O programa GDF Mais Perto do Cidadão celebra sua 50ª edição com eventos no Pôr do Sol. A Secretaria de Justiça e Cidadania do DF promove uma programação especial nos dias 25 e 26 de agosto, com desfile de moda sustentável, atrações culturais e atendimento para pessoas com deficiência. O evento, que já beneficiou mais de 300 mil pessoas, inclui um Brechó Solidário e capacitações para mulheres. Além disso, haverá serviços de saúde e cidadania, reforçando o compromisso com a comunidade local.

O programa GDF Mais Perto do Cidadão, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), celebra sua 50ª edição nos dias 25 e 26 de agosto, na região do Pôr do Sol. Este evento marcará um importante marco, oferecendo uma programação diversificada que inclui serviços públicos, ações sociais e valorização da cultura local. A programação especial contará com um desfile de moda sustentável, atrações culturais e atendimento especializado para pessoas com deficiência.
Um dos principais destaques será o desfile da grife Raízes do Sol, que ocorrerá na sexta-feira, das 9h às 10h. Este projeto, desenvolvido pela instituição Fehsolna, promoveu oficinas de corte e costura durante a pandemia, focando na inclusão e no empreendedorismo. Dez modelos locais apresentarão roupas feitas com materiais reutilizados, como jeans e plásticos, unindo moda e sustentabilidade.
A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, enfatizou a importância de levar o programa para mais perto das comunidades. “Chegar à 50ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão é uma conquista coletiva. Já beneficiamos mais de 300 mil pessoas com serviços essenciais e acolhimento”, afirmou. O evento também contará com apresentações de artistas locais, como a cantora de rap gospel Débora Alencar e o Mc Erickducorte, entre outros, ao longo da programação.
Uma novidade desta edição é um espaço exclusivo para pessoas com deficiência, onde servidores especializados da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD) estarão disponíveis para orientar sobre benefícios e serviços. Além disso, no sábado, ocorrerá o Brechó Solidário Compartilha Amor, que oferece roupas e acessórios arrecadados, permitindo que cada participante escolha até cinco itens, promovendo solidariedade e sustentabilidade.
O evento também incluirá o curso Protagonista da Casa, destinado a diaristas e donas de casa, com dicas práticas para aperfeiçoar técnicas e aumentar a renda. Além disso, o projeto Um Novo Olhar para a Melhor Idade oferecerá exames oftalmológicos e doação de óculos para idosos. O Casamento Comunitário também estará presente, com inscrições abertas para casais interessados em oficializar a união.
Durante toda a programação, a comunidade terá acesso a serviços do Na Hora, da Polícia Civil e outros órgãos do GDF, além de vacinação de pets e serviços de beleza. Essa iniciativa é uma oportunidade para que a sociedade civil se una em prol de ações que promovam a inclusão e o bem-estar social, fortalecendo a rede de apoio às comunidades locais.

O massacre da Candelária, que resultou na morte de oito jovens em situação de rua há 30 anos, será relembrado na mostra “Memória em Julgamento” no Supremo Tribunal Federal. O evento, que ocorrerá em 11 de julho, também marcará o lançamento da 19ª edição do Anuário da Justiça Brasil e reunirá processos judiciais que moldaram a história do país.

O ecoturismo na Bahia, impulsionado por Dalva Marques, cresce após a pandemia, melhorando sua qualidade de vida e gerando renda para outros guias. A empreendedora investe em seu negócio e busca estabilidade financeira.

Joélho Caetano, jovem de comunidade quilombola no Ceará, produz sorvete artesanal com ingredientes locais, enquanto outros inovam com óleo de coco e espumante de caju, promovendo a cultura alimentar regional.

Um estudo da USP revela que a herança indígena no DNA brasileiro é de 13%, superando estimativas anteriores. A pesquisa identificou 8 milhões de variantes genéticas, algumas deletérias, com implicações para a saúde e medicina de precisão.

Agricultores do Rio Grande do Sul ainda enfrentam os efeitos devastadores da enchente de maio de 2024, lidando com endividamento e traumas, enquanto buscam estratégias para se adaptar a extremos climáticos. Um ano após a tragédia, a recuperação é lenta e marcada por dificuldades financeiras e emocionais. A alternância entre enchentes e estiagens continua a ameaçar a produção agrícola, exigindo apoio urgente e novas abordagens.

Pesquisadores da PUC-Rio desenvolveram um método inovador que combina Inteligência Artificial e modelagem BIM para diagnosticar danos em pontes, aumentando a segurança da infraestrutura brasileira. Essa abordagem, que integra dados históricos e análises preditivas, promete otimizar a gestão e manutenção das estruturas, prevenindo tragédias e prolongando sua vida útil.