A UFSCar implementará cotas para estudantes trans e travestis em todos os seus cursos de graduação a partir de 2025, seguindo a tendência de outras universidades paulistas. A nova política, aprovada por aclamação, visa garantir inclusão e diversidade.

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) anunciou a aprovação de cotas para estudantes trans e travestis em todos os seus cursos de graduação, com a nova política prevista para entrar em vigor em 2025. Essa iniciativa se alinha a ações afirmativas que a instituição já implementa desde 2007, visando combater discriminação por raça, gênero e deficiência. A UFSCar se junta a outras universidades paulistas, como Unifesp, UFABC e Unicamp, que já adotaram políticas semelhantes.
As cotas serão aplicadas nos 68 cursos de graduação presenciais oferecidos nos quatro campi da UFSCar, localizados em São Carlos, Sorocaba, Araras e Buri. O processo seletivo da universidade é realizado por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que utiliza as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Contudo, a UFSCar ainda não divulgou detalhes sobre como será o processo de implementação das cotas.
A nova política foi aprovada por aclamação e inclui definições sobre as diferentes identidades de gênero que poderão se beneficiar das cotas. Além disso, regulamenta a participação de pessoas trans no processo seletivo e estabelece as responsabilidades da UFSCar para garantir a execução do programa. O Grupo de Trabalho responsável pela elaboração da política foi coordenado por Thiago Loureiro e Tainá Veloso Justo, e contou com a participação de servidores, docentes, estudantes e integrantes do Coletivo de Pessoas Trans da universidade.
Antes de sua aprovação no Conselho Universitário (ConsUni), a versão preliminar da Política de Acesso e Permanência de Pessoas Trans na Graduação foi analisada pela Procuradoria Federal e recebeu aprovação unânime no Conselho de Graduação (CoG). A expectativa é que a nova normativa contribua para um ambiente acadêmico mais inclusivo e diversificado, promovendo a igualdade de oportunidades para todos os estudantes.
Com a implementação das cotas, a UFSCar reafirma seu compromisso com a diversidade e a inclusão, buscando combater práticas discriminatórias e promover a equidade no acesso à educação superior. A medida representa um avanço significativo na luta pelos direitos das pessoas trans e travestis no Brasil, refletindo uma mudança positiva nas políticas educacionais do país.
Nossa união pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a inclusão e a diversidade nas universidades. Projetos que visam garantir o acesso e a permanência de estudantes trans e travestis no ensino superior merecem ser incentivados pela sociedade civil, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário.

A cidade anuncia um projeto de revitalização urbana que visa construir parques, melhorar o transporte público e criar áreas de lazer, com início previsto para janeiro. A iniciativa busca enfrentar os desafios de infraestrutura e qualidade de vida.

Bombeiros militares em Niterói realizam resgates heroicos, incluindo o salvamento de uma mulher em Itacoatiara e um parto na via pública, destacando a dedicação e vocação dos socorristas.

Menina de 12 anos grávida de oito meses faleceu durante parto em Belo Horizonte, revelando a grave realidade da gravidez na adolescência e a falta de suporte no Brasil. A cada hora, 44 adolescentes dão à luz, sendo cinco com menos de 15 anos. A maioria das gestações resulta de violência sexual, mas apenas 4% conseguem acesso ao aborto legal. A gravidez precoce impacta a saúde e a educação, com 60% das mães adolescentes fora da escola ou do mercado de trabalho.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1862/24, que institui o Programa Nacional de Combate à Desnutrição Oncológica, visando garantir nutrição adequada a pacientes de baixa renda com câncer. A relatora, deputada Rogéria Santos, destacou que a desnutrição compromete a qualidade de vida e a eficácia dos tratamentos. O programa, que será integrado à Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, prevê rastreamento e acompanhamento nutricional para pacientes. A proposta ainda precisa passar pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça, antes de ser votada no Senado.

O megaprojeto MARAEY, em Maricá, Rio de Janeiro, foi autorizado a retomar suas obras pelo STJ, após paralisação desde maio de 2023, prometendo investimentos de R$ 4 bilhões e geração de 18 mil empregos.

Fleury alcança 1,8 milhão de usuários das classes C, D e E, superando meta de debêntures ESG. A empresa destaca a importância da acessibilidade à saúde e a redução de resíduos.