Três portarias do Ministério da Saúde ampliam o tratamento da dermatite atópica no SUS, incluindo tacrolimo, furoato de mometasona e metotrexato, aumentando o acesso a esses medicamentos essenciais.

Três portarias publicadas no Diário Oficial da União ampliam o tratamento da dermatite atópica pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os documentos incluem a incorporação de duas pomadas, tacrolimo e furoato de mometasona, além do medicamento oral metotrexato. O Ministério da Saúde informou que o tacrolimo e o furoato de mometasona são indicados para pacientes que não podem usar corticoides ou que apresentam resistência aos tratamentos disponíveis.
A ampliação do acesso ao tacrolimo é considerada um benefício significativo, uma vez que este medicamento possui alto custo e seu uso era restrito. O metotrexato será indicado para casos graves de dermatite atópica, especialmente em pacientes que não podem utilizar a ciclosporina, que já está disponível na rede pública.
A dermatite atópica é uma condição crônica e genética, caracterizada por coceira intensa e pele ressecada. Ela afeta principalmente áreas de dobras do corpo, como cotovelos, joelhos e pescoço. Embora prevalente na infância, a doença também pode surgir na adolescência e na fase adulta, com variações significativas entre os pacientes em termos de intensidade e resposta ao tratamento.
O Ministério da Saúde destacou que, em crianças pequenas, a face é uma área frequentemente afetada pela dermatite atópica. A condição é uma das formas mais comuns de eczema, e sua gravidade pode variar de um paciente para outro, exigindo abordagens personalizadas no tratamento.
Com a inclusão desses novos medicamentos no SUS, espera-se que mais pacientes tenham acesso a tratamentos eficazes, melhorando a qualidade de vida de quem sofre com a dermatite atópica. Essa mudança representa um avanço importante na saúde pública, refletindo o compromisso do governo em atender às necessidades de saúde da população.
Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam essa condição. Projetos que buscam apoiar o acesso a tratamentos e medicamentos são essenciais e podem transformar a realidade de pacientes e suas famílias.

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Pesquisadores identificaram alterações cerebrais que podem ocorrer até 25 anos antes dos sintomas do Alzheimer, prometendo avanços significativos no diagnóstico e na prevenção da doença. Essa descoberta pode transformar a abordagem atual, permitindo intervenções mais eficazes e precoces.

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Isabel Veloso, influenciadora, reafirma que seu Linfoma de Hodgkin está em remissão, mas não curado, após críticas sobre seu diagnóstico. Ela continua em tratamento e critica a desinformação nas redes sociais.