O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional promoveu um workshop para captar US$ 1,833 bilhão com organismos multilaterais entre 2025 e 2030, visando o desenvolvimento das regiões brasileiras. O evento reuniu bancos e instituições internacionais para alinhar estratégias e compartilhar boas práticas em projetos de infraestrutura sustentável.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) promoveu, em Brasília, um workshop para fortalecer a cooperação com organismos multilaterais e instituições financeiras. O evento, realizado em seis de junho de dois mil e vinte e cinco, teve como objetivo alinhar estratégias para a captação de recursos destinados ao desenvolvimento das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte do Brasil. Participaram representantes de diversas instituições, incluindo bancos operacionais e parceiros internacionais.
O workshop, intitulado “Fundos de Desenvolvimento Regionais e as Captações Externas com os Organismos Multilaterais”, contou com a presença de superintendências de desenvolvimento regional, como Sudam, Sudeco e Sudene, além de bancos como Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, BNDES e Caixa Econômica Federal. Também estiveram presentes a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco Mundial (BM) e o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB).
Eduardo Tavares, secretário de Fundos e Instrumentos Financeiros do MIDR, destacou a importância do evento para aprimorar a governança e fortalecer a articulação entre os atores envolvidos. Ele afirmou que o workshop é uma oportunidade para compartilhar boas práticas e promover a sinergia entre as superintendências de desenvolvimento e os bancos federais. O encontro visa impulsionar a maturidade institucional e facilitar a captação de recursos.
Os organismos multilaterais estão colaborando com a SNFI para criar linhas de financiamento que visam empregar recursos em projetos de infraestrutura, como saneamento básico, abastecimento de água, energias renováveis, mobilidade, bioeconomia e agricultura familiar. Um total de US$ 1,833 bilhão está em negociação com os quatro organismos, com aportes previstos entre dois mil e vinte e cinco e dois mil e trinta.
Os valores a serem aportados são distribuídos da seguinte forma: US$ 500 milhões do NDB, US$ 333 milhões da AFD, US$ 500 milhões do Banco Mundial e US$ 500 milhões do BID. O workshop também proporcionou um espaço para que as autarquias vinculadas ao MIDR apresentassem desafios e oportunidades para o crescimento social e econômico nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Esse encontro é uma oportunidade valiosa para unir esforços em prol do desenvolvimento regional. A colaboração entre o governo e organismos internacionais pode ser um catalisador para iniciativas que promovam inclusão e sustentabilidade. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a ter acesso a recursos e oportunidades que transformem suas realidades.

Edejan Heise de Paula, docente da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal, foi premiado por sua pesquisa sobre a testagem RT-PCR na rede pública de saúde, destacando a eficiência do Lacen-DF na detecção de vírus respiratórios. O estudo comparou custos e eficácia entre a rede pública e privada, revelando uma economia significativa e a capacidade de identificar múltiplos vírus a um custo médio de R$ 81,14. O Lacen-DF se destaca como um pilar essencial para o diagnóstico rápido e preciso, contribuindo para a saúde pública e manejo clínico.

Ministro das Cidades, Jader Filho, anuncia acordo para remoção de famílias da Favela do Moinho, com investimento total de R$ 250 mil por moradia e aluguel social de R$ 1.200, condicionado ao fim da violência policial.

Virgílio Gibbon, CEO da Afya, destaca a relevância da telemedicina e a adaptação do currículo médico às mudanças climáticas, anunciando o segundo Afya Summit sobre saúde e meio ambiente. A empresa, com 33 escolas de medicina, busca transformar a formação médica no Brasil, abordando a distribuição desigual de médicos e a necessidade de mais especialistas.

Surge o Glucopatch, um dispositivo vestível e não invasivo para monitorar glicose, desenvolvido por Marcelo Grasti e equipe, com custo estimado de R$ 250, visando facilitar o controle do diabetes tipo 2 no Brasil.

O movimento ESG se consolida no Brasil, com setenta e um por cento das empresas adotando práticas sustentáveis, impactando positivamente a reputação e o engajamento com colaboradores e investidores.

O Palacete da Escola de Artes Visuais do Parque Lage passará por reforma de 480 dias, com investimento de R$ 21,4 milhões, visando melhorias na acessibilidade e novos quiosques. Visitas suspensas a partir de 29 de maio.