Casal homoafetivo conquista a retificação do registro civil da filha, garantindo a dupla maternidade após ação da Defensoria Pública do DF contra a recusa do cartório. A decisão reafirma direitos e a formação da família.

Um casal homoafetivo, composto por Dayane da Silva e Tamiris Pereira, conseguiu retificar o registro civil de sua filha, garantindo o reconhecimento da dupla maternidade. A ação foi movida pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) após o cartório se recusar a registrar ambas como mães, alegando falta de documentos que comprovassem a origem da gestação.
Dayane e Tamiris, que estão juntas há oito anos e formam uma união estável desde julho de 2021, sempre sonharam em construir uma família. Quando sua filha nasceu, em fevereiro de 2025, elas se depararam com a negativa do cartório em registrar as duas como mães, o que gerou um sentimento de impotência em Dayane.
Para contornar a situação, o casal procurou a DPDF, que ajuizou uma ação solicitando a inclusão da mãe não biológica como segunda genitora no registro civil da criança. Dayane relatou que o processo foi delicado e exigiu a apresentação de provas, como prints do planejamento da gravidez e fotos do relacionamento.
A juíza responsável pelo caso reconheceu a união do casal durante a concepção da criança e aplicou uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que admite a filiação em uniões homoafetivas com o uso de técnicas de inseminação artificial. Com isso, o pedido foi aceito e Tamiris foi oficialmente registrada como a segunda mãe de Aurora, que agora também carrega o sobrenome das duas.
Após a decisão, Dayane expressou a realização do casal. Ela afirmou que, embora já se considerassem uma família antes da chegada de Aurora, agora se sentem completas, com todos os seus direitos respeitados. Dayane ressaltou a importância de que a criança cresça amando e sendo amada por duas mães.
Essa conquista representa um avanço significativo nos direitos das famílias homoafetivas. Em situações como essa, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar e promover a inclusão e o respeito às diversas formas de família, garantindo que mais casais possam viver com dignidade e reconhecimento legal.

Em julho, um milhão de famílias foram desligadas do Bolsa Família, reduzindo o total para 19,6 milhões. A pobreza caiu para 27,4% e a extrema pobreza para 4,4%, os menores índices em anos.

A pandemia de Covid-19 evidenciou a importância da saúde social, mostrando que vínculos sociais são cruciais para o bem-estar e a longevidade. A falta de relacionamentos significativos pode ser tão prejudicial quanto hábitos nocivos à saúde.

Cavalo Caramelo, resgatado após enchente em Canoas, agora vive na Ulbra, onde se recupera e se torna símbolo de esperança. A universidade planeja um santuário e atividades acadêmicas para ele.

A etapa do Circuito Mundial de Surfe em Saquarema gera impacto econômico significativo, com R$ 159 milhões movimentados e 1.700 empregos criados, além de um compromisso ambiental exemplar. A WSL destaca a importância da relação com a comunidade local, promovendo sustentabilidade e inclusão. O evento transforma a cidade em um polo turístico, aquecendo a economia e atraindo visitantes de todo o mundo.

A experiência em cuidados paliativos revela a importância de incluir crianças no processo de luto, promovendo uma comunicação clara sobre a morte. O autor destaca que a exclusão infantil gera confusão e dor, sugerindo que adultos devem ouvir as percepções das crianças e compartilhar suas próprias emoções. A abordagem simbólica, como dizer que alguém virou uma estrelinha, é considerada vaga e inadequada. O diálogo sincero e a preparação para a perda são essenciais, especialmente em casos de luto antecipatório, que é menos doloroso que a morte repentina.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) adiou a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) para 25 de maio de 2026, com um período educativo até maio de 2025. A norma visa fiscalizar riscos psicossociais e prevê multas de até R$ 6 mil.