A Prefeitura de São Paulo reduziu a taxa de ausência escolar de 20,7% para 13,2% com o programa Mães Guardiãs, envolvendo 3.483 mães e resultando em 2,5 milhões de faltas a menos. A iniciativa visa combater a evasão escolar e promover a inclusão social.

A Prefeitura de São Paulo implementou uma série de medidas que resultaram na redução da taxa de ausência escolar na rede municipal de ensino, que caiu de 20,7% para 13,2% entre 2020 e 2024. O programa Mães Guardiãs, que envolveu 3.483 mães, foi um dos principais responsáveis por essa mudança, evitando que milhares de estudantes deixassem a sala de aula. Comparando os anos de 2023 e 2024, foram registrados 2,5 milhões de faltas a menos.
A maior taxa de presença dos alunos em sala de aula foi alcançada através do trabalho colaborativo entre alunos, comunidade e profissionais que se dedicam ao contato com as famílias. As ações incluem ligações telefônicas e visitas domiciliares, que ajudam a identificar e resolver as dificuldades enfrentadas pelos estudantes. O programa Mães Guardiãs, também conhecido como Agente de Busca Ativa Escolar (ABAE), visa a inserção social e produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade, preferencialmente mães de alunos da rede municipal.
Essas mães realizam atividades de busca ativa escolar, como a verificação de endereços de responsáveis por estudantes não localizados e o preenchimento de questionários que ajudam a entender as dificuldades que impedem o retorno às aulas. O Mães Guardiãs faz parte do Programa Operação Trabalho (POT), uma iniciativa conjunta da Secretaria Municipal de Educação e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho.
Além do programa, a Prefeitura intensificou reuniões com núcleos de aprendizagem e reforçou o contato telefônico com os responsáveis por alunos com faltas frequentes. Outras ações incluem o reforço do transporte escolar gratuito, a garantia de segurança alimentar, auxílio para material escolar e uniforme, e a campanha Estudante Presente Transforma Futuros, desenvolvida em parceria com a Unesco.
O aumento na quantidade de encontros de formação técnica e pedagógica com as diretorias escolares também foi significativo, com um crescimento de 48,8% nas reuniões em comparação com o ano anterior. Essas iniciativas têm como objetivo mobilizar a comunidade escolar e a sociedade no combate à evasão escolar, promovendo um ambiente mais favorável ao aprendizado.
Iniciativas como essas demonstram a importância da união da sociedade para enfrentar desafios educacionais. A colaboração entre diferentes setores pode ser fundamental para garantir que mais crianças e adolescentes tenham acesso à educação de qualidade, contribuindo para um futuro melhor. A mobilização da comunidade pode fazer a diferença na vida de muitos estudantes e suas famílias.

Iniciou o segundo ciclo de 2025 do Renova-DF com 2.869 alunos, incluindo 182 em vulnerabilidade. O programa visa qualificação profissional e combate ao desemprego, com bolsas e capacitações práticas.

O Cursinho Popular do Centro Zoia Prestes de Educação Multidisciplinar (CeZPEM) oferece aulas gratuitas para o Enem, com mais de 900 alunos e 450 professores voluntários. A iniciativa, sustentada por financiamento coletivo, visa ampliar o acesso ao ensino superior. As aulas online ao vivo permitem interação em tempo real, proporcionando uma experiência similar ao cursinho presencial, mas sem custos. O projeto, parte do Coletivo Soberana, conta com uma estrutura robusta e diversas equipes dedicadas. As inscrições estão abertas para quem concluiu ou está finalizando o ensino médio.

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, pela primeira vez, permitir o registro civil de uma pessoa como gênero neutro, destacando a importância da autoidentificação. A relatora, ministra Nancy Andrighi, enfatizou a complexidade da identidade de gênero e a necessidade de dignidade para todos, reconhecendo o sofrimento da pessoa envolvida. A decisão visa garantir respeito e proteção às identidades não-binárias, alinhando-se a precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre direitos fundamentais.

Jeison Lion, Vice-presidente de Recursos Humanos da Bridgestone Américas, implementou programas de saúde mental e treinou 85 mulheres para funções industriais, buscando aumentar a diversidade nas fábricas.

Kyem Ferreiro, ativista trans negro, superou desafios na infância e se destacou em São Paulo, coordenando o IBRAT e co-idealizando a Marcha Transmasculina, que mobilizou milhares em prol dos direitos trans.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Waldez Góes ativaram o Defesa Civil Alerta em quatro cidades do Rio Grande do Norte, com previsão de operação em toda a região Nordeste a partir de 18 de junho. O sistema, que já foi testado em 11 municípios, enviará mensagens emergenciais via celular, garantindo alertas mesmo em modo silencioso.