O Ceasa do Grande ABC, em Santo André, receberá um investimento de R$ 259 milhões para expansão, aumentando boxes e criando um mercado municipal, com previsão de operação em 2026 e geração de 32 mil empregos.

O Ceasa do Grande ABC, situado em Santo André, receberá um investimento de R$ 259 milhões para sua expansão, visando torná-lo um concorrente do Ceagesp de São Paulo. O projeto prevê a ampliação da capacidade do centro de abastecimento, que poderá atender mais de cinco milhões de pessoas das regiões do ABC, zona leste da capital paulista e baixada santista. A previsão é que as obras sejam concluídas em dezoito meses, com início em 2025 e operação programada para o segundo semestre de 2026.
Com o novo investimento, o número de boxes aumentará de sessenta e três para duzentos e dezesseis, enquanto os boxes de pedras passarão de oitenta e um para cento e trinta e dois. Além disso, será criado um mercado municipal, inspirado em modelos internacionais como o Rungis Market, na França, e o New Covent Garden, no Reino Unido. Essa transformação visa não apenas modernizar o espaço, mas também melhorar a logística e a eficiência do abastecimento na região.
As projeções indicam a criação de oito mil empregos diretos e vinte e quatro mil indiretos, beneficiando setores como transporte, armazenagem, comércio hortifrutigranjeiro e agricultura familiar. O prefeito de Santo André, Gilvan Junior, destacou a importância da ampliação para fortalecer a economia local e melhorar os serviços oferecidos à população. A competição com a Ceagesp é vista como uma oportunidade para oferecer mais eficiência e melhores preços aos consumidores.
O projeto foi elaborado com base em modelos de mercados internacionais, buscando trazer inovações que atendam às necessidades da população local. A expectativa é que a nova estrutura não apenas amplie a oferta de produtos, mas também promova um ambiente mais atrativo para os consumidores e comerciantes. A criação do mercado municipal é um passo significativo para revitalizar a área e impulsionar o comércio local.
As obras do novo Ceasa do Grande ABC devem gerar um impacto positivo na economia regional, com a expectativa de que a nova estrutura atraia mais visitantes e comerciantes. A ampliação do centro de abastecimento é um reflexo do compromisso com o desenvolvimento econômico e social da região, promovendo a inclusão e o fortalecimento das cadeias produtivas locais.
Iniciativas como essa são fundamentais para o crescimento e a revitalização de áreas comerciais. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem o desenvolvimento local e a melhoria da qualidade de vida da população. A mobilização em torno de causas como essa pode trazer benefícios significativos para todos os envolvidos.

O Brasil avança na saúde com o projeto do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde (SUS), financiado em US$ 320 milhões pelo Novo Banco do Desenvolvimento. A iniciativa, liderada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visa integrar tecnologia e saúde digital, promovendo um centro de excelência em saúde digital em São Paulo. O projeto inclui a construção de um edifício sustentável de 150 mil m² e a criação de uma rede de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) inteligentes em todo o país.

Ana Jorge, modelo angolana, chega ao Brasil para trabalhos em São Paulo, destacando-se como voz de mulheres negras e imigrantes. Sua trajetória de superação inspira muitos a buscarem dignidade e oportunidades.

Hamedine Kane e Adama Delphine Fawundu apresentam obras na Bienal de São Paulo, abordando deslocamento e diáspora africana através do oceano e suas conexões culturais. Kane explora a exploração pesqueira e suas consequências, enquanto Fawundu utiliza fotografias e tecidos para refletir sobre ancestralidade e identidade.

Brasil brilha na Olimpíada Pan-Americana de Matemática para Meninas, conquistando três medalhas de ouro e uma prata, destacando a importância da representatividade feminina na matemática. A equipe, liderada por Ana Paula Chaves, reflete um esforço contínuo para incentivar meninas na área, superando estereótipos de gênero e promovendo um ambiente acolhedor.

O BNDES destinou R$ 220 milhões à Blanver Farmoquímica para desenvolver 19 medicamentos, incluindo tratamentos oncológicos, visando aumentar a autonomia da indústria farmacêutica no Brasil. A medida é crucial, já que apenas 5% dos insumos são produzidos localmente, uma queda significativa em relação a 30 anos atrás.

Na última edição da Flip, Conceição Evaristo destacou a escrita como um espaço de libertação para mulheres negras, abordando as marcas do racismo em sua trajetória. A escritora enfatizou a invisibilidade e a suspeição que seu corpo enfrenta na sociedade.