Anitta e Luciano Huck participaram da cerimônia Kuarup na aldeia Ipatse, homenageando Glória Maria, a primeira mulher não indígena a receber tal honra. O evento destaca a cultura indígena e a recente lei que a reconhece.

Anitta e Luciano Huck estiveram na aldeia Piaraçu, localizada na Terra Indígena Capoto-Jarina, na região do Xingu, em Mato Grosso, no domingo, dia dezessete de agosto. No dia anterior, ambos participaram da cerimônia Kuarup, realizada na aldeia Ipatse, do povo Kuikuro, em Querência (MT). Essa cerimônia, que foi reconhecida como parte da cultura nacional pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em março, é um ritual indígena significativo que envolve diversas etnias do Alto Xingu.
Durante a visita, Anitta e Huck se encontraram com o cacique Raoni, de noventa e dois anos, um dos líderes indígenas mais respeitados mundialmente. O encontro fez parte da gravação de um especial para o programa Domingão do Huck. Raoni autografou um livro sobre suas memórias e entregou a Luciano, reforçando a importância da preservação da cultura indígena.
A cerimônia Kuarup, que ocorre entre agosto e setembro, aborda temas como morte e luto, homenageando entes queridos. O ritual culmina com a simbólica despedida, onde troncos de árvore são lançados na água, representando a transcendência. A celebração também destaca Mavutsinim, a divindade criadora, e busca fortalecer os laços sociais da comunidade.
Em 2023, a cerimônia teve uma homenageada especial: Glória Maria, a primeira mulher de fora da aldeia a receber tal honra. Em dois mil e sete, Glória conheceu as tradições dos indígenas Kamaiurá. Suas filhas, Laura e Maria, participaram da cerimônia, revivendo a experiência da mãe e fortalecendo os laços familiares e culturais.
O Kuarup é um momento de união entre os povos indígenas, promovendo a reflexão sobre a vida e a morte. A presença de figuras públicas como Anitta e Luciano Huck traz visibilidade a essas tradições, ressaltando a importância de respeitar e valorizar a cultura indígena no Brasil.
Iniciativas que promovem a cultura indígena e a preservação do meio ambiente precisam do apoio da sociedade. A união em torno de projetos que valorizem essas tradições pode fazer a diferença na preservação da cultura e na promoção do respeito às comunidades indígenas.

A artista Castiel Vitorino Brasileiro apresenta a exposição "Eterno Vulnerável" no Solar dos Abacaxis, com 40 obras que refletem sua busca por liberdade e cura, ligadas à memória de sua mãe desaparecida. A mostra, que celebra o décimo aniversário do espaço, explora a temporalidade e a relação com a ancestralidade, destacando a fragilidade da liberdade. A visitação é gratuita, de quarta a sábado, até 1 de novembro.

A Casa de Parto de São Sebastião, referência em partos humanizados, registrou 210 partos em 2023 e mais de 430 em 2024, oferecendo suporte integral às mães e integração com o Banco de Leite Humano.

ICMBio capacita funcionários do Parque Nacional da Tijuca em Suporte Básico de Vida após morte de turista, introduzindo UTIs móveis para emergências. Medidas visam melhorar a segurança no local.

Veridiana Quirino, empresária de Campinas, superou uma infância difícil e hoje fatura mais de R$ 70 milhões com sua marca de semijoias, planejando expandir suas franquias para 700 até 2025.

O Seminário Cidade e Natureza, parte do Mês da Primeira Infância, acontece no dia 18 de agosto no ICMBio, abordando a importância do contato infantil com a natureza e políticas públicas. O evento é gratuito e sem inscrição.

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realizará no dia 2 de junho a 24ª edição do Dia da Mulher, oferecendo serviços gratuitos para mulheres em situação de vulnerabilidade. O evento, que ocorrerá das 8h às 16h, visa promover a cidadania e os direitos femininos, proporcionando um espaço seguro e acolhedor. A coordenadora Emmanuela Saboya destaca a importância da colaboração entre instituições para um atendimento mais humanizado. O local será no Setor Comercial Norte, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte.