Tribunal de Justiça do Distrito Federal impede eutanásia de cadela com leishmaniose visceral, garantindo tratamento sob supervisão veterinária. A saúde do animal será monitorada com relatórios periódicos.

Em uma decisão unânime, a 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) negou o pedido de eutanásia de uma cadela diagnosticada com leishmaniose visceral. O animal, que estava sob a guarda de uma médica veterinária, terá seu tratamento acompanhado por meio de relatórios periódicos. A medida foi tomada após o antigo tutor da cadela entregá-la ao Centro de Zoonoses, onde a eutanásia foi sugerida pelo Distrito Federal, que alegou risco à saúde pública.
A defesa da cadela, composta por uma entidade de proteção animal e a nova responsável pelo animal, argumentou que a doença não apresentava sintomas e que existia um tratamento viável. Esse tratamento inclui o uso de medicação específica, coleira repelente e exames de controle regulares. A 6ª Turma considerou que a possibilidade de tratamento elimina a necessidade de sacrifício imediato.
O tribunal determinou que a veterinária responsável deve apresentar relatórios e exames a cada quatro meses, permitindo o monitoramento da saúde da cadela. O Distrito Federal também terá a responsabilidade de acompanhar a situação e garantir que o tratamento seja cumprido, visando a saúde coletiva sem desconsiderar o bem-estar do animal.
Essa decisão reflete uma mudança de paradigma em relação ao tratamento de animais com doenças consideradas perigosas. A possibilidade de tratamento e a responsabilidade de cuidadores são aspectos que devem ser considerados em casos semelhantes, promovendo uma abordagem mais humanitária.
Além disso, a decisão destaca a importância da conscientização sobre a leishmaniose visceral, uma doença que pode ser tratada, mas que requer cuidados e acompanhamento adequados. A mobilização da sociedade em torno de questões de saúde animal é essencial para garantir que animais em situações semelhantes recebam o tratamento necessário.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo ações que garantam a saúde e o bem-estar de animais em risco. Projetos que visem a proteção e o tratamento de animais doentes merecem apoio e incentivo da comunidade.

Um homem de 30 anos foi preso em flagrante por maus-tratos a um pitbull em Ceilândia, após denúncia anônima. O cão, resgatado em estado crítico, recebe tratamento veterinário. A ação destaca a luta contra a violência animal no DF.

Número de cavalos mortos após ingestão de ração contaminada chega a 284, levando à revogação da autorização da Nutratta para produção de rações. Investigação continua em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas.

Cadela agredida em Recanto das Emas é resgatada pela Polícia Civil. Mulher de 62 anos foi autuada por maus-tratos, e a cadela está sob cuidados veterinários. Investigação prossegue.

Cientistas da Universidade Federal do Ceará desenvolveram uma técnica inovadora com pele de tilápia-do-nilo para tratar lesões de córnea em cães, mostrando resultados promissores e planos para testes em humanos.

O Zoológico de Brasília reabriu em 7 de julho após um fechamento de mais de um mês devido à gripe aviária, atraindo visitantes de várias regiões com programação especial de férias. Famílias, como a de Wendel Tavares, aproveitaram a oportunidade para explorar o zoológico, destacando a importância da interação com a natureza. O local oferece visitas guiadas gratuitas e ingressos a preços acessíveis, com entrada gratuita aos domingos.

Kenya, a última elefanta em cativeiro da Argentina, chegou ao Santuário de Elefantes Brasil, onde foi recebida com frutas e água de coco, após um longo processo de adaptação. A elefanta, que estava no Ecoparque de Mendoza desde 1984, agora se junta a outros seis elefantes no santuário, incluindo Pupy, que chegou em abril. A equipe do santuário destacou que Kenya está bem e já tomou sua primeira água de coco, simbolizando sua nova vida no Brasil.