O programa AgroAmigo, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, oferece R$ 1 bilhão em microcrédito a juros de 0,5% ao ano, beneficiando mais de 100 mil famílias agricultoras. Agricultores familiares, indígenas e extrativistas podem solicitar até R$ 35 mil, com prazos de até três anos para pagamento e bônus de adimplência de até 40%.

O programa AgroAmigo, que visa apoiar a agricultura familiar, foi ampliado com uma nova linha de microcrédito, disponibilizando até R$ 1 bilhão. Com juros de apenas 0,5% ao ano, o programa busca beneficiar mais de 100 mil famílias agricultoras nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) destaca que o prazo para pagamento é de até três anos, além de oferecer bônus de adimplência que pode chegar a 40%.
Podem acessar o AgroAmigo agricultores e pecuaristas familiares, pescadores artesanais, indígenas, quilombolas e extrativistas, desde que a renda familiar não ultrapasse R$ 50 mil por ano e não haja contratação de empregados permanentes. O crédito pode ser utilizado para investimentos em melhorias na propriedade, como construção de reservatórios e compra de matrizes, além de custeio de despesas diárias, como aquisição de sementes e pagamento de trabalhadores temporários.
Para solicitar o crédito, o interessado deve baixar o aplicativo Conquista+ e abrir uma conta. Após isso, é necessário entrar em contato com um agente de crédito credenciado, que acompanhará todo o processo, desde a proposta até a liberação do recurso. Negócios comunitários, como cooperativas e associações, também podem auxiliar na solicitação.
Os documentos exigidos incluem o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) tipo B, Cadastro Ambiental Rural (CAR) quando aplicável, documento de identidade, Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de endereço. É importante ressaltar que uma mesma família pode assinar diferentes contratos, desde que cada membro esteja envolvido na atividade produtiva.
O AgroAmigo oferece limites de crédito diferenciados: até R$ 15 mil para mulheres, R$ 8 mil para jovens e R$ 12 mil para homens, permitindo que uma unidade familiar acesse até R$ 35 mil. O ciclo de liberação do crédito pode levar até 30 dias, dependendo da documentação apresentada e da proposta elaborada com o agente de crédito.
O programa não exige garantias e o recurso é destinado exclusivamente para investimento produtivo, sendo transferido diretamente para o fornecedor indicado no orçamento. Essa iniciativa é uma oportunidade para fortalecer a agricultura familiar e melhorar a qualidade de vida no campo. A união da sociedade pode ser fundamental para apoiar esses agricultores, promovendo melhorias e garantindo um futuro mais sustentável.

Josh Turner, fundador da Stand4Socks, transformou dificuldades financeiras em um negócio lucrativo, faturando mais de US$ 1 milhão anualmente e expandindo para os EUA, tudo sem investimentos externos. A marca doa meias para pessoas em situação de vulnerabilidade, destacando a importância da inteligência financeira na trajetória empreendedora.

James Hunt, ex-coordenador de marketing, se tornou cuidador em tempo integral de seus filhos autistas, Jude e Tommy, e compartilha sua jornada em um blog com mais de um milhão de seguidores. Após separá-los para melhor cuidado, ele lançou uma linha de roupas com mensagens positivas sobre autismo, promovendo inclusão e apoio a outras famílias.

O "after party" do Prêmio Sim à Igualdade Racial será transmitido hoje no YouTube do Instituto Identidades do Brasil e no "Fantástico". O evento celebra a diversidade e homenageia personalidades que promovem a igualdade racial.

Lucas Henrique dos Santos da Silva, o "Menino do Vício", superou a dependência química e agora inspira outros a ler no TikTok, acumulando 250 mil seguidores e planejando sua autobiografia. Ele compartilha como os livros o ajudaram na recuperação e sonha em ajudar clínicas de reabilitação com doações.

O Festival de Parintins 2025 superou expectativas com 120 mil visitantes e R$ 184 milhões em movimentação, destacando-se como exemplo de desenvolvimento sustentável na Amazônia, especialmente com a COP30 se aproximando.

Banco Laguna implementa o sururote, moeda social que transforma resíduos da casca do sururu em renda, beneficiando 90 famílias em Vergel do Lago, Maceió, e promovendo a economia local. Joseane dos Santos, marisqueira, destaca a mudança significativa na comunidade, onde a venda da casca do sururu gerou novas oportunidades e uma renda mensal que pode chegar a R$ 3 mil.