O uso de aplicativos educacionais, como Aprimora Educacional e Árvore, se destaca na educação infantil, mas requer supervisão de pais e professores para garantir um aprendizado equilibrado e seguro.

O uso de celulares e computadores se tornou parte integrante do cotidiano das crianças, influenciando tanto o aprendizado quanto o lazer. Essa realidade propicia o crescimento do uso de aplicativos educacionais, que se destacam como ferramentas eficazes para complementar o ensino. Quando utilizados de maneira equilibrada, esses recursos podem enriquecer a experiência de aprendizado, oferecendo interatividade e personalização.
Entre os aplicativos disponíveis, o Aprimora Educacional se destaca por utilizar inteligência artificial para adaptar conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática ao nível de cada estudante. Com desafios gamificados, transforma exercícios em jogos, aumentando o interesse e a participação dos alunos. Outro exemplo é o Árvore, uma biblioteca digital que oferece mais de cinquenta mil livros e audiobooks, permitindo que as crianças escolham suas leituras de acordo com suas idades e interesses.
Para os mais novos, o Educacross oferece mais de dois mil jogos voltados para alfabetização, raciocínio lógico e matemática. As atividades são organizadas em trilhas de aprendizagem, permitindo que professores acompanhem o progresso individual e da turma. O Arukay, por sua vez, introduz programação e pensamento computacional desde a Educação Infantil, utilizando uma metodologia baseada em projetos e gamificação para preparar os alunos para o futuro digital.
O Elefante Letrado combina leitura, jogos e desafios em uma plataforma gamificada, incentivando a fluência leitora. Além de um vasto acervo, oferece ferramentas para que professores monitorem o desempenho e definam metas personalizadas para cada aluno. Contudo, é fundamental que o uso de celulares por crianças seja supervisionado por pais e professores, que devem estabelecer limites de tempo e acompanhar o conteúdo acessado.
Transformar o uso de aplicativos em um momento de interação é essencial. Pais e educadores devem comentar as atividades e relacionar o aprendizado com situações do dia a dia. Nas escolas, a integração planejada desses recursos pode complementar o currículo, garantindo que a tecnologia seja uma aliada no processo educativo, e não um obstáculo.
Com o uso consciente e orientado, os dispositivos tecnológicos podem se tornar grandes parceiros na educação. Projetos que visam apoiar essa transformação devem ser incentivados pela sociedade civil, promovendo um ambiente de aprendizado mais rico e acessível para todos.

A Câmara dos Deputados votará o projeto de lei 6.461, que cria o Estatuto do Aprendiz, visando aumentar o número de jovens aprendizes de 600 mil para 1,1 milhão. O projeto propõe cotas de contratação, multas por descumprimento e regulamenta o uso de EAD na formação.

A Universidade Santo Amaro (Unisa) oferece 45 cursos gratuitos online de qualificação profissional, sem limite de vagas, com foco em áreas como sustentabilidade. As inscrições estão abertas no site da instituição.

A Prefeitura de São Paulo inaugurou a EMEI Jô Soares no Itaim Paulista, com capacidade para 224 crianças e infraestrutura moderna, incluindo soluções sustentáveis. A unidade é a 11ª inaugurada em 2023, totalizando 39 novas escolas.

Um estudo recente revela que 24,5% dos alunos de escolas particulares em São Paulo têm conhecimento insuficiente em Matemática, superando índices de outros estados. Essa situação evidencia a necessidade urgente de novas políticas públicas para melhorar o ensino.
Estudo revela que 19,5 milhões de autônomos e informais no Brasil não contribuem para a Previdência, perdendo acesso à aposentadoria e benefícios do INSS. Especialistas alertam sobre a importância da contribuição e da documentação da união estável.

Em 2025, o Intercolegial destaca histórias de superação de jovens atletas, como Isaac, Marcella e Eric, que transformaram suas vidas com bolsas esportivas, conciliando esporte e educação. Essas oportunidades promovem inclusão e desenvolvimento pessoal, preparando-os para competições e futuros promissores.