O IgesDF promove o 1º Fórum de Experiência do Paciente em 29 de abril, abordando a humanização no atendimento à saúde. O evento reunirá especialistas e gestores para discutir práticas inovadoras. O fórum, intitulado “Do cuidado ao encantamento”, ocorrerá no Auditório Márcia Kubitschek, das 9h às 17h, com a presença da primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha. A iniciativa visa transformar a experiência do paciente, priorizando o acolhimento e a dignidade humana. As inscrições são gratuitas.
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoverá, no dia 29 de abril, o 1º Fórum de Experiência do Paciente, com o tema “Do cuidado ao encantamento”. O evento, organizado pela Gerência de Humanização e Experiência do Paciente, ocorrerá no Auditório Márcia Kubitschek, no Memorial JK, das 9h às 17h. Especialistas da área se reunirão para discutir práticas que aprimorem a vivência dos pacientes nos serviços de saúde.
A proposta do fórum é incentivar uma nova abordagem no atendimento, que transcenda a competência técnica e promova vínculos, acolhimento e experiências positivas no ambiente hospitalar. O evento visa atrair gestores, profissionais de saúde e lideranças públicas e privadas comprometidas em colocar o paciente no centro do cuidado. Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, destaca que “falar sobre a experiência do paciente é assumir um compromisso profundo com a dignidade humana”.
O fórum contará com a presença da primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, idealizadora do programa Humanizar, que busca promover um atendimento mais acolhedor na rede pública de saúde. O programa, lançado em 2019, inclui ações como escuta qualificada e suporte integral a pacientes e acompanhantes, refletindo a importância da humanização no atendimento.
Um dos destaques da programação será o painel “Do bom ao inesquecível: o que faz um atendimento marcar a vida de alguém”, agendado para as 15h. Este painel contará com líderes de referência na área e será mediado por Anucha Soares. Clayton de Sousa Lima, superintendente de Qualidade e Melhoria Contínua de Processos do IgesDF, afirma que o fórum representa um passo decisivo na transformação do cuidado em saúde, reafirmando o compromisso com qualidade e humanização.
As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser realizadas através do site do IgesDF. O fórum é uma oportunidade para discutir e implementar melhorias significativas na experiência do paciente, um tema que já é pauta global nas instituições de saúde. O evento promete ser um marco na promoção de um atendimento mais humanizado e acolhedor.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a transformação no atendimento à saúde é uma responsabilidade coletiva. O engajamento da comunidade pode fazer a diferença na construção de um sistema de saúde mais humano e eficaz.

Escola em São Gonçalo lidera ranking de violência armada, com 18 tiroteios em um ano, afetando 48% dos estudantes do Grande Rio. Relatório do UNICEF destaca a urgência de políticas públicas integradas.

A Mattel apresenta a primeira boneca Barbie com diabetes tipo 1, desenvolvida em parceria com a Breakthrough T1D, promovendo inclusão e conscientização sobre a doença. A nova Barbie possui acessórios que simulam o monitoramento da glicose, destacando o compromisso da marca com a diversidade.

Santa Catarina se destaca na ressocialização de detentos, com trinta por cento da população carcerária em trabalho remunerado. O governo planeja expandir parcerias e construir um novo complexo prisional em Blumenau.

A atriz e palhaça Rafaela Azevedo, conhecida pelo monólogo "King Kong Fran", inicia crowdfunding para sua nova peça "A igreja da Fran", que aborda a opressão religiosa. Estreia prevista para 2024.

Siddharth Nandyala, um jovem prodígio, criou o aplicativo CircadiaV, que detecta doenças cardíacas com alta precisão em apenas sete segundos, e desenvolve uma prótese acessível controlada pelo pensamento.

Jesuíta Barbosa retorna ao teatro com a peça "Sonho Elétrico", após seis anos, em parceria com a Companhia Brasileira de Teatro e o neurocientista Sidarta Ribeiro, abordando crises sociais e ambientais. O espetáculo, que explora sonhos e memórias, destaca a importância da arte como resistência e renovação em tempos difíceis.