Catarina Pignato compartilha sua jornada de recuperação do alcoolismo, enfrentando o estigma e a desconfiança que ainda a cercam. Apesar de anos sóbria, ela lida com as consequências emocionais de seu passado.

Após anos de luta contra o alcoolismo, Catarina Pignato compartilha sua experiência de recuperação, ressaltando que a jornada não termina com a abstinência. Apesar de estar sóbria, ela enfrenta desafios relacionados ao estigma de seu passado, especialmente a desconfiança de pessoas que ainda a veem como alguém que mentia. Catarina menciona que, mesmo após ter superado a fase da fissura e da abstinência física, a sombra de sua antiga vida persiste.
Ela destaca que a mentira se tornou um mecanismo de defesa durante sua vida ativa no alcoolismo, dificultando a reconstrução de relacionamentos. A necessidade de provar sua honestidade e confiabilidade é um peso constante em sua vida. Catarina expressa a frustração de ter que justificar suas palavras, como se precisasse de um "carimbo de cartório" para que os outros acreditassem nela.
A recuperação, segundo Catarina, vai além de parar de beber. Ela enfatiza que o alcoolismo deixa marcas profundas nas relações e nas memórias, que continuam a afetar sua vida mesmo após a abstinência. A luta contra o estigma e a reconstrução da confiança são desafios que exigem tempo e paciência, tanto dela quanto das pessoas ao seu redor.
Catarina também reflete sobre a dificuldade de ser julgada pelo que fez no passado, em vez de ser reconhecida pelo que é hoje. Ela reconhece que a recuperação é um processo contínuo, que envolve aceitar que algumas feridas levam tempo para cicatrizar. A vida que ela deseja pode não ser exatamente como imagina, mas ela busca uma existência livre do álcool e da culpa.
Ela conclui sua mensagem com um apelo de solidariedade, lembrando que muitos que enfrentam o mesmo desafio podem se sentir sozinhos. A recuperação é feita de pequenas vitórias diárias, mesmo quando não são visíveis para os outros. Catarina encoraja aqueles que compartilham essa luta a se unirem e a se apoiarem mutuamente.
Iniciativas que promovem a recuperação e o apoio a pessoas em situações semelhantes são essenciais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos que buscam reconstruir suas histórias e superar os desafios deixados pelo alcoolismo.

Brasil não cumprirá meta de erradicação do trabalho infantil até 2025, com mais de 1,6 milhão de crianças no mercado, sendo 586 mil em situações severas de exploração. Ações integradas são urgentes.

O programa GDF Mais Perto do Cidadão celebra sua 50ª edição com eventos no Pôr do Sol. A Secretaria de Justiça e Cidadania do DF promove uma programação especial nos dias 25 e 26 de agosto, com desfile de moda sustentável, atrações culturais e atendimento para pessoas com deficiência. O evento, que já beneficiou mais de 300 mil pessoas, inclui um Brechó Solidário e capacitações para mulheres. Além disso, haverá serviços de saúde e cidadania, reforçando o compromisso com a comunidade local.

O Balanço Ético Global (BEG), lançado em 17 de junho pelo Brasil e pela ONU, destaca a ética nas decisões climáticas e busca incluir vozes marginalizadas, enfatizando a urgência de agir em prol da justiça social e ambiental.

Ministro Waldez Góes anunciou a duplicação da capacidade de bombeamento do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, beneficiando milhões no Nordeste. A parceria entre governo federal e Pernambuco é crucial para a segurança hídrica.

O Teleférico do Alemão, paralisado desde 2016, reabrirá até dezembro de 2023 com gôndolas reformadas e novo sistema de ventilação, beneficiando o transporte de até 10 mil pessoas diariamente. A retomada facilitará o acesso a serviços essenciais na região.

O Hospital Erasto Gaertner inaugurou o Centro de Treinamento em Cirurgia Avançada, oferecendo um curso em cirurgia robótica para 20 médicos, com foco no SUS e apoio da FINEP. A iniciativa visa qualificar profissionais para procedimentos complexos, melhorando o atendimento à saúde pública.