A cantora Simony, em remissão de câncer de intestino, reflete sobre sua recuperação e lamenta a morte de Preta Gil, amiga que também enfrentou a doença. Ela prioriza o autocuidado e realiza seus sonhos.
A cantora Simony, de 49 anos, revelou que seu diagnóstico de câncer de intestino, ocorrido em julho de 2022, transformou sua visão sobre a vida. Após passar por diversas sessões de quimioterapia e radioterapia, ela alcançou a remissão em janeiro de 2023. Atualmente, a artista segue um tratamento com imunoterapia e é considerada pelos médicos uma "exceção da medicina". Em entrevista à Quem, Simony expressou sua gratidão: "Estou ótima. Vejo que sou muito abençoada, Deus é incrível comigo."
Simony também comentou sobre a morte de sua amiga Preta Gil, que faleceu em julho de 2025, após lutar contra a mesma doença. As duas se aproximaram devido a seus diagnósticos semelhantes e a cantora lamentou a perda: "É bem triste. Adorava muito ela [...] Infelizmente aconteceu, mas Preta descansou, vejo assim." Ela revelou que não conseguiu comparecer ao velório da amiga, afirmando: "Não fui em velório, não fui em nada, porque não consigo."
Após sua experiência com o câncer, Simony passou a priorizar o autocuidado e a realização de seus desejos. "Realizo todos os meus desejos, todos os meus sonhos. Saio para jantar com amigos, vou a teatros, viajo [...] Tudo o que quero fazer, eu faço." Essa mudança de perspectiva reflete a importância de aproveitar a vida e cuidar de si mesmo, especialmente após enfrentar desafios de saúde.
A luta contra o câncer é um tema que ressoa profundamente na sociedade, e a história de Simony serve como um lembrete da resiliência e da força que muitos encontram em momentos difíceis. Sua jornada inspira outros a buscarem apoio e a valorizarem cada momento. A artista acredita que sua experiência pode encorajar outras pessoas a acreditarem na possibilidade de superação.
Além disso, a perda de Preta Gil destaca a necessidade de apoio e solidariedade entre aqueles que enfrentam doenças graves. A amizade entre as duas artistas mostra como a união pode ser uma fonte de força em tempos de adversidade. A luta contra o câncer é uma batalha que muitas pessoas enfrentam, e o apoio da comunidade é essencial.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos e aqueles que enfrentam desafios semelhantes. Projetos que promovem a conscientização e o apoio a pacientes com câncer podem fazer uma diferença significativa na vida de muitos. Juntos, podemos criar um impacto positivo e ajudar a transformar histórias de luta em histórias de vitória.
A Turma do Seu Lobato lança, nesta sexta-feira (27), um clipe animado das músicas “Asa Branca” e “O Sanfoneiro Só Tocava Isso”, promovendo a cultura nordestina de forma lúdica e educativa. O projeto, com mais de 300 milhões de visualizações no YouTube, busca conectar as crianças às raízes culturais do Brasil, valorizando a diversidade de maneira divertida. A direção é de Daniela Mazzola.
O Instituto Plano de Menina, fundado por Vivi Duarte, já transformou a vida de mais de 2 milhões de meninas, capacitando e inserindo 2.200 no mercado de trabalho. Recentemente, a organização firmou parceria com o consulado brasileiro em Nova York e promoveu o Brazilian Fashion Day, além de criar uma plataforma de apoio para mulheres imigrantes.
Foi iniciado o Agosto Lilás com o ato simbólico das obras da Casa da Mulher Brasileira no Rio, que contará com R$ 28,5 milhões para oferecer serviços essenciais de proteção às mulheres em situação de violência.
Gui Christ, fotógrafo premiado, foi eleito o melhor retratista do ano pelo Sony World Photography Awards 2025 com seu projeto M’kumba, que destaca a Umbanda e o Candomblé no Brasil. Sua obra é um importante testemunho contra a intolerância religiosa.
Felca viralizou um vídeo que denuncia a adultização de crianças nas redes sociais e a exploração infantil, alcançando mais de 44 milhões de visualizações. O humorista, que tem experiência pessoal com vítimas de violência sexual, expõe como algoritmos promovem conteúdos prejudiciais. Especialistas alertam sobre os impactos emocionais dessa prática, enquanto a Meta afirma que remove material inapropriado assim que detectado.
A Alesp aprovou um programa de combate à pobreza em São Paulo, que prevê R$ 150 mensais para famílias elegíveis e uma jornada de reintegração ao mercado de trabalho, com investimento de R$ 500 milhões. O programa visa atender 105 mil famílias até 2026, incluindo aquelas com renda per capita de até R$ 218, e não compete com o Bolsa Família, segundo a secretária de Desenvolvimento Social.