A Universidade Federal de Goiás (UFG) oferece cursos gratuitos online sobre ética e regulação da Inteligência Artificial. As inscrições vão até 30 de abril e são destinadas a estudantes de ensino médio e superior, com um total de 40 vagas. Os cursos, que começam em julho, incluem "Conectando Mundos com Inteligência Artificial Multimodal" e "Implicações Éticas da Inteligência Artificial Generativa". As aulas serão remotas e contarão com tutoria, abordando temas relevantes para a formação em tecnologia e inovação.

A Universidade Federal de Goiás (UFG) anunciou a abertura de inscrições para dois cursos gratuitos online focados em ética e regulação da Inteligência Artificial (IA). Os interessados têm até o dia 30 de abril para se inscrever. As aulas estão programadas para começar em julho e são destinadas a estudantes de ensino médio e superior, com um total de quarenta vagas disponíveis.
Os cursos oferecidos são "Conectando Mundos com Inteligência Artificial Multimodal" e "Implicações Éticas da Inteligência Artificial Generativa". O primeiro curso abordará o uso de modelos multimodais de IA, explorando suas aplicações e o desenvolvimento de soluções. As aulas ocorrerão entre os dias 2 e 20 de julho.
O segundo curso, "Implicações Éticas da Inteligência Artificial Generativa", discutirá questões éticas, regulação e governança da IA, utilizando casos práticos e exemplos de impacto social. As aulas deste curso estão agendadas para o período de 9 a 27 de julho.
Ambos os cursos são remotos e contam com tutoria, além de carga horária de curta duração. A seleção dos candidatos será baseada na formação acadêmica, com vinte vagas para cada curso, divididas entre estudantes de nível médio e superior. Cada candidato pode se inscrever em apenas um dos cursos.
As inscrições devem ser feitas através de um formulário eletrônico disponível no site do Centro de Competência Embrapii em Tecnologias Imersivas – AKCIT. Para validar a inscrição, é necessário enviar o currículo acadêmico e a documentação obrigatória. Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail indicado no edital.
Iniciativas como essas são fundamentais para a formação em tecnologia e inovação. A união da sociedade civil pode impulsionar projetos que promovam a educação e a conscientização sobre a ética na tecnologia, contribuindo para um futuro mais responsável e sustentável.

Censo 2022 do IBGE revela que 2,4 milhões de brasileiros têm diagnóstico de autismo, enfrentando dificuldades na permanência escolar e acesso ao ensino superior. A inclusão ainda é um desafio.

O ChatGPT se destaca como uma ferramenta valiosa para estudantes que se preparam para o ENEM, oferecendo suporte em cronogramas de estudos, correção de redações e criação de simulados. A inteligência artificial proporciona um aprendizado mais eficiente e personalizado, embora não substitua o acompanhamento de professores.

A FAPESP e a Academia Brasileira de Ciências lançam nova chamada do Programa Aristides Pacheco Leão, oferecendo 120 bolsas para estágios de curta duração a alunos de graduação, visando fomentar carreiras científicas.

Apenas 52% dos jovens brasileiros de 19 a 24 anos completaram o ensino fundamental na idade certa, revelando desigualdades socioeconômicas e étnicas alarmantes, segundo a Fundação Itaú.

A Wikimedia Brasil, o NeuroMat e a Biblioteca do IME-USP promovem o seminário “Ciência Aberta e Difusão Científica” em 4 de setembro, com debates e o lançamento do documentário "Escutando Árvores". Pesquisadores e comunicadores se reunirão para discutir práticas inovadoras em educação científica. Submissões para a sessão de pôster devem ser enviadas até 21 de julho.

Tragédias recentes envolvendo crianças por desafios na internet geram urgência em regulamentação. A morte de uma menina no Distrito Federal e outra em Pernambuco reacende o debate sobre segurança digital. Dados apontam que 56 crianças e adolescentes já sofreram acidentes graves devido a jogos perigosos online. A falta de discernimento dos jovens e a negligência familiar são fatores críticos. A educação midiática e a regulamentação do ambiente digital são essenciais para proteger os menores. O Projeto de Lei 2628 busca responsabilizar plataformas por conteúdos nocivos e garantir a segurança das crianças na internet.