Vereador de Taquaral, Goiás, atropela cadela e não presta socorro; caso gera revolta nas redes sociais e é investigado pela Polícia Civil. Renato Rodrigues se defende em vídeo.

Um vereador da cidade de Taquaral, em Goiás, foi filmado atropelando uma cadela na rua e não prestou socorro. O incidente ocorreu no último domingo, 6 de abril, e as imagens começaram a circular nas redes sociais no final da semana. O circuito de segurança de um comércio local mostra o animal deitado na via. Em seguida, um carro passa por cima da cadela, que se levanta correndo, com a pata machucada. O vereador Renato Rodrigues, que é presidente da Câmara Municipal, para um pouco à frente, discute com um grupo de pessoas e vai embora sem ajudar o animal.
Testemunhas afirmam que a cadela estava com filhotes, mas ainda não há informações sobre seu estado de saúde. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). A legislação brasileira, por meio da Lei nº 9.605/1998, prevê sanções para quem comete maus-tratos contra animais, incluindo agressões físicas e a omissão de socorro.
Em resposta à repercussão negativa, Renato Rodrigues publicou um vídeo em suas redes sociais, onde se defende. Ele argumenta que a visibilidade no carro dificultou a percepção do animal, afirmando: “O Sol tava refletindo no chão, o pet era branco. Você olhando da câmera é fácil julgar. Quando você está dentro do carro, é outra visibilidade. Não julguem, não. Jamais teria coragem de maltratar um cachorro.”
A indignação gerada pelo caso levou a uma mobilização nas redes sociais, com usuários pedindo justiça e a responsabilização do vereador. A Câmara Municipal de Taquaral ainda não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido, mas o espaço está aberto para possíveis declarações.
O incidente levanta questões sobre a proteção dos animais e a responsabilidade de figuras públicas em situações de emergência. A legislação brasileira é clara em relação aos direitos dos animais, e a sociedade civil tem um papel importante na fiscalização e na promoção de ações que garantam o bem-estar animal.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, como os animais vítimas de maus-tratos. Projetos que visem a proteção e o cuidado com os animais merecem apoio e incentivo da comunidade, promovendo um ambiente mais seguro e acolhedor para todos os seres vivos.

Um labrador faleceu em São Paulo após ingerir sagu-de-jardim, uma planta altamente tóxica. O caso destaca os riscos de outras dez plantas comuns que podem afetar a saúde dos pets.

Governo federal lança ProPatinhas e SinPatinhas para registrar cães e gatos. Iniciativa visa promover guarda responsável e combater abandono.

Polícia Militar do Distrito Federal resgata 14 aves silvestres em operação no Recanto das Emas. Dois responsáveis foram autuados por crime ambiental e aves seguem para reabilitação.

Scooby, cão resgatado em Fortaleza, foi adotado após tratamento e indenização. Após mais de duas semanas de cuidados, Scooby, que enfrentou maus-tratos, agora vive com sua nova tutora, Stefani Rodrigues, fundadora da ONG Anjos da Proteção Animal. A Justiça aceitou um pedido de indenização por dano moral em nome do cão contra sua ex-tutora, que poderá ser condenada a até cinco anos de prisão.

- A Polícia Militar de Goiás fechou um abatedouro clandestino em Anápolis. - Cerca de 40 cavalos estavam em condições precárias e sem alimentação. - Zezé di Camargo adotará parte dos cavalos resgatados em sua fazenda. - Carne dos equinos era utilizada para fazer hambúrgueres em Anápolis. - Investigação prossegue com exames nos animais e prisão dos responsáveis.

Jaguatirica resgatada em Uruará, Pará, após ser mantida em cativeiro. Fazendeira foi multada em R$ 10 mil e deve remover imagens do animal das redes sociais. Agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resgataram uma jaguatirica que vivia em condições inadequadas em uma fazenda no município de Uruará, no Pará. O resgate ocorreu após denúncias de que a fazendeira explorava a imagem do animal em redes sociais para monetização. Durante a vistoria, foi constatado que o felino estava exposto a riscos de saúde, como a leishmaniose, e tinha acesso a áreas perigosas da casa. A fazendeira foi multada em R$ 10 mil e notificada a retirar as imagens do animal, sob pena de multa diária. O animal será reabilitado em um Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) antes de ser reintegrado à natureza.