Gilberto Gil encerrará o Encontro Futuro Vivo em São Paulo, no dia 26 de agosto, promovendo um diálogo sobre ciência, cultura e temas urgentes como mudanças climáticas e saúde mental. O evento contará com especialistas renomados e será transmitido ao vivo para todo o Brasil.

O cantor Gilberto Gil participará do encerramento do Encontro Futuro Vivo, que ocorrerá no dia 26 de agosto, no Teatro Vivo, em São Paulo. Esta iniciativa da Vivo tem como objetivo conectar ciência, cultura, arte e saberes de povos tradicionais, abordando questões urgentes como mudanças climáticas, ancestralidade, saúde mental, tecnologia e o futuro do planeta. O evento contará com transmissão ao vivo para todo o Brasil.
Com curadoria da consultoria Mandalah, o Encontro Futuro Vivo reunirá especialistas e ativistas de renome. Além de Gil, estão confirmados nomes como o médico e autor Gabor Maté, a atriz Denise Fraga, o líder indígena Ailton Krenak e a jovem ativista indígena Txai Suruí. O evento promete ser um espaço rico para debates e troca de experiências sobre temas que impactam a sociedade contemporânea.
Entre os convidados, também estarão presentes o neurocientista Sidarta Ribeiro, o cientista climático Johan Rockström, o ambientalista Kaká Werá e a pesquisadora em tecnologia Nina da Hora. A diversidade de vozes e expertises promete enriquecer as discussões, trazendo diferentes perspectivas sobre os desafios enfrentados pelo planeta.
A Vivo, ao promover este encontro, busca sensibilizar a sociedade sobre a importância de unir ciência e saberes tradicionais na busca por soluções para problemas globais. A participação de figuras influentes como Gilberto Gil e outros especialistas é um convite à reflexão e à ação coletiva.
O evento não apenas destaca a relevância dos temas abordados, mas também incentiva a participação ativa do público. A transmissão ao vivo permitirá que pessoas de todo o Brasil se conectem e se engajem nas discussões, ampliando o alcance das ideias apresentadas.
Iniciativas como o Encontro Futuro Vivo são fundamentais para fomentar a conscientização e a mobilização social. A união de esforços pode gerar impactos significativos em causas sociais e ambientais, promovendo um futuro mais sustentável e justo para todos.

Atividades físicas, mesmo leves, melhoram funções cognitivas, como memória e atenção, segundo revisão de 133 estudos da Universidade do Sul da Austrália, publicada no British Medical Journal. Modalidades como ioga e exergames se destacam, sugerindo que o exercício pode combater o declínio cognitivo.

A Riachuelo lançou uma coleção de camisetas sustentáveis com passaporte digital, utilizando blockchain e inteligência artificial para garantir rastreabilidade. A iniciativa, em parceria com a Blockforce, visa promover uma moda mais ética e consciente, beneficiando agricultores locais e reduzindo emissões de carbono.

O livro "Clara Pandolfo: uma cientista da Amazônia", de Murilo Fiuza de Melo, será lançado em setembro em Belém, ressaltando a importância de Clara na preservação da Amazônia e no manejo sustentável. A obra destaca como, em 1973, Clara idealizou o uso de imagens de satélite para monitorar o desmatamento, defendendo políticas que priorizassem a floresta e a renda local, desafiando a visão agropecuária da época. Suas ideias, esquecidas por décadas, foram parcialmente resgatadas em 2006 com a Lei de Gestão de Florestas Públicas.

Quarenta municípios receberão até R$ 500 mil cada para projetos culturais e esportivos voltados a crianças e adolescentes, totalizando R$ 18,8 milhões. As iniciativas, apoiadas pelo Itaú Social, começam em 2025.

O bairro Parque Canoas, em Lagoa Santa, Minas Gerais, destaca-se por integrar áreas de preservação, tipologias habitacionais diversas e ciclovias, promovendo uma ocupação urbana sustentável e incentivando o uso de bicicletas.

O Brasil registrou uma queda de 18,1% no número de trabalhadores domésticos com carteira assinada entre 2015 e 2024, totalizando 1,34 milhão. A pandemia e a alta de diaristas impactaram essa redução.