Três portarias do Ministério da Saúde ampliam o tratamento da dermatite atópica no SUS, incluindo tacrolimo, furoato de mometasona e metotrexato, aumentando o acesso a esses medicamentos essenciais.

Três portarias publicadas no Diário Oficial da União ampliam o tratamento da dermatite atópica pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os documentos incluem a incorporação de duas pomadas, tacrolimo e furoato de mometasona, além do medicamento oral metotrexato. O Ministério da Saúde informou que o tacrolimo e o furoato de mometasona são indicados para pacientes que não podem usar corticoides ou que apresentam resistência aos tratamentos disponíveis.
A ampliação do acesso ao tacrolimo é considerada um benefício significativo, uma vez que este medicamento possui alto custo e seu uso era restrito. O metotrexato será indicado para casos graves de dermatite atópica, especialmente em pacientes que não podem utilizar a ciclosporina, que já está disponível na rede pública.
A dermatite atópica é uma condição crônica e genética, caracterizada por coceira intensa e pele ressecada. Ela afeta principalmente áreas de dobras do corpo, como cotovelos, joelhos e pescoço. Embora prevalente na infância, a doença também pode surgir na adolescência e na fase adulta, com variações significativas entre os pacientes em termos de intensidade e resposta ao tratamento.
O Ministério da Saúde destacou que, em crianças pequenas, a face é uma área frequentemente afetada pela dermatite atópica. A condição é uma das formas mais comuns de eczema, e sua gravidade pode variar de um paciente para outro, exigindo abordagens personalizadas no tratamento.
Com a inclusão desses novos medicamentos no SUS, espera-se que mais pacientes tenham acesso a tratamentos eficazes, melhorando a qualidade de vida de quem sofre com a dermatite atópica. Essa mudança representa um avanço importante na saúde pública, refletindo o compromisso do governo em atender às necessidades de saúde da população.
Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam essa condição. Projetos que buscam apoiar o acesso a tratamentos e medicamentos são essenciais e podem transformar a realidade de pacientes e suas famílias.

Pais e responsáveis agora podem acessar a Caderneta de Saúde da Criança digitalmente pelo Meu SUS Digital, facilitando o acompanhamento da saúde infantil e alertas de vacinação.

Cinco estações do MetrôRio vão oferecer vacinação gratuita contra influenza e sarampo nesta terça (29) e quarta-feira (30), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A imunização ocorrerá das 9h às 16h, sem necessidade de passar pelas catracas. A SMS destaca a importância da vacinação para evitar complicações e internações. É necessário apresentar documento de identidade e, se possível, a caderneta de vacinação.

O Ministério da Saúde está incorporando a vacina contra herpes-zóster ao SUS, com conclusão prevista para o próximo ano, após demanda da deputada Adriana Accorsi. A vacina, atualmente cara, poderá ser acessível a todos.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, busca parcerias com o setor privado para acelerar o tratamento de câncer no SUS, visando reduzir filas e tempos de espera. A iniciativa surge após dificuldades na implementação do programa Mais Acesso à Especialistas.

Estudos recentes revelam que a osteoporose pode começar na infância, com mais de noventa por cento da massa óssea adquirida até os vinte anos, ressaltando a importância de alimentação e atividade física desde cedo.

Editais de credenciamento foram publicados no Diário Oficial do Distrito Federal, visando ampliar procedimentos cirúrgicos em especialidades como oftalmologia e coloproctologia. A iniciativa, aprovada pelo Conselho de Saúde do DF, beneficiará pacientes com condições como catarata e hemorróidas, garantindo acompanhamento pré e pós-operatório.