Mirtes Santana, após a trágica perda do filho Miguel, iniciou a faculdade de direito para buscar justiça e ajudar outros. Recentemente, obteve nota máxima em projeto sobre trabalho escravo contemporâneo.

Mirtes Santana, mãe de Miguel, que faleceu após uma queda do nono andar do edifício onde trabalhava, tem enfrentado um longo caminho de luta por justiça. A ex-patroa de Mirtes, Sarí Corte Real, é acusada de negligência, um caso que gerou grande repercussão na sociedade. Desde a tragédia, Mirtes decidiu iniciar a faculdade de direito em 2021, com o objetivo de compreender melhor o sistema judicial e ajudar outras pessoas que enfrentam situações semelhantes.
Recentemente, Mirtes apresentou um projeto de conclusão de curso sobre trabalho escravo contemporâneo, recebendo nota máxima. Em seu depoimento, ela compartilhou a dor da perda de seu filho, descrevendo Miguel como uma criança doce e cheia de vida. A tragédia ocorreu quando, durante a pandemia de covid, ela foi convidada a levar Miguel para a casa da ex-patroa, onde ele acabou se ferindo gravemente.
Mirtes relatou que, em um momento de descuido, Sarí pediu que deixasse Miguel brincando no apartamento enquanto ela descia com um animal de estimação. Ao retornar, Mirtes encontrou seu filho em uma situação trágica. A perícia confirmou que houve abandono de incapaz, resultando na morte de Miguel. Apesar das evidências, Sarí nega as acusações e responde ao processo em liberdade, com pena reduzida para sete anos.
Mirtes, que já enfrentou a dor da perda e a pressão de uma família influente, afirma que não se deixará intimidar. Ela está determinada a lutar por justiça em memória de seu filho, que teve sua vida interrompida de forma abrupta. Com a conclusão do curso de direito, ela planeja prestar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e continuar sua luta por direitos fundamentais, especialmente para trabalhadores domésticos.
O projeto de Mirtes sobre trabalho escravo contemporâneo destaca a importância de discutir avanços e retrocessos nos direitos dos trabalhadores. Sua experiência pessoal a motivou a se tornar uma voz ativa na defesa de direitos, buscando não apenas justiça para seu filho, mas também mudanças significativas na sociedade.
A luta de Mirtes é um exemplo de resiliência e determinação. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de vítimas e suas famílias. Apoiar iniciativas que promovam justiça e direitos humanos é fundamental para que histórias como a de Mirtes não se repitam. Juntos, podemos criar um futuro mais justo e solidário.

Luciana Correia Vuyk, aos 45 anos, tornou-se mãe de gêmeas por meio da ovodoação, superando a infertilidade e agora promove campanhas sobre doação de gametas e maternidade. Ela busca desmistificar a ovodoação e apoiar outras tentantes.

Circo Ônix, liderado por Edy Simões, foi devastado por chuvas em Tocantins, Minas Gerais. Gracyanne Barbosa lançou vaquinha virtual para ajudar na reconstrução da estrutura.

O presidente da Áustria, Alexander Van der Bellen, não participará da COP30 em Belém devido aos altos custos da viagem, levantando preocupações sobre a legitimidade das negociações e a inclusão da sociedade civil.

Vereadora Thais Ferreira revela desigualdade nas praças da Barra e Recreio, que carecem de brinquedos acessíveis e fraldários, apesar de melhores condições em comparação a outras áreas do Rio. A fiscalização busca melhorias.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou proposta que obriga o poder público a buscar leitos de UTI em hospitais privados para pessoas com 80 anos ou mais quando não houver vagas em instituições públicas. A medida visa garantir acesso à saúde para idosos vulneráveis, mas levanta questões sobre a universalidade do atendimento. O projeto segue para análise em outras comissões antes de ser votado pela Câmara e Senado.

O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, lançará o Programa Gás para Todos em 5 de agosto, com investimento de R$ 2,6 bilhões para atender 17 milhões de famílias até 2027. O programa visa combater a pobreza energética e melhorar a saúde pública, especialmente de mulheres e crianças. As famílias beneficiadas devem estar registradas no Cadastro Único e receberão botijões de gás a cada 30 ou 45 dias, conforme o tamanho da família. A medida provisória que regulamentará o programa será enviada ao Congresso após a assinatura.