Três portarias do Ministério da Saúde ampliam o tratamento da dermatite atópica no SUS, incluindo tacrolimo, furoato de mometasona e metotrexato, aumentando o acesso a esses medicamentos essenciais.

Três portarias publicadas no Diário Oficial da União ampliam o tratamento da dermatite atópica pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os documentos incluem a incorporação de duas pomadas, tacrolimo e furoato de mometasona, além do medicamento oral metotrexato. O Ministério da Saúde informou que o tacrolimo e o furoato de mometasona são indicados para pacientes que não podem usar corticoides ou que apresentam resistência aos tratamentos disponíveis.
A ampliação do acesso ao tacrolimo é considerada um benefício significativo, uma vez que este medicamento possui alto custo e seu uso era restrito. O metotrexato será indicado para casos graves de dermatite atópica, especialmente em pacientes que não podem utilizar a ciclosporina, que já está disponível na rede pública.
A dermatite atópica é uma condição crônica e genética, caracterizada por coceira intensa e pele ressecada. Ela afeta principalmente áreas de dobras do corpo, como cotovelos, joelhos e pescoço. Embora prevalente na infância, a doença também pode surgir na adolescência e na fase adulta, com variações significativas entre os pacientes em termos de intensidade e resposta ao tratamento.
O Ministério da Saúde destacou que, em crianças pequenas, a face é uma área frequentemente afetada pela dermatite atópica. A condição é uma das formas mais comuns de eczema, e sua gravidade pode variar de um paciente para outro, exigindo abordagens personalizadas no tratamento.
Com a inclusão desses novos medicamentos no SUS, espera-se que mais pacientes tenham acesso a tratamentos eficazes, melhorando a qualidade de vida de quem sofre com a dermatite atópica. Essa mudança representa um avanço importante na saúde pública, refletindo o compromisso do governo em atender às necessidades de saúde da população.
Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam essa condição. Projetos que buscam apoiar o acesso a tratamentos e medicamentos são essenciais e podem transformar a realidade de pacientes e suas famílias.

Pesquisadores da UFMG e UFLA criaram um curativo inovador a partir de resíduos pesqueiros, prometendo acelerar a cicatrização e reduzir custos no SUS. A tecnologia visa substituir bandagens importadas e minimizar a dor no tratamento de feridas graves.

Pesquisadores da USP revelam que a estimulação cerebral pode reverter falhas respiratórias em camundongos com Parkinson. O estudo, publicado na revista iScience, destaca a relação entre problemas respiratórios e a qualidade de vida dos pacientes. A pesquisa, liderada pela professora Ana Carolina Takakura, identificou que as complicações respiratórias ocorrem principalmente durante o sono, afetando cerca de setenta por cento dos pacientes. A estimulação do núcleo tegmental látero-dorsal demonstrou potencial terapêutico, abrindo novas perspectivas para tratamentos futuros.

O programa Medicamento em Casa, parceria entre a Secretaria de Saúde do DF e o Banco de Brasília, já realizou mais de cem mil entregas, beneficiando mensalmente cerca de 10 mil pacientes com doenças crônicas.

Entre 2021 e 2024, os ataques de abelhas africanizadas aumentaram 83%, resultando em 125 mortes. Pesquisadores da Unesp alertam para a falta de antídoto, destacando o desenvolvimento do primeiro soro antiapílico.

Editais de credenciamento foram publicados no Diário Oficial do Distrito Federal, visando ampliar procedimentos cirúrgicos em especialidades como oftalmologia e coloproctologia. A iniciativa, aprovada pelo Conselho de Saúde do DF, beneficiará pacientes com condições como catarata e hemorróidas, garantindo acompanhamento pré e pós-operatório.

A doença renal crônica (DRC) é progressiva e muitas vezes assintomática, com obesidade na adolescência aumentando o risco. Dr. Bruno Zawadzki alerta para sinais como fadiga, inchaço e pressão alta. Exames simples são essenciais para detecção precoce.