A Prefeitura de São Paulo lançou o visualizador clínico, que permite a médicos acessar dados de prontuários eletrônicos de 9 milhões de usuários do SUS durante consultas. A ferramenta visa otimizar o atendimento na rede pública.

A Prefeitura de São Paulo anunciou, no dia quatro de outubro, a criação de uma nova ferramenta destinada a médicos da rede pública. A plataforma, chamada visualizador clínico, permitirá o acesso instantâneo aos dados dos prontuários eletrônicos de aproximadamente nove milhões de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) durante consultas presenciais e teleconsultas.
Com essa inovação, os profissionais de saúde poderão consultar informações relevantes, como exames realizados, unidades médicas visitadas e tratamentos prescritos. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) destacou que essa ferramenta é um avanço significativo na utilização dos prontuários eletrônicos, que foram implementados na cidade em julho de 2020.
Os prontuários eletrônicos já incluem dados como classificação de risco, queixas, anamnese, prescrições e procedimentos realizados. Atualmente, essas informações estão disponíveis em todas as 479 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e 34 Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), além dos 26 hospitais municipais de São Paulo.
A SMS também informou que, em um futuro próximo, os dados dos prontuários eletrônicos estarão acessíveis em equipamentos de Atenção Especializada na capital. Essa expansão visa garantir que os médicos tenham acesso a informações completas e atualizadas, melhorando a qualidade do atendimento aos pacientes.
O visualizador clínico representa um passo importante para a modernização da saúde pública em São Paulo, promovendo um atendimento mais ágil e eficiente. A iniciativa pode contribuir para a redução de erros médicos e para um acompanhamento mais eficaz dos pacientes, refletindo em melhores resultados de saúde.
Neste contexto, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que visem aprimorar a saúde pública. Projetos que promovam a tecnologia e a inovação na área da saúde podem ser essenciais para garantir um atendimento de qualidade a todos os cidadãos.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência em 27 cidades devido a desastres naturais, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. As prefeituras podem solicitar ajuda para atender às necessidades emergenciais da população afetada.

A Dengo, sob a liderança de Ana Clara Silva Pinto, transforma o conceito de talento no varejo, priorizando experiências e diversidade, com 57% de mulheres e 51% de pessoas negras na equipe. A empresa busca habilidades práticas e vivências, desafiando critérios tradicionais de seleção e promovendo um ambiente inclusivo.

A 2ª Turma Cível do TJDFT proibiu financeiras de bloquear celulares como garantia de empréstimos, visando proteger consumidores vulneráveis. A decisão, unânime, impõe multas e exige a remoção de aplicativos coercitivos.

A Rodoviária do Plano Piloto sedia a residência artística seRparAção, promovida por Camillo Vacalebre, com performances que integram pessoas com e sem deficiência, visando a inclusão social. O projeto, que começou com encontros em junho, culmina em apresentações que exploram a diversidade e a comunicação entre diferentes modos de ser. Participantes relatam experiências transformadoras, destacando a dança como uma ponte de conexão.

Estudo da Oxfam Brasil revela que o sistema tributário penaliza desproporcionalmente os mais pobres, especialmente mulheres negras, e propõe reformas para aumentar a progressividade dos impostos. A pesquisa destaca que o 0,15% mais rico concentra R$ 1,1 trilhão, enquanto os 10% mais pobres comprometem 32% da renda em tributos.

Em julho de 2025, a OPAS e o Brasil reuniram 27 países para criar um Plano de Ação em Inteligência Epidêmica, visando fortalecer a resposta a emergências sanitárias e preparar para futuras pandemias.