Catarina Pignato compartilha sua jornada de recuperação do alcoolismo, enfrentando o estigma e a desconfiança que ainda a cercam. Apesar de anos sóbria, ela lida com as consequências emocionais de seu passado.

Após anos de luta contra o alcoolismo, Catarina Pignato compartilha sua experiência de recuperação, ressaltando que a jornada não termina com a abstinência. Apesar de estar sóbria, ela enfrenta desafios relacionados ao estigma de seu passado, especialmente a desconfiança de pessoas que ainda a veem como alguém que mentia. Catarina menciona que, mesmo após ter superado a fase da fissura e da abstinência física, a sombra de sua antiga vida persiste.
Ela destaca que a mentira se tornou um mecanismo de defesa durante sua vida ativa no alcoolismo, dificultando a reconstrução de relacionamentos. A necessidade de provar sua honestidade e confiabilidade é um peso constante em sua vida. Catarina expressa a frustração de ter que justificar suas palavras, como se precisasse de um "carimbo de cartório" para que os outros acreditassem nela.
A recuperação, segundo Catarina, vai além de parar de beber. Ela enfatiza que o alcoolismo deixa marcas profundas nas relações e nas memórias, que continuam a afetar sua vida mesmo após a abstinência. A luta contra o estigma e a reconstrução da confiança são desafios que exigem tempo e paciência, tanto dela quanto das pessoas ao seu redor.
Catarina também reflete sobre a dificuldade de ser julgada pelo que fez no passado, em vez de ser reconhecida pelo que é hoje. Ela reconhece que a recuperação é um processo contínuo, que envolve aceitar que algumas feridas levam tempo para cicatrizar. A vida que ela deseja pode não ser exatamente como imagina, mas ela busca uma existência livre do álcool e da culpa.
Ela conclui sua mensagem com um apelo de solidariedade, lembrando que muitos que enfrentam o mesmo desafio podem se sentir sozinhos. A recuperação é feita de pequenas vitórias diárias, mesmo quando não são visíveis para os outros. Catarina encoraja aqueles que compartilham essa luta a se unirem e a se apoiarem mutuamente.
Iniciativas que promovem a recuperação e o apoio a pessoas em situações semelhantes são essenciais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos que buscam reconstruir suas histórias e superar os desafios deixados pelo alcoolismo.

William Hertz e Edimarcia Virissimo, doadores regulares de sangue, compartilham suas experiências e a importância da doação, destacando um gesto que pode salvar vidas. Apenas 1,6% da população brasileira doa regularmente.

A Pamonha Cabocla Tereza, de Serrania, Minas Gerais, evoluiu de um negócio familiar informal em 2007 para uma produção de 1,5 mil pamonhas diárias, faturando R$ 250 mil mensais e expandindo para cinco estados. A inovação e práticas sustentáveis impulsionaram seu crescimento, atraindo novos clientes e gerando empregos.

O Latam-GPT, projeto de código aberto liderado por instituições da América Latina, busca adaptar a inteligência artificial às culturas locais, com lançamento previsto para setembro. O foco inclui línguas indígenas e representação cultural.

A Morada.ai lançou o MIA Voice, assistente virtual por voz, e registrou crescimento de 400% nos atendimentos, prevendo interações com 1% da população brasileira até setembro de 2024. A startup, focada em imóveis populares, já atendeu quase meio milhão de pessoas.

O Senado aprovou a MP 1291/2025, que permite leilões de petróleo do pré-sal, com arrecadação estimada em até R$ 20 bilhões, ampliando o uso do Fundo Social para infraestrutura e habitação. A proposta, que já passou pela Câmara, precisa ser sancionada até o dia três para não perder validade. A medida visa financiar projetos sociais, com 30% dos recursos destinados ao Nordeste. Críticos apontam que o governo pode estar vendendo ativos futuros para resolver problemas atuais.

A Ambipar iniciou o abastecimento de sua frota com etanol produzido a partir de resíduos alimentares, inaugurando um posto em Nova Odessa (SP). A iniciativa, que começou em 2021, já rendeu prêmios internacionais.