A partir de 19 de maio, a vacinação contra a gripe no Distrito Federal será ampliada para toda a população a partir de seis meses, com 300 mil doses disponíveis. O objetivo é reduzir complicações e internações por infecções respiratórias. Até 13 de maio, já foram aplicadas 272 mil doses.

A partir de 19 de maio, toda a população do Distrito Federal, a partir de seis meses de idade, poderá se vacinar contra a gripe na rede pública de saúde. A campanha, que começou em 25 de março, inicialmente focava apenas em grupos prioritários. Com essa ampliação, o Governo do Distrito Federal (GDF) busca aumentar o número de imunizados, reduzindo complicações, internações e mortes relacionadas a infecções respiratórias causadas pelo vírus influenza.
Até 13 de maio, mais de 272 mil doses da vacina contra a gripe foram aplicadas no DF. A Secretaria de Saúde informou que atualmente há um estoque de 300 mil doses disponíveis. No Dia D de mobilização, realizado em 10 de maio, foram aplicadas 11.861 doses, demonstrando um esforço significativo para aumentar a cobertura vacinal.
O vírus influenza é a principal causa do aumento de óbitos por doenças respiratórias no Brasil. Segundo um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a vacinação pode reduzir em até 35% o risco de hospitalizações entre pessoas dos grupos de alto risco. A vacina é atualizada anualmente e oferece proteção contra os vírus H1N1, H3N2 e B.
A vacina pode ser aplicada simultaneamente a outras vacinas do calendário básico de imunização. Os imunizantes estão disponíveis em 164 salas de vacina nas unidades básicas de saúde (UBSs) do DF. Para se vacinar, é necessário apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação.
O aumento da vacinação é crucial, especialmente em um momento em que o vírus influenza se torna mais prevalente. A mobilização da população é essencial para garantir que todos tenham acesso à imunização, contribuindo para a saúde coletiva e a proteção dos grupos mais vulneráveis.
Nossa união pode fazer a diferença na luta contra a gripe e outras doenças respiratórias. Ao apoiar iniciativas que promovem a saúde e a vacinação, podemos ajudar a proteger os mais vulneráveis e garantir que todos tenham acesso a cuidados essenciais.

Durante o inverno, as doações de leite materno caem, impactando a saúde de recém-nascidos, especialmente prematuros. Especialistas alertam sobre a importância da amamentação para fortalecer o sistema imunológico.

O Sistema Único de Saúde (SUS) incluirá o DIU hormonal como tratamento para endometriose, beneficiando mulheres que não podem usar anticoncepcionais combinados. A medida, aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), deve ser implementada em até 180 dias.

A Sociedade Brasileira de Urologia lançou uma campanha em junho para conscientizar sobre o câncer de rim, que causou mais de 10 mil mortes no Brasil entre 2019 e 2021. A iniciativa inclui aulas e conteúdos informativos, destacando a importância do diagnóstico precoce e hábitos saudáveis.

A vacinação contra a nova variante da Covid-19, JN.1, no Rio de Janeiro, será ampliada para pessoas a partir de 60 anos a partir de sexta-feira (11). A Secretaria Municipal de Saúde destaca a importância de manter a imunização em dia, incluindo vacinas contra influenza, febre amarela e sarampo, para reduzir riscos à saúde.

O professor Ravi Kaiut destaca o Yoga como um recurso valioso na saúde, auxiliando no tratamento de condições como ansiedade, fibromialgia e doenças cardiovasculares, complementando terapias convencionais.

O Governo do Distrito Federal estendeu até 9 de julho o credenciamento de clínicas e hospitais de oncologia, investindo R$ 14,5 milhões para acelerar o tratamento de pacientes com câncer. A medida busca reduzir a fila de espera e complementa ações anteriores, como a Deliberação nº 20, que estabelece uma tabela diferenciada para procedimentos oncológicos, com a maioria dos serviços seguindo os valores do Sistema Único de Saúde (SUS).