Fabricantes de máquinas agrícolas, como John Deere e New Holland, estão inovando com tratores movidos a etanol e biometano, promovendo a descarbonização e redução de custos no setor. A transição para tecnologias limpas avança rapidamente no Brasil, com foco em atender a demanda global por soluções sustentáveis.

O Brasil tem avançado na implementação de tecnologias limpas na agricultura, com foco em combustíveis renováveis como etanol e biometano. Recentemente, fabricantes de máquinas agrícolas, como John Deere e New Holland, apresentaram novos modelos de tratores que utilizam esses combustíveis, com testes em andamento que prometem reduzir emissões e custos operacionais.
A John Deere revelou o trator 8R, equipado com motor a etanol, que está em fase de testes no Brasil, especialmente nas culturas de cana-de-açúcar e grãos. Cristiano Correia, vice-presidente da empresa, destacou que a inovação visa garantir uma produção sustentável e econômica. A New Holland, por sua vez, já havia introduzido um trator movido a biometano, após cinco anos de testes, com a primeira entrega ocorrendo no ano seguinte.
Esses novos modelos não apenas consomem menos combustível fóssil, mas também atendem à crescente demanda por soluções sustentáveis no mercado global. O uso de etanol e biometano, por exemplo, é uma resposta às exigências de sustentabilidade, sendo que o agronegócio brasileiro é responsável por uma significativa parcela da oferta de energia renovável no país.
Além de tratores, outras inovações estão sendo testadas, como a colhedora de cana movida a etanol, desenvolvida em parceria entre a Usina São Martinho e a Case IH. O protótipo foi apresentado na Agrishow e já está em fase de testes de campo, com resultados promissores. A busca por alternativas sustentáveis é uma prioridade para as fabricantes, que também exploram motores elétricos e híbridos.
O etanol, proveniente da cana-de-açúcar, é uma fonte de energia renovável que se destaca no Brasil, onde a biomassa representa uma parte significativa da matriz energética. A expectativa é que a adoção de tecnologias limpas na agricultura aumente, contribuindo para a redução das emissões de gases poluentes e para a sustentabilidade do setor.
Iniciativas como essas devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a transição para uma agricultura mais sustentável é fundamental para o futuro do país. A união em torno de projetos que promovem o uso de energias renováveis pode fazer a diferença na construção de um agronegócio mais responsável e eficiente.

O agronegócio brasileiro se destaca na COP30, em Belém, com a AgriZone, parceria com a Embrapa, apresentando inovações sustentáveis e o Plano ABC+ para reduzir emissões de carbono. A conferência, que ocorrerá entre 10 e 21 de novembro, será uma vitrine das práticas agroambientais do Brasil, com foco em tecnologias que promovem a sustentabilidade e a segurança alimentar.

A cientista Mariangela Hungria foi a primeira mulher brasileira a conquistar o Prêmio Mundial de Alimentação em 2025, por sua pesquisa inovadora que substitui fertilizantes químicos por bactérias, aumentando a produtividade da soja em 8%.

Ministério da Integração reconhece emergência em Açailândia e Barra do Corda, permitindo acesso a recursos para defesa civil. Maranhão acumula 33 reconhecimentos por desastres naturais.

A Biofábrica de Corais, em Porto de Galinhas, salvou 20% das colônias de corais após uma onda de branqueamento global, recebendo reconhecimento da Unesco como projeto exemplar na Década do Oceano.

A COP30 em Belém enfrenta pressão internacional com 25 países solicitando soluções para altos custos de hospedagem e logística precária, ameaçando transferir o evento. A insatisfação cresce entre nações sobre a organização.
A Apib destaca a demarcação de terras indígenas como crucial para o clima. Celebridades apoiam a causa, alertando sobre ameaças e consequências ambientais.