A Ade Sampa oferece 900 vagas para o curso gratuito Fábrica de Negócios, com inscrições abertas de 22 de abril a 18 de maio, visando capacitar empreendedores em São Paulo. O curso inclui aulas práticas e uma masterclass para mulheres, promovendo o empreendedorismo feminino.

A Agência São Paulo de Desenvolvimento (Ade Sampa), vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, anunciou a abertura de novecentas vagas para o curso gratuito Fábrica de Negócios. O curso é destinado a pessoas a partir dos dezesseis anos que desejam iniciar ou aprimorar seus empreendimentos. As inscrições estarão disponíveis de 22 de abril a 18 de maio, através do site adesampa.com.br/cursos.
O Fábrica de Negócios oferece aulas presenciais em trinta turmas, distribuídas por diversas regiões da cidade de São Paulo. As aulas ocorrerão em locais como Teias Butantã, Centro, Cachoeirinha, Cidade Tiradentes, entre outros, incluindo instituições parceiras como a Fundação Julita e a Casa da Mulher Paulistana.
O curso será dividido em duas etapas. A primeira, com quinze turmas, começará nos dias dezenove e vinte de maio, com inscrições abertas até onze de maio. A segunda etapa, também com quinze turmas, terá início em nove e dez de junho, com inscrições até dezoito de maio. O programa é estruturado em seis oficinas, com duração de três semanas, abordando desde a ideação até o desenvolvimento do Mínimo Produto Viável (MVP).
Os participantes aprenderão sobre precificação, marketing digital, vendas e pitch. Aqueles que mantiverem uma presença mínima de setenta e cinco por cento nas aulas receberão um certificado ao final do curso. Além disso, os alunos terão suporte para estruturar canais de vendas online e desenvolver uma identidade visual.
Uma novidade nesta edição é a parceria com o Instituto Diageo, que proporcionará uma masterclass sobre coquetelaria, destinada a até trezentas mulheres que completarem o curso e tenham mais de dezoito anos. Essa iniciativa visa fortalecer o empreendedorismo feminino em um setor em crescimento no Brasil.
Iniciativas como a Fábrica de Negócios são essenciais para o fortalecimento do ecossistema empreendedor. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, apoiando projetos que promovem a capacitação e o desenvolvimento de novos negócios, especialmente entre mulheres empreendedoras.

A partir de hoje, 3.173 médicos do Programa Mais Médicos começam a atuar em 1.618 municípios e 26 Distritos Sanitários Especiais Indígenas, com foco na atenção primária à saúde. O programa, que já conta com cerca de 24,7 mil profissionais, visa atender mais de 63 milhões de brasileiros, priorizando regiões vulneráveis e com escassez de médicos.

A consulta pública para os Planos Setoriais de Adaptação foi prorrogada até 9 de maio, permitindo a participação da sociedade na elaboração do Plano de Redução e Gestão de Riscos e Desastres. A iniciativa, coordenada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil e o Ministério do Meio Ambiente, visa fortalecer a resiliência das populações e a gestão integrada de riscos no Brasil.

A Companhia Mungunzá teve o prazo de desocupação do Teatro de Contêiner prorrogado em 60 dias pela gestão Ricardo Nunes, que também ofereceu um novo terreno e R$ 2,5 milhões em apoio. Após protestos e apoio de artistas, a prefeitura busca revitalizar a área com um projeto habitacional, enquanto a companhia se prepara para a mudança.

Tatyane Luncah, fundadora da Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino (Ebem), já formou mais de 10 mil alunas, gerando R$ 1 bilhão em faturamento. A escola planeja novos cursos e expansão física.

Brasília recebe o 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, destacando inovações em saneamento, como o projeto de R$ 80 milhões na comunidade Santa Luzia. O evento reúne especialistas e autoridades para discutir soluções sustentáveis.

A Câmara dos Deputados aprovou o PL 2583/2020, que visa garantir a autonomia do Brasil na produção de insumos médicos, com incentivos fiscais para empresas do setor. A proposta, que segue para o Senado, busca reduzir a dependência externa e fortalecer a indústria nacional de saúde.