Felca viralizou um vídeo que denuncia a adultização de crianças nas redes sociais e a exploração infantil, alcançando mais de 44 milhões de visualizações. O humorista, que tem experiência pessoal com vítimas de violência sexual, expõe como algoritmos promovem conteúdos prejudiciais. Especialistas alertam sobre os impactos emocionais dessa prática, enquanto a Meta afirma que remove material inapropriado assim que detectado.
O humorista Felca ganhou destaque recentemente ao viralizar um vídeo que aborda a adultização de crianças nas redes sociais e denuncia perfis de influenciadores envolvidos na exploração infantil. O vídeo, que já ultrapassou 44 milhões de visualizações, revela como algoritmos podem facilitar o acesso a conteúdos que sexualizam menores, algo que preocupa especialistas e a sociedade.
Felca, que tem um histórico de abordar questões relacionadas à violência sexual infantil, compartilhou sua experiência pessoal ao conhecer pessoas que sofreram esse tipo de abuso na infância. Ele demonstrou, em poucos cliques, como é possível encontrar material ligado à pedofilia, evidenciando a lógica de recomendação dos algoritmos que favorecem esse tipo de conteúdo.
A repercussão do vídeo foi rápida, com mais de quatro milhões de visualizações em menos de 24 horas. Entre os impactados está uma professora e mãe, que refletiu sobre a exposição do filho na internet após assistir ao material. O termo “adultização”, utilizado por Felca, refere-se à prática de privar crianças do livre brincar e inseri-las em contextos adultos, o que pode comprometer seu desenvolvimento emocional.
Especialistas consultados alertam que essa prática pode gerar impactos duradouros na saúde mental das crianças. O vídeo também introduz o conceito do “algoritmo P”, que Felca criou para explicar como os sistemas de recomendação podem promover conteúdos prejudiciais. A Meta, empresa responsável pelo Instagram, afirmou que remove esse tipo de material assim que é identificado e que implementa medidas para proteger perfis de crianças.
A discussão gerada pelo vídeo de Felca é crucial, pois traz à tona a necessidade de um olhar mais atento sobre a exposição infantil nas redes sociais. A viralização do conteúdo demonstra que a sociedade está disposta a debater e agir em relação a essa questão delicada. É fundamental que pais e responsáveis reflitam sobre a presença de crianças na internet e as consequências dessa exposição.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos. Projetos que visam proteger e apoiar crianças em situações vulneráveis devem ser estimulados pela sociedade civil, garantindo um ambiente mais seguro e saudável para as novas gerações.
A comunidade quilombola de Piratuba, em Abaetetuba, recebeu a expedição "Rios de Saúde", que atendeu mais de 200 moradores e inaugurou o primeiro posto de saúde local, melhorando o acesso a cuidados médicos essenciais.
A Beija-Flor de Nilópolis recebeu uma carta de agradecimento do Iphan pelo enredo "Bembé", que destaca a cultura afro-brasileira e o Bembé do Mercado, Patrimônio Cultural desde 2019. A escola promove a valorização dessa manifestação ancestral, oferecendo ao Brasil e ao mundo a chance de conhecer e respeitar um dos cultos africanos mais antigos do país.
Durante a Campus Party Brasília, mulheres como Mayara Marques e Yasmin Costa destacaram a importância da representatividade feminina na tecnologia, apresentando projetos inovadores como o aplicativo Aurora, que visa aumentar a segurança de mulheres. A participação feminina no setor permanece crítica, com apenas 0,07% das profissionais atuando na área, refletindo a necessidade urgente de incentivo e inclusão.
O Ministério da Saúde e a Fiocruz lançaram o “Projeto Territórios Saudáveis e Sustentáveis”, com R$ 24 milhões para formar lideranças comunitárias em 27 estados, começando pelo Norte e Nordeste. O projeto visa integrar saberes locais e fortalecer a participação no Sistema Único de Saúde (SUS).
A exposição "Corpo manifesto", de Sérgio Adriano H, no CCBB, reúne 113 obras, incluindo 33 inéditas, e reflete sobre racismo e a identidade negra, celebrando 25 anos de carreira do artista. Visitas guiadas acontecem hoje e amanhã.
Moradores das comunidades Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, no Rio, ganham três novos espaços no Edifício Multiuso, incluindo uma cantina reformada e um centro de ginástica artística. A iniciativa, parte do Programa Cidade Integrada, visa melhorar a qualidade de vida local.