A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) é uma estratégia eficaz contra o HIV, disponível no SUS desde 2017, mas o aumento de casos entre jovens de 15 a 29 anos é preocupante, exigindo atenção urgente.

A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) desde dois mil e dezessete, oferecendo uma forma eficaz de prevenir a infecção pelo vírus HIV. Além do acesso à PrEP, os usuários do SUS têm direito a testes para HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de vacinas contra o HPV e hepatite A e B. Apesar de a PrEP ser mais utilizada por homens que fazem sexo com outros homens, especialistas afirmam que é uma opção de sexo seguro para todos.
A infectologista Renata Beranger, coordenadora do controle de infecções do Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, destaca a eficácia da PrEP. Ao tomar dois antirretrovirais em um único comprimido, o risco de infecção durante a exposição ao vírus é drasticamente reduzido. Os efeitos colaterais são raros, mesmo em pessoas idosas, e a PrEP não é indicada para quem já é portador do HIV ou tem problemas renais.
Embora a maioria dos casos de HIV ainda ocorra entre homens, o número de mulheres em idade reprodutiva vivendo com o vírus tem aumentado, especialmente em relações heterossexuais. O acesso à PrEP também é possível em clínicas particulares, onde os procedimentos de testagem são semelhantes aos do SUS, exigindo testes regulares para sífilis e ISTs.
Nos Estados Unidos, a FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos) aprovou uma versão injetável da PrEP, que seria administrada duas vezes ao ano, semelhante a uma vacina. No Brasil, dados do Ministério da Saúde mostram uma queda geral nos casos de HIV/Aids, mas a situação é preocupante entre jovens de quinze a vinte e nove anos, onde os índices de infecção aumentaram, com cinquenta e três vírgula três por cento dos casos em pessoas de vinte e cinco a vinte e nove anos em dois mil e vinte e um.
Além disso, o Ministério da Saúde registrou um aumento nos casos de sífilis entre homens, mulheres e gestantes, evidenciando a urgência do tema. A crescente incidência de infecções sexualmente transmissíveis ressalta a importância de campanhas de conscientização e acesso a métodos de prevenção, como a PrEP, para todas as populações.
Em um cenário onde a saúde pública enfrenta desafios, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a prevenção e o tratamento de infecções podem ser fundamentais para melhorar a saúde de muitos. A mobilização em torno dessas causas é essencial para garantir que todos tenham acesso a cuidados adequados e informações sobre saúde sexual.

Estudo da USP revela que traumas na infância afetam saúde mental de adolescentes. Pesquisa indica que 30,6% dos transtornos mentais estão ligados a experiências traumáticas, com 81,2% dos jovens tendo enfrentado tais situações até os 18 anos.

A morte da cantora Preta Gil, aos 50 anos, por câncer colorretal, ressalta a urgência do diagnóstico precoce. O oncologista Ramon Andrade de Mello destaca a biópsia líquida como inovação crucial na detecção da doença.

Cerca de 30% da população adulta brasileira enfrenta hipertensão, conforme dados de 2023 da Vigitel. A condição, que aumenta o risco de AVC, é influenciada por hábitos alimentares, especialmente o consumo excessivo de sódio e açúcar. Alimentos industrializados e bebidas alcoólicas são os principais vilões. Para controlar a pressão arterial, recomenda-se a inclusão de potássio e alimentos naturais na dieta.

A aroeira, ou pimenta-rosa, é uma planta brasileira com propriedades medicinais e culinárias, destacando-se por benefícios como ação antioxidante, auxílio digestivo e prevenção de doenças neurodegenerativas. Estudos recentes reforçam seu potencial terapêutico, mas seu uso deve ser orientado por profissionais de saúde.

Cerca de 46% dos brasileiros acima de 80 anos enfrentam sarcopenia, condição que reduz a massa muscular e força, aumentando o risco de quedas e comprometendo a qualidade de vida. A prevenção envolve dieta rica em proteínas e exercícios regulares.

Pesquisadores do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) descobriram o biomarcador sanguíneo pTau217, que pode substituir a punção lombar no diagnóstico do Alzheimer, com precisão de até 98%. Essa inovação promete facilitar o diagnóstico precoce da doença, melhorando a qualidade de vida dos pacientes.