O vídeo de Felipe Bressanim Pereira, o Felca, sobre "adultização infantil" gerou grande repercussão, com mais de 31 milhões de visualizações e 29 propostas na Câmara dos Deputados. O tema uniu partidos de diferentes espectros políticos em busca de proteção às crianças nas redes sociais.

O vídeo do youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, sobre a "adultização infantil" gerou um intenso debate nacional. Desde sua publicação em 6 de agosto, o material já acumulou mais de 31 milhões de visualizações. O vídeo, com duração de cinquenta minutos, expõe influenciadores que exploram a imagem de crianças e adolescentes, além de discutir como algoritmos promovem esse tipo de conteúdo para pedófilos. A psicóloga entrevistada no vídeo alerta sobre os riscos dessa exposição.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), manifestou apoio ao youtuber em uma postagem no dia 10 de agosto, afirmando que pautará propostas relacionadas ao tema. Ele declarou: “Conte com a Câmara para avançar na defesa das crianças”. Essa iniciativa recebeu elogios de ministros do governo Luiz Inácio Lula da Silva, como Gleisi Hoffmann e Jorge Messias, que destacaram a importância da mobilização.
Desde a divulgação do vídeo, foram protocoladas pelo menos 29 propostas na Câmara dos Deputados, abrangendo parlamentares de diferentes espectros políticos, incluindo partidos como PT, PSB, PL e MDB. Uma proposta em destaque, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), já foi aprovada no Senado e visa regulamentar o uso de redes sociais e jogos online por crianças e adolescentes, além de combater conteúdos de exploração sexual.
Felca recebeu elogios de diversos parlamentares. A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) destacou sua postura ativa em denunciar abusos à Polícia Federal. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que o youtuber “mexeu no vespeiro”, enquanto Guilherme Boulos (PSOL-SP) ressaltou a importância de influenciadores como Felca para expor crimes nas redes sociais. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também pediu investigações sobre a sexualização infantil na internet.
Um monitoramento da consultoria Palver revelou que o vídeo alcançou grupos de diferentes espectros políticos no WhatsApp, com 39% das menções em grupos da direita, 11% da esquerda e 50% sem alinhamento político. Isso indica uma mobilização ampla, onde o vídeo foi utilizado por grupos de direita para defender valores morais e por grupos de esquerda para discutir proteção de direitos e regulação digital.
Essa mobilização em torno da "adultização infantil" destaca a necessidade de ações concretas para proteger crianças e adolescentes na era digital. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a proteção dos direitos das crianças e a regulamentação do uso de plataformas digitais. Projetos que promovam a conscientização e a defesa dos direitos infantis devem ser estimulados, garantindo um ambiente mais seguro para as futuras gerações.

A Sustentare Saneamento e a ONG Programando o Futuro lançaram um curso gratuito de operador de drone para garis do Distrito Federal, promovendo inclusão e novas oportunidades de trabalho. As aulas, que ocorrem em Planaltina, combinam teoria e prática, capacitando os participantes em pilotagem e normas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ao final, os alunos recebem certificado e podem atuar em diversas áreas, como audiovisual e agricultura. A iniciativa já formou mais de 120 profissionais, ampliando o acesso à tecnologia e à educação.

Alok, após sua participação em "Vale Tudo", foi contratado para shows em Sergipe e Palmas, destinando parte dos cachês a vítimas de enchentes. O evento em Palmas custou R$ 680 mil.

A Desenvolve SP lança novos editais até 11 de julho, priorizando inovação e sustentabilidade, e ampliando crédito para empreendedores com deficiência e liderados por mulheres. A agência visa democratizar o acesso ao financiamento.

Bianca Andrade, fundadora da Boca Rosa, destaca a autoestima e o empoderamento feminino em sua trajetória empreendedora, valorizando as mulheres periféricas e a transformação social. Ela acredita que a maquiagem vai além do produto, representando amor-próprio e força.

O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) lançou a Deb, uma inteligência artificial brasileira dedicada ao letramento racial, com o objetivo de impactar 100 mil educadores até 2026. Desenvolvida por especialistas negros e indígenas, a Deb oferece suporte a instituições na promoção da diversidade e inclusão, atuando em ambientes corporativos e educacionais. Desde seu lançamento, já trocou mais de 58 mil mensagens e se destaca em campanhas como "Respeito Sim" e "Escolas Sim".

Uma pesquisa revela que 76% das mulheres no Brasil não possuem reserva financeira e muitas recorrem a empréstimos, evidenciando a desigualdade salarial e a falta de educação financeira. A situação é alarmante.