Recém-nascidos internados na UTI do Hospital Materno Infantil de Brasília participaram de um ensaio fotográfico junino, promovendo acolhimento e fortalecimento de vínculos familiares. A ação, realizada pela equipe de saúde, visa humanizar o atendimento e criar memórias afetivas durante a internação. Mães expressaram gratidão pela oportunidade de se conectar com seus bebês em um momento delicado.

As festas juninas chegaram e os recém-nascidos internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) participaram de um ensaio fotográfico especial. No dia 26 de junho, a equipe da UTI, em colaboração com o grupo multiprofissional da Residência em Saúde da Criança da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências de Saúde (Fepecs), organizou a atividade com chapéus de palha e adereços típicos da festa. A iniciativa visa promover momentos de acolhimento e humanização para as famílias durante a internação.
O ensaio fotográfico tem como objetivo fortalecer os vínculos familiares, que muitas vezes são afetados pelo ambiente hospitalar. A residente em psicologia Isabela Sartori, uma das responsáveis pela ação, destacou a importância de criar memórias e histórias de vida desde os primeiros momentos. “Queremos trazer as famílias para perto, especialmente em um momento tão delicado”, afirmou.
A mãe de um dos bebês, que está internado há mais de vinte dias, expressou sua gratidão pela oportunidade de participar do ensaio. Ela acredita que a presença constante da família é fundamental para o desenvolvimento emocional do filho. “Ele já sente a gente e, quando estiver maior, vai ver que estivemos presentes o tempo todo”, disse.
A psicóloga do Hmib, Elen Carioca Zerbini, ressaltou que ações como essa proporcionam leveza e cuidado emocional às famílias. “É uma forma de acolher os bons momentos e vivenciar a nossa cultura”, enfatizou. A atividade também trouxe alívio para outras mães, que encontraram uma forma de distração em meio às preocupações com a saúde dos filhos.
Uma das mães, que enfrenta a internação do filho devido a uma infecção, comentou sobre a importância do ensaio. “Foi interessante, porque deu algo para a gente organizar e se distrair”, relatou. A atividade não só promoveu um momento de alegria, mas também ajudou a criar um ambiente mais acolhedor para as famílias.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas e ampliadas, pois trazem conforto e esperança em momentos difíceis. A união da sociedade pode fazer a diferença, contribuindo para que mais ações de humanização e acolhimento sejam realizadas em hospitais, beneficiando famílias que enfrentam a internação de seus pequenos.

Entregadores do iFood terão aumento na taxa mínima a partir de 1º de junho, após protestos por melhores condições de trabalho. Taxas para motocicletas e bicicletas subirão, além de novos benefícios.

Estudo da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica revela que 55,5% das oncologistas enfrentam discriminação de gênero, com 50% relatando assédio moral e 24% assédio sexual, evidenciando a urgência de ações para promover igualdade.

O Sesi-DF e o Senai-DF promovem a Semana do Trabalho até 9 de maio, com serviços gratuitos e atividades culturais na Esplanada dos Ministérios. A iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego visa capacitar e informar o público.

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que a solidão causou cerca de 871 mil mortes anuais entre 2014 e 2019, afetando especialmente os jovens e gerando ações governamentais em diversos países.

A Apple, em colaboração com a startup Synchron, está criando uma tecnologia inovadora que permitirá o controle de iPhones por sinais cerebrais, visando ajudar pessoas com mobilidade reduzida. O dispositivo Stentrode, implantado próximo ao córtex motor, captará sinais cerebrais e os converterá em comandos para interagir com os dispositivos Apple. Essa iniciativa representa um avanço significativo na acessibilidade tecnológica, com a expectativa de que a aprovação comercial ocorra até 2030.

São Paulo inicia a 8ª edição do Festival Internacional Sesc de Circo, com apresentações de artistas de 21 países, abordando temas como envelhecimento e ativismo, até 24 de agosto. O evento destaca a diversidade circense em 14 unidades do Sesc e espaços públicos.