Julio Andrade, ator de "Escola sem muros", destaca-se como diretor Braz Nogueira, enfrentando desafios na Escola Campos Salles, referência em educação pública. Recentemente, participou do remake de "Vale tudo" e foi indicado ao Emmy.

Julio Andrade é o ator que interpreta o diretor Braz Nogueira no filme “Escola sem muros”, dirigido por Cao Hamburger. A produção é inspirada na Escola Campos Salles, localizada na comunidade de Heliópolis, em São Paulo, que se tornou um modelo de educação pública no Brasil. No filme, Andrade, ao lado dos líderes comunitários Orlando e Rosana, enfrenta os desafios da violência na região. Na realidade, a escola passou por uma transformação significativa, com a derrubada de seus muros e uma reformulação completa em seus métodos de ensino.
Recentemente, Julio Andrade também participou do remake da novela “Vale tudo”, onde interpretou o personagem Rubinho. Sua atuação na série “Betinho: no fio da navalha”, disponível no Globoplay, rendeu-lhe uma indicação ao Emmy de Melhor Ator. Essa diversidade de papéis demonstra a versatilidade do ator e seu compromisso com projetos que abordam questões sociais relevantes.
A Escola Campos Salles é um exemplo de como a educação pode ser transformadora, especialmente em áreas afetadas pela violência. A iniciativa de derrubar os muros da escola simboliza a abertura para a comunidade e a busca por um ambiente mais seguro e acolhedor para os alunos. O filme “Escola sem muros” retrata essa realidade, mostrando a importância da colaboração entre a escola e os líderes comunitários.
A atuação de Andrade como diretor no filme destaca a necessidade de líderes comprometidos com a mudança social. A presença de personagens como Orlando e Rosana, interpretados por Flavio Bauraqui e Larissa Bocchino, respectivamente, reforça a ideia de que a educação deve ser uma prioridade em comunidades vulneráveis. A narrativa do filme serve como um chamado à ação para todos os envolvidos na educação pública.
Além de seu trabalho no cinema e na televisão, Julio Andrade se destaca por sua capacidade de trazer à tona questões sociais importantes. A sua participação em projetos que abordam a realidade de comunidades carentes é um exemplo de como a arte pode ser uma ferramenta poderosa para a mudança. O reconhecimento de seu talento no cenário internacional, como a indicação ao Emmy, também contribui para dar visibilidade a essas causas.
Iniciativas como a da Escola Campos Salles precisam de apoio contínuo para prosperar. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos jovens, proporcionando acesso a uma educação de qualidade e a um futuro melhor. Projetos que visam transformar a realidade de comunidades vulneráveis devem ser incentivados e apoiados por todos nós.

O consórcio GS Inima-Forte Ambiental e a Acciona conquistaram o leilão de coleta e tratamento de esgoto em 43 municípios do Espírito Santo, com investimentos de quase R$ 7 bilhões, beneficiando 1,18 milhão de capixabas.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou uma lei que destina 30% das vagas nos conselhos de administração de empresas estatais para mulheres, priorizando negras e com deficiência. A implementação será gradual, em três eleições. Conselhos que não cumprirem a norma não poderão deliberar. A medida abrange empresas públicas e sociedades de economia mista, com adesão facultativa para companhias abertas.

O Hospital Mont Serrat, primeiro de cuidados paliativos do SUS, completou seis meses com mais de 700 atendimentos e 57 leitos ocupados. A unidade, que atende pacientes em estado crítico, é uma parceria entre os governos da Bahia e Federal.

Goiás se destaca ao aprovar a primeira lei de inteligência artificial do Brasil, promovendo código aberto, energia renovável e ensino nas escolas, visando autonomia tecnológica e competitividade.

O Grupo L’Oréal expande o programa Beleza Mais Diversa para 2025, incluindo 2 mil criadores negros e PCDs, em parceria com o TikTok, visando promover inclusão e diversidade no mercado de conteúdo.

A Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP) coleta dados para a 4ª edição do Atlas dos Cuidados Paliativos, visando mapear e fortalecer a Política Nacional de Cuidados Paliativos no Brasil. Coordenadores de serviços de saúde têm até 20 de junho para participar, contribuindo para um panorama atualizado da especialidade. A última edição, em 2022, registrou 234 serviços, refletindo o crescimento na área.