O Aeroporto de Brasília lançou um espaço multissensorial para passageiros neurodivergentes e ampliou o uso do cordão de girassol para identificação de deficiências invisíveis, promovendo inclusão e conforto.

A Inframerica, responsável pela administração do Aeroporto de Brasília, inaugurou um espaço multissensorial no dia treze de agosto, destinado a passageiros neurodivergentes, com foco especial em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O ambiente, situado na sala de embarque doméstico, entre os portões 21 e 22, foi projetado para minimizar estímulos sensoriais, proporcionando um local de descanso antes do embarque ou durante conexões.
O espaço conta com iluminação suave, elementos táteis e recursos interativos, além de uma área que simula o interior de uma aeronave, permitindo que os passageiros se familiarizem com a cabine e se preparem para a experiência de voo. Essa iniciativa também serve como ponto de apoio para aqueles com deficiências invisíveis.
O aeroporto também ampliou o uso do cordão de girassol, que faz parte do programa internacional HD Sunflower. Este cordão é uma forma discreta de identificação para pessoas com condições temporárias, crônicas ou deficiências invisíveis. Com esse símbolo, as equipes treinadas oferecem atendimento personalizado, e a retirada do cordão é gratuita, sem necessidade de laudo médico.
Para atender melhor o público com TEA, foi criado o programa AUTItude, que capacitou as equipes do aeroporto a prestar apoio especializado. Os passageiros podem solicitar, sem custo, um kit que inclui protetor auricular descartável, gibi e o cordão de girassol, no balcão de informações.
O acesso ao espaço multissensorial é facilitado por um interfone na entrada, onde um atendente libera a entrada remotamente. O ambiente está disponível vinte e quatro horas por dia, com capacidade para até sete pessoas, permitindo que os usuários permaneçam livremente enquanto aguardam seus voos. É importante que menores ou passageiros que necessitem de apoio estejam acompanhados de um responsável maior de idade.
Iniciativas como essa são fundamentais para promover a inclusão e o bem-estar de passageiros com necessidades especiais. A sociedade civil pode se mobilizar para apoiar projetos que visem a ampliação de espaços e serviços inclusivos, garantindo que todos tenham acesso a experiências de viagem mais confortáveis e acolhedoras.

O Atlético Mineiro inaugurou o Espaço Sensorial na Arena MRV, um ambiente adaptado para crianças autistas, com capacidade para seis torcedores por jogo, em parceria com a Clínica Florescer. Essa iniciativa visa promover a inclusão no futebol, oferecendo um espaço seguro e confortável durante as partidas. O jogador Guilherme Arana, pai de uma criança com TEA, destacou a importância do projeto, que representa um avanço significativo na acessibilidade nos estádios brasileiros.

O Centro de Treinamento do Comitê Olímpico do Brasil, na Barra da Tijuca, se destaca pela infraestrutura de ponta e foco em saúde mental, visando a preparação para Paris-2024. Atletas como Flávia Saraiva e Ingrid Oliveira treinam em um ambiente que integra tecnologia e bem-estar, com um Laboratório Olímpico e equipe multidisciplinar.

Alok, após sua participação em "Vale Tudo", foi contratado para shows em Sergipe e Palmas, destinando parte dos cachês a vítimas de enchentes. O evento em Palmas custou R$ 680 mil.

Relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revela que mais de 40% das mulheres assassinadas no Brasil são evangélicas, levantando questões sobre a influência de ensinamentos religiosos na violência doméstica. A análise sugere que a ênfase na submissão feminina e na liderança patriarcal nas igrejas pode perpetuar ciclos de violência, tornando urgente uma revisão desses ensinamentos.

Moradores de Samambaia Sul celebram a inauguração do Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico na UBS 5, promovendo saúde e fortalecimento comunitário. A iniciativa, resultado da parceria entre a SES-DF e a Fiocruz Brasília, busca implementar políticas públicas em áreas vulneráveis.

A UFSCar implementará cotas para estudantes trans e travestis em todos os seus cursos de graduação a partir de 2025, seguindo a tendência de outras universidades paulistas. A nova política, aprovada por aclamação, visa garantir inclusão e diversidade.