Catarina Pignato compartilha sua jornada de recuperação do alcoolismo, enfrentando o estigma e a desconfiança que ainda a cercam. Apesar de anos sóbria, ela lida com as consequências emocionais de seu passado.

Após anos de luta contra o alcoolismo, Catarina Pignato compartilha sua experiência de recuperação, ressaltando que a jornada não termina com a abstinência. Apesar de estar sóbria, ela enfrenta desafios relacionados ao estigma de seu passado, especialmente a desconfiança de pessoas que ainda a veem como alguém que mentia. Catarina menciona que, mesmo após ter superado a fase da fissura e da abstinência física, a sombra de sua antiga vida persiste.
Ela destaca que a mentira se tornou um mecanismo de defesa durante sua vida ativa no alcoolismo, dificultando a reconstrução de relacionamentos. A necessidade de provar sua honestidade e confiabilidade é um peso constante em sua vida. Catarina expressa a frustração de ter que justificar suas palavras, como se precisasse de um "carimbo de cartório" para que os outros acreditassem nela.
A recuperação, segundo Catarina, vai além de parar de beber. Ela enfatiza que o alcoolismo deixa marcas profundas nas relações e nas memórias, que continuam a afetar sua vida mesmo após a abstinência. A luta contra o estigma e a reconstrução da confiança são desafios que exigem tempo e paciência, tanto dela quanto das pessoas ao seu redor.
Catarina também reflete sobre a dificuldade de ser julgada pelo que fez no passado, em vez de ser reconhecida pelo que é hoje. Ela reconhece que a recuperação é um processo contínuo, que envolve aceitar que algumas feridas levam tempo para cicatrizar. A vida que ela deseja pode não ser exatamente como imagina, mas ela busca uma existência livre do álcool e da culpa.
Ela conclui sua mensagem com um apelo de solidariedade, lembrando que muitos que enfrentam o mesmo desafio podem se sentir sozinhos. A recuperação é feita de pequenas vitórias diárias, mesmo quando não são visíveis para os outros. Catarina encoraja aqueles que compartilham essa luta a se unirem e a se apoiarem mutuamente.
Iniciativas que promovem a recuperação e o apoio a pessoas em situações semelhantes são essenciais. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos que buscam reconstruir suas histórias e superar os desafios deixados pelo alcoolismo.

Pesquisadores da Unicamp e UFRGS identificam a dinapenia infantil, caracterizada pela perda de força muscular em crianças, agravada pelo sedentarismo e uso excessivo de telas. A situação é alarmante, pois pode levar a problemas de saúde antes restritos a adultos.

A arqueóloga Niède Guidon faleceu aos 92 anos em São Raimundo Nonato, deixando um legado inestimável na Serra da Capivara, onde revolucionou a arqueologia e transformou comunidades locais. O governador do Piauí decretou luto oficial de três dias.

O programa SuperAção, lançado pelo governador Tarcísio de Freitas, busca inclusão social em São Paulo e pode receber apoio de partidos da oposição, apesar de críticas sobre sua eficácia. A proposta tramita em regime de urgência e pode ser votada na próxima semana.

Uma mulher trans obteve na Justiça de São Paulo uma indenização de R$ 10 mil após ser barrada em uma boate por usar roupas femininas, evidenciando discriminação. O caso, que ocorreu em março de 2017, teve a indenização inicial de R$ 4 mil aumentada após recurso. A boate alegou normas de vestuário, mas testemunhas confirmaram o preconceito enfrentado pela mulher.

O Avistar Brasil, festival de observação de aves, chega à sua 18ª edição de 16 a 18 de maio no Jardim Botânico de São Paulo, com mais de 10 mil participantes e 200 palestras. O evento promove a conservação e a paixão pela avifauna.

Freiras Marisa e Marizele viralizam ao dançar gospel e ensinam passos no programa "Mais Você", usando a música para ajudar na recuperação de dependentes químicos. O vídeo teve 5 milhões de visualizações e foi compartilhado por Viola Davis.