O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) revisou o Plano de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira (PDIFF) em Rondônia, promovendo oficinas para ouvir comunidades locais e alinhar propostas sustentáveis. As atividades visam atender as demandas específicas das regiões de fronteira, com foco em integração, inclusão produtiva e cooperação internacional.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) está promovendo a revisão do Plano de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira (PDIFF) em Rondônia. As oficinas realizadas nos municípios de Cerejeiras e Guajará-Mirim, nos dias 14 e 16 de agosto, visam ouvir as comunidades locais e alinhar propostas de desenvolvimento sustentável. O objetivo é integrar as regiões de fronteira, focando na sustentabilidade, inovação e cooperação com países vizinhos.
As oficinas fazem parte de um esforço maior para elaborar os PDIFFs nos estados da Região Norte, que incluem Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima. Ao todo, a ação abrange noventa e sete municípios localizados na faixa de 150 quilômetros ao longo da fronteira terrestre brasileira. O consultor do MIDR, Wallace Feitosa, destacou a importância da escuta ativa para atender as demandas locais e criar uma carteira de projetos que reflita as necessidades das comunidades.
Os planos de desenvolvimento terão como eixos estruturantes temas como ordenamento territorial, regularização fundiária, gestão ambiental, infraestrutura, atividades produtivas sustentáveis, inclusão social, e integração regional. As oficinas também são uma oportunidade para representantes de diferentes setores, como órgãos públicos, empresas e sociedade civil, co-construírem propostas que atendam às especificidades da região.
Dhiony Costa, um dos participantes, enfatizou a importância do espaço para que diferentes entidades compartilhem suas perspectivas e busquem soluções comuns. Ronaldo Lins, outro participante, ressaltou que ações como essas são essenciais para que as políticas públicas cheguem às comunidades tradicionais e extrativistas, que frequentemente são as mais afetadas por decisões que não consideram suas realidades.
A coordenação técnica das oficinas está a cargo do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM), que é responsável pelos diagnósticos territoriais e pela articulação de atores locais. A conclusão das atividades em Rondônia representa um avanço significativo na meta do MIDR de consolidar os PDIFFs como instrumentos de planejamento territorial que promovam a inclusão produtiva e a cooperação internacional.
Iniciativas como essa são fundamentais para o desenvolvimento das comunidades de fronteira. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para garantir que as necessidades locais sejam atendidas e que projetos voltados para o bem-estar da população sejam implementados. O apoio a essas causas pode transformar a realidade de muitas pessoas que vivem nas regiões de fronteira.

Donald Trump impôs uma tarifa de 50% sobre o açaí brasileiro, tornando o fruto um artigo de luxo nos EUA e ameaçando 300 mil empregos no Pará, maior produtor e exportador do Brasil. A medida pode agravar desigualdades sociais e comprometer a sustentabilidade econômica das comunidades amazônicas.

A sede da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no Rio de Janeiro enfrenta críticas por falta de acessibilidade, especialmente após uma infestação de ratos. A autarquia reconhece as limitações e anunciou reformas, mas enfrenta desafios orçamentários. Em 2024, foram realizados aperfeiçoamentos no auditório e banheiros, reafirmando o compromisso com a inclusão.

O prefeito Eduardo Paes sancionou a lei que oficializa o bairro Argentino, trazendo esperança de valorização imobiliária, apesar das preocupações com a segurança na região marcada pela violência. A nova divisão administrativa, resultado da mobilização dos moradores, pode mudar a percepção da área e impactar o valor dos imóveis, embora especialistas alertem que a insegurança e a exclusão territorial persistem.

Relatório da OPAS projeta que doenças não transmissíveis e problemas de saúde mental custarão US$ 7,3 trilhões à América do Sul até 2050, com o Brasil liderando as perdas. Investimentos em saúde são urgentes.

Projeto social de boxe retoma atividades sob viaduto em São Paulo após dois anos de interdição, enfrentando desafios como falta de documentação e ameaças de despejo. Voluntários ajudam a reerguer a iniciativa que transforma vidas.

A baixa adesão ao Programa Prefeitas e Prefeitos Amigos da Criança no Rio de Janeiro levanta preocupações. Apenas nove dos 92 municípios se inscreveram, evidenciando a falta de compromisso com os direitos infantis. A Fundação Abrinq, que atua há quase trinta anos, destaca a importância do programa para garantir melhorias em saúde, educação e proteção social.