticos em várias regiões do Brasil.
O Lab-to-Lab Pardini, parte do Grupo Fleury, foi escolhido como o fornecedor vencedor do edital. Essa seleção marca um passo significativo para as clínicas e centros médicos que fazem parte da Anebaps, que estão localizados em áreas estratégicas como Grande São Paulo, Porto Alegre, Goiânia, Rio de Janeiro e Fortaleza.
O edital foi elaborado para oferecer uma solução escalável para a realização de exames laboratoriais, priorizando a eficiência e a qualidade no atendimento aos pacientes. Massanori Shibata Jr., presidente da Anebaps e do dr.consulta, expressou satisfação com o resultado, destacando a competitividade e a excelência técnica da proposta vencedora.
Shibata Jr. afirmou que a parceria com o Lab-to-Lab Pardini é estratégica para criar uma rede de apoio diagnóstico acessível e eficiente, beneficiando milhares de brasileiros atendidos pelas clínicas associadas. A Anebaps espera que essa colaboração amplie o alcance dos serviços de saúde no Brasil e desenvolva soluções integradas para atender as necessidades de diferentes comunidades.
Fernando Ramos, diretor de Negócios do Lab-to-Lab Pardini, reforçou o compromisso da empresa em expandir os serviços diagnósticos no país. Ele destacou a importância de integrar soluções laboratoriais às redes de atenção primária e secundária, enfatizando a eficiência e a inovação como pilares dessa parceria.
Iniciativas como essa são fundamentais para fortalecer a rede de cuidados em saúde e promover a equidade no acesso aos serviços. A união da sociedade civil pode ser um motor para apoiar projetos que visem melhorar a qualidade do atendimento à saúde, beneficiando aqueles que mais precisam.
O Tribunal de Contas do Município de São Paulo suspendeu a concorrência da PPP para reformulação do Terminal Parque Dom Pedro II, exigindo resposta da Prefeitura em cinco dias. Irregularidades no edital foram apontadas, e o projeto, que envolve R$ 717 milhões em obras iniciais e até R$ 2,1 bilhões no total, busca revitalizar uma área deteriorada.
A taxa de pobreza no Brasil caiu de 21,7% em 2023 para 20,9% em 2024, mas o avanço é lento e a geração de empregos deve ser limitada em 2025, segundo o Banco Mundial. Apesar da redução, 45,8 milhões de brasileiros ainda vivem com menos de US$ 6,85 por dia. O governo enfrenta desafios orçamentários que podem dificultar a continuidade de programas sociais eficazes.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) lançou um cartão de crise para pacientes dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), visando um atendimento mais eficiente em crises psíquicas. A adesão é voluntária e o cartão contém informações essenciais, como contato e medicamentos, facilitando a comunicação e o acolhimento. A iniciativa já é bem recebida, promovendo cuidado humanizado e autonomia ao paciente.
Cientistas e indígenas se reuniram em seminário sobre a jurema-preta, mas tensões surgiram devido a acusações de apropriação cultural. Dráulio de Araújo decidiu priorizar estudos com DMT sintetizado.
Neste fim de semana, a Prefeitura de São Bernardo promove o 'Viva o Paço' e o 'Viva SBC', com brincadeiras tradicionais e aulas de ritmos, resgatando interações sem tecnologia. As atividades ocorrem na Esplanada do Paço Municipal e em outros locais, das 14h às 20h, com destaque para jogos como pião e fubeca, além de brinquedos infláveis.
A Câmara dos Deputados aprovou o PL 2583/2020, que visa garantir a autonomia do Brasil na produção de insumos médicos, com incentivos fiscais para empresas do setor. A proposta, que segue para o Senado, busca reduzir a dependência externa e fortalecer a indústria nacional de saúde.