Tati Machado e Ana Maria Braga se reencontraram no programa "Mais Você" e discutiram a nova Lei do Luto Materno e Parental, que assegura direitos a pais em luto. A lei, que entra em vigor em agosto, garante licença-maternidade e apoio psicológico, promovendo um atendimento humanizado.

Tati Machado e Ana Maria Braga emocionaram o público brasileiro durante o reencontro no programa Mais Você, no dia 28 de julho. Tati compartilhou sua experiência de luto após a perda do filho Rael e anunciou que retornará ao trabalho em setembro, após a licença-maternidade. Este afastamento é garantido por lei para mães que enfrentam o natimorto, que ocorre quando o bebê nasce sem vida após 20 ou 23 semanas de gestação.
Durante a conversa, Tati destacou que, em casos de natimorto, as mães têm direito a 120 dias de licença-maternidade, assim como em partos normais. Ela também mencionou a nova Lei do Luto Materno e Parental, sancionada em maio de 2025, que estabelece diretrizes para o atendimento humanizado a pais que enfrentam a perda gestacional, neonatal ou infantil.
A legislação, que entra em vigor em agosto, prevê direitos como a presença de um acompanhante durante o parto, espaço adequado para o luto, apoio psicológico e registro simbólico do bebê. O advogado Guilherme Galhardo, especialista em direito civil, ressaltou que a nova lei também contempla os pais no processo de luto, ampliando o suporte emocional e legal.
Além disso, a psicóloga Leticia de Oliveira enfatizou a importância do reconhecimento da dor do luto para os pais. Ela destacou que a lei promove uma humanização no ambiente hospitalar, que anteriormente era considerado cruel, especialmente para mães de natimortos, que muitas vezes eram internadas na ala de bebês recém-nascidos.
Leticia também abordou a necessidade de recuperação física para as mulheres, que podem passar por procedimentos como curetagem ou parto. A nova legislação pode beneficiar não apenas as famílias, mas também contribuir para uma maior compreensão social sobre a dor da perda.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitas famílias que enfrentam essa dura realidade. Projetos que visam apoiar pais em luto e promover a humanização no atendimento hospitalar devem ser incentivados e apoiados pela comunidade.

Uma nova geração de produtores baianos investe na produção de cacau fino e chocolates artesanais, buscando qualidade e rastreabilidade, enquanto integra turismo e educação ao processo. A Bahia, que já foi líder na produção de cacau, agora se reinventa após a praga vassoura-de-bruxa, com iniciativas que valorizam a agricultura familiar e a identidade local.

O Grupo Heineken lançou um Programa de Estágio remoto, exclusivo para universitários pretos e pardos, com bolsa de até R$ 1.850. As inscrições vão até 15 de julho e visam promover diversidade e inclusão.

O atelier do Museu Antonio Parreiras, em Niterói, será restaurado com investimento de R$ 5 milhões, com conclusão prevista em 180 dias, sob a gestão da EMOP, preservando a memória do artista.

Benjamin Seroussi lidera campanha para arrecadar R$ 17 milhões e restaurar o Teatro de Arte Israelita Brasileiro, fechado desde 2000. Já foram obtidos R$ 3,3 milhões para iniciar as obras até 2027.

Clelia Crescenzo-Squitieri, adolescente brasileira adotada por italianos, emocionou conferência sobre adoção ao relatar preconceito e queda nas adoções internacionais. A situação exige atenção e ação.
O governo federal anunciou a inclusão de hospitais privados e filantrópicos no SUS, com créditos de até R$ 2 bilhões/ano, para reduzir filas de espera por atendimentos especializados. A medida visa ampliar o acesso e melhorar a saúde da população.