Com o Dia dos Namorados se aproximando, dados alarmantes revelam que 37,5% das mulheres brasileiras sofreram agressões de parceiros, com um aumento de 358% na violência digital em 2023. Especialistas alertam para a necessidade de educação e prevenção.

Com a aproximação do Dia dos Namorados, a discussão sobre relacionamentos entre jovens se torna ainda mais relevante. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) revelam que 37,5% das mulheres brasileiras relataram ter sofrido agressões de parceiros íntimos nos últimos doze meses, o que equivale a cerca de 27,6 milhões de vítimas. Este é o maior índice desde 2017, com a violência psicológica, moral e digital sendo as mais frequentes, especialmente entre mulheres de 16 a 24 anos.
O advogado criminalista Davi Gebara, especialista em direito penal e violência de gênero, destaca que muitos comportamentos abusivos são normalizados devido à falta de informação. Ele afirma: "É preciso desromantizar o controle e entender que ciúme não é prova de amor." O que pode começar como uma demonstração de cuidado, muitas vezes se transforma em um ciclo de dominação e ameaças.
A violência digital é um dos aspectos mais alarmantes. Um levantamento da empresa de segurança Avast aponta que o uso de aplicativos espiões, conhecidos como "stalkerware", cresceu 358% no Brasil em 2023. O país ocupa a segunda posição mundial em casos desse tipo, onde o controle por meio de aplicativos de localização e invasão de senhas se torna comum entre os jovens.
Gebara observa que a dificuldade em reconhecer abusos tecnológicos é preocupante, pois essa forma de violência é silenciosa, mas devastadora. Ele relata o caso de uma jovem universitária que sofreu perseguição e agressões psicológicas por parte do ex-namorado, que justificava seu controle com declarações de amor. A medida protetiva foi concedida apenas após o caso ganhar visibilidade, levando a jovem a se afastar da faculdade por medo.
A legislação brasileira tem avançado no combate a esses crimes. A Lei Maria da Penha é aplicável a relacionamentos não formais, e a Lei do Stalking, em vigor desde 2021, criminaliza a perseguição, inclusive digital, com penas de reclusão. No entanto, Gebara enfatiza que a prevenção é o maior desafio, afirmando que "não se trata apenas de punir, mas de educar os jovens sobre relacionamentos abusivos."
Iniciativas como campanhas educativas e projetos nas escolas estão surgindo como resposta. Em 2025, o Tinder implementou ferramentas de segurança no Brasil, como verificação de identidade e suporte emergencial. Organizações como a SaferNet Brasil oferecem acolhimento online para vítimas. É fundamental que a sociedade civil se una para apoiar essas iniciativas e promover mudanças culturais, garantindo que o amor seja leve, respeitoso e livre de controle e medo.

Atividades físicas, mesmo leves, melhoram funções cognitivas, como memória e atenção, segundo revisão de 133 estudos da Universidade do Sul da Austrália, publicada no British Medical Journal. Modalidades como ioga e exergames se destacam, sugerindo que o exercício pode combater o declínio cognitivo.

A USP e o Instituto Alana lançam o Hackathon IA na Educação Inclusiva, visando desenvolver soluções em inteligência artificial para estudantes com deficiência intelectual. As inscrições vão até 22 de agosto.

Cerca de setecentos profissionais do audiovisual, incluindo cineastas renomados, assinam manifesto pedindo regulamentação do streaming no Brasil, com alíquota mínima de 12% e cota de 20% para produções nacionais.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) participou do Encontro Nacional de Gestores de Moda, promovendo a Rota da Moda e fortalecendo a economia criativa no Brasil. O evento, realizado em Brasília, reuniu gestores e especialistas para discutir políticas públicas e boas práticas no setor. A consultora Viviane Ribeiro destacou a importância da colaboração com o Sebrae para impulsionar a inclusão produtiva e a inovação nas comunidades atendidas.

"A Lista" estreou no Teatro Renaissance em março de 2022, com Lília Cabral e Giulia Bertolli, abordando a reconexão entre gerações após a pandemia. A peça, que começou como um gesto de solidariedade, reflete sobre laços humanos e a beleza do acaso.

No episódio 11 da 3ª temporada do Mapa Mental, Daniel de Oliveira narra sua superação do bullying na infância até se tornar recordista pan-americano do Double Deca Ironman, destacando a importância da mentalidade nas provas extremas.