Três portarias do Ministério da Saúde ampliam o tratamento da dermatite atópica no SUS, incluindo tacrolimo, furoato de mometasona e metotrexato, aumentando o acesso a esses medicamentos essenciais.

Três portarias publicadas no Diário Oficial da União ampliam o tratamento da dermatite atópica pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os documentos incluem a incorporação de duas pomadas, tacrolimo e furoato de mometasona, além do medicamento oral metotrexato. O Ministério da Saúde informou que o tacrolimo e o furoato de mometasona são indicados para pacientes que não podem usar corticoides ou que apresentam resistência aos tratamentos disponíveis.
A ampliação do acesso ao tacrolimo é considerada um benefício significativo, uma vez que este medicamento possui alto custo e seu uso era restrito. O metotrexato será indicado para casos graves de dermatite atópica, especialmente em pacientes que não podem utilizar a ciclosporina, que já está disponível na rede pública.
A dermatite atópica é uma condição crônica e genética, caracterizada por coceira intensa e pele ressecada. Ela afeta principalmente áreas de dobras do corpo, como cotovelos, joelhos e pescoço. Embora prevalente na infância, a doença também pode surgir na adolescência e na fase adulta, com variações significativas entre os pacientes em termos de intensidade e resposta ao tratamento.
O Ministério da Saúde destacou que, em crianças pequenas, a face é uma área frequentemente afetada pela dermatite atópica. A condição é uma das formas mais comuns de eczema, e sua gravidade pode variar de um paciente para outro, exigindo abordagens personalizadas no tratamento.
Com a inclusão desses novos medicamentos no SUS, espera-se que mais pacientes tenham acesso a tratamentos eficazes, melhorando a qualidade de vida de quem sofre com a dermatite atópica. Essa mudança representa um avanço importante na saúde pública, refletindo o compromisso do governo em atender às necessidades de saúde da população.
Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam essa condição. Projetos que buscam apoiar o acesso a tratamentos e medicamentos são essenciais e podem transformar a realidade de pacientes e suas famílias.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal contratou 33 novos leitos de UTI, com investimento de R$ 66,2 milhões, para fortalecer o atendimento do SUS. A medida visa ampliar a assistência a casos graves.

Estudo da UFRGS e HCPA revela que mais de 500 mil brasileiros com 50 anos ou mais têm Doença de Parkinson, com previsão de 1,2 milhão até 2060, exigindo um plano nacional de enfrentamento.

Após a morte da cantora Preta Gil, o A.C.Camargo Cancer Center observou um aumento de 99% na busca por colonoscopias e 83% nas consultas sobre câncer colorretal, ressaltando a urgência do diagnóstico precoce.

O Brasil registrou cerca de 600 mil mortes por diabetes tipo 2 em uma década, com pesquisa da Tufts University revelando que a má alimentação gerou 14,1 milhões de casos em 2018. Fatores como baixo consumo de grãos integrais e excesso de carne processada foram destacados.
Cresce o número de gestações em mulheres acima dos 40 anos no Brasil, com aumento de 59,98% entre 2010 e 2022, segundo o IBGE. Especialistas alertam para riscos e a necessidade de acompanhamento médico rigoroso.

Ambulatórios de geriatria no Distrito Federal realizam 56 mil atendimentos desde 2019, oferecendo suporte multidisciplinar e oficinas terapêuticas para promover a saúde de idosos, como Elizabeth, de 80 anos, diagnosticada com Alzheimer.