Thaeme, da dupla Thaeme e Thiago, compartilhou no Vaca Cast suas experiências com seis perdas gestacionais e criticou a espera de três perdas para investigação médica. Ela enfatizou a importância de buscar informações desde a primeira perda.

Thaeme e Thiago foram os convidados do Vaca Cast, podcast apresentado pela youtuber Evelyn Regly, que foi ao ar nesta terça-feira, 15 de julho. Durante a conversa, Thaeme compartilhou sua experiência com seis perdas gestacionais, revelando a dor e o impacto emocional que essas situações causaram. “2018 foi a primeira perda. Eu tive seis. Só quem passa sabe, né?”, desabafou a cantora, visivelmente emocionada.
A artista criticou a orientação médica que sugere esperar três perdas para iniciar investigações mais profundas. Thaeme destacou que essa espera pode ser dolorosa e desnecessária, afirmando: “O que eu sempre falo para as mães é: não pode ficar esperando. A gente vai no médico e ouve: ‘Ah, é muito comum. Tem que pesquisar depois da terceira perda’. O quê? Você vai esperar três perdas?”.
Durante suas investigações, Thaeme descobriu que ela e seu marido, o empresário Fábio Elias, possuem uma incompatibilidade genética, além de uma possível questão imunológica. Essa condição faz com que seu organismo reaja contra o embrião desde as primeiras semanas, resultando em perdas gestacionais que muitas vezes não são percebidas. “As outras perdas foram bem no início, como se fosse um atraso menstrual”, explicou.
Apesar dos desafios enfrentados, Thaeme é mãe de duas meninas, Liz e Ivy. Ela relembrou com emoção sua primeira gestação bem-sucedida, que ocorreu de forma natural. “A primeira foi um milagre de Deus mesmo. Depois de tudo que passei, percebi o quanto ela foi um presente divino”, afirmou a cantora.
Thaeme também aproveitou a oportunidade para alertar outras mulheres sobre a importância de buscar informações desde a primeira perda gestacional. “Desde a primeira perda é preciso investigar. Às vezes é algo genético, imunológico, uma trombofilia… É possível evitar a segunda perda, sim”, enfatizou.
A abertura de Thaeme sobre sua experiência é um chamado para que mais mulheres compartilhem suas histórias e busquem apoio. Essa união pode ajudar a criar uma rede de suporte para aquelas que enfrentam situações semelhantes, promovendo a conscientização e a busca por informações que podem fazer a diferença na vida de muitas famílias.

Adriana Rabelo reestreia o monólogo "Visitando Camille Claudel" de 2 a 25 de agosto no Teatro Gláucio Gill, abordando machismo e saúde mental na vida da escultora. A obra destaca a luta por equidade de gênero e a sanidade de Camille, silenciada por sua época.

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 do Guará promove o Grupo Bem-Estar, que oferece práticas de meditação e ioga às quintas-feiras, visando saúde integral e socialização. A iniciativa busca aliviar dores e ansiedade, fortalecendo vínculos comunitários.

A vereadora Vanda Assis questionou o Ministério Público e a gestão municipal sobre a fiscalização de creches em Curitiba, após a morte de um bebê em uma creche clandestina que operava há dez anos.

Na Creche Municipal Doutor Paulo Niemeyer, uma oficina de tranças inspirada no livro "Trançando o amor" promoveu a valorização da cultura afro-brasileira entre crianças e familiares. A atividade uniu literatura e identidade, reforçando a representatividade e o pertencimento.

Pastor Arnaldo Barros, da Igreja Geração Eleita, resgata ex-criminosos, promovendo mais de 5.000 "desligamentos" de facções, destacando a conversão religiosa como saída do crime. O projeto Paz no Acre utiliza a fé para justificar a saída de integrantes do tráfico, com apoio de facções que aceitam a conversão. A divulgação das histórias de ex-criminosos gera impactos variados.

Alunos da Escola Parque da 308 Sul participaram do lançamento do livro "Gabriel em Brasília – Cidade com Asas", promovendo educação patrimonial e valorização cultural. O evento destacou a importância do patrimônio histórico e cívico da capital.