Pais enfrentam a perda gestacional e destacam a importância de conversas abertas com crianças sobre a situação. Especialistas sugerem que o diálogo sensível ajuda na compreensão e no luto familiar.

A perda gestacional é um tema sensível que requer diálogo e compreensão, especialmente quando crianças estão envolvidas. Recentemente, especialistas destacaram a importância de preparar os pequenos para lidar com a realidade da perda, promovendo conversas abertas e honestas. Carolina Serebrenick, especialista em terapia familiar, afirma que a perda para uma criança muitas vezes representa a perda de uma fantasia, e sugere que os pais abordem o assunto com sensibilidade.
Rachel Evelyn Ribeiro e seu marido, Guilherme Santos, decidiram preparar seu filho Lorenzo, de quatro anos, para a possibilidade de perder o irmão Rael, diagnosticado com displasia esquelética. Durante momentos simples, como assistir a um desenho antes de dormir, eles abordaram a situação com Lorenzo, que expressou sua tristeza e dúvidas sobre a situação. Essa abordagem permitiu que a criança se conectasse com a realidade de forma mais saudável.
A psicóloga Carolina Serebrenick ressalta que as perguntas das crianças refletem sua capacidade de entender momentos difíceis. Se a criança não prolonga o assunto, não cabe aos adultos insistir. A escuta ativa é fundamental, permitindo que as crianças expressem seus sentimentos e façam perguntas. Rachel, com formação em pedagogia, já compreendia a importância de naturalizar o diálogo sobre o luto e decidiu contar a Lorenzo sobre a partida do irmão, mesmo tendo uma rede de apoio familiar.
O apoio familiar e escolar é crucial para ajudar as crianças a lidarem com a perda. Rachel escreveu um bilhete para a professora de Lorenzo, pedindo que a informasse sobre qualquer mudança no comportamento do menino. A psicóloga destaca que cada criança tem sua forma de se despedir, e que rituais como desenhos ou cartas podem ser importantes. Lorenzo, por exemplo, frequentemente menciona seu irmão em momentos do dia a dia, mostrando que a memória de Rael permanece viva em sua vida.
Daiany Martins Visocki, que perdeu um irmão na infância, compartilha que o apoio familiar foi essencial para enfrentar a dor da perda. Ela lamenta a falta de acompanhamento profissional na época, o que poderia ter ajudado sua família a lidar melhor com a situação. A psicóloga Serebrenick alerta que não falar sobre a perda pode ser um sintoma de problemas emocionais, e que é importante buscar ajuda quando necessário.
O acolhimento durante a perda gestacional é fundamental. Beatriz Dutra, ginecologista e obstetra, destaca que muitas vezes o diagnóstico é feito por profissionais que não conhecem a paciente, o que pode resultar em um atendimento desumanizado. É essencial que os médicos sejam claros e sensíveis ao comunicar notícias difíceis. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença, promovendo apoio e recursos para famílias que enfrentam a dor da perda gestacional.

Mulheres empreendedoras estão conquistando autonomia e escalando negócios com a automação acessível, superando desigualdades históricas em atendimento e vendas. Luiz Santos, da Unnichat, destaca que ferramentas intuitivas permitem que elas gerenciem operações de forma eficiente, reduzindo a necessidade de grandes equipes e promovendo um impacto transformador.

O Sesc São Paulo planeja inaugurar 11 novas unidades, incluindo o Sesc Galeria e o Sesc Marília, além de lançar um concurso de arquitetura para novos projetos. A expansão visa atender áreas periféricas e menos assistidas.

Roman Krznaric lança "História para o Amanhã", abordando crises globais do século 21 e defendendo novos modelos econômicos. O filósofo destaca a importância de movimentos sociais disruptivos para mudanças urgentes.

O Censo Demográfico do IBGE revelou que 2,4 milhões de brasileiros têm diagnóstico de autismo, com maior incidência entre homens de 5 a 9 anos. Dados indicam desigualdades educacionais e demográficas.

O Pit Stop Educativo para motociclistas, realizado nos dias 30 e 31 de agosto no Distrito Federal, promoveu orientações sobre segurança viária e primeiros socorros, em resposta ao aumento da frota de motos. A ação, coordenada pelo Departamento de Trânsito (Detran-DF) e parceiros, visa reduzir acidentes e conscientizar motociclistas sobre a importância da direção defensiva.

O Instituto Burburinho Cultural inaugura unidade do projeto Engenhoka na escola municipal Orlando Villas Boas, oferecendo curso de robótica e arte e doando 5.400 livros. A iniciativa visa reconectar jovens à educação.